Whatsapp

Vale a pena optar pelo atendimento automático? Descubra!

Fila grande, pedidos atrasados e clientes esperando para pagar: quando o movimento aumenta, a rotina pesa. É nesse cenário que o atendimento automático começa a chamar atenção de quem busca mais agilidade e organização no salão. Segundo um levantamento da Opinion Box com a Payface, 64% dos brasileiros já usaram algum tipo de autoatendimento no varejo físico e 85% aprovaram a experiência. O dado, divulgado pela PEGN, mostra que a aceitação é ainda maior entre jovens de 18 a 34 anos, cada vez mais acostumados a resolver tudo por conta própria, com a ajuda da tecnologia. Essa solução permite automatizar etapas como o pedido, o pagamento e até o envio direto para a cozinha, sem depender exclusivamente do contato com o garçom. Com isso, o serviço flui melhor, a equipe ganha tempo e o cliente sai mais satisfeito. Mas será que vale mesmo a pena implementar? Tudo depende do tipo de operação, do fluxo e dos recursos disponíveis. Se você está considerando modernizar o atendimento do seu restaurante ou bar, continue a leitura. Vamos te mostrar quando o atendimento automático faz sentido e como ele pode ajudar o seu negócio a crescer com mais controle e eficiência. Quais os processos de atendimento no restaurante? Quando tudo está funcionando bem no salão, parece que os pedidos surgem e desaparecem num passe de mágica. Mas, por trás disso, há uma sequência de etapas que precisa estar bem alinhada para garantir uma boa experiência ao cliente e manter o fluxo da operação sob controle. O atendimento no restaurante começa no momento em que o cliente chega. A recepção, o direcionamento à mesa e a apresentação do cardápio já fazem parte da primeira impressão. Em seguida, entra a fase de anotar ou registrar o pedido, repassá-lo à cozinha e acompanhar o preparo. Depois vem a entrega do prato, a checagem do serviço e, por fim, o fechamento da conta. Isso inclui cálculo do consumo, aplicação de possíveis taxas e escolha da forma de pagamento. Cada uma dessas fases exige organização, agilidade e comunicação entre equipe, cozinha e caixa. Qualquer falha nessa sequência pode comprometer não só a experiência do cliente, mas também o ritmo da operação na totalidade. O que pode ser automatizado? Agilizar o atendimento sem perder a qualidade é o que muitos gestores buscam, e a tecnologia já permite isso de forma prática. Em um restaurante ou bar, várias etapas do serviço podem ser automatizadas, melhorando o fluxo da operação e reduzindo erros no dia a dia. Entre os pontos que mais se beneficiam da automação está o registro de pedidos, que pode ser feito por totens de autoatendimento, tablets na mesa ou até por QR code. Esse pedido vai direto para a cozinha, eliminando retrabalho e otimizando o tempo da equipe. Outra etapa que pode ser automatizada é o pagamento, com terminais integrados ao sistema ou pelo próprio dispositivo do cliente. O envio dos pedidos para o KDS (Kitchen Display System) também entra nessa lista, organizando a fila da cozinha de forma digital. Com isso, a equipe ganha tempo, o atendimento fica mais fluido e o cliente percebe mais agilidade sem abdicar da boa experiência. Vale a pena automatizar? Investir em automação no atendimento pode parecer um passo grande, mas, na prática, traz ganhos que impactam direto na operação e no faturamento. Para restaurantes com alto fluxo, filas frequentes ou equipe reduzida, automatizar parte do processo é uma forma de manter a qualidade do serviço sem sobrecarregar o time. A automação ajuda a reduzir erros no repasse de pedidos, agiliza o tempo de preparo, melhora o controle de vendas e diminui o tempo de espera no pagamento. Isso resulta em mais organização, mais clientes atendidos e menos retrabalho. Por outro lado, o investimento precisa fazer sentido para o tipo de negócio. Se o público valoriza agilidade e praticidade, a adoção tende a ser bem aceita. Já em ambientes mais intimistas, com foco no atendimento pessoal, é possível combinar tecnologia e serviço humano de forma equilibrada. No fim das contas, vale a pena sim — quando bem implementado e ajustado à realidade do restaurante. Quando adotar o atendimento automático no restaurante? Adotar o atendimento automático não exige um modelo único. O ideal é observar a rotina do restaurante, o comportamento dos clientes e os objetivos da gestão. Em alguns contextos, essa solução é quase indispensável. Em outros, pode ser implementada de forma gradual, sem deixar de ter o contato humano. A seguir, veja situações em que a automação se torna uma escolha inteligente. Alto volume de atendimento em horários de pico Quando o restaurante enfrenta filas constantes, demora no registro de pedidos e gargalos no caixa, a automação ajuda a aliviar o fluxo. Totens de autoatendimento, QR code ou terminais de pagamento rápido aceleram o processo, reduzem o tempo de espera e aumentam a capacidade de atendimento sem exigir mais equipe. Redução de erros nos pedidos Se a equipe lida com pedidos anotados à mão ou transmitidos oralmente, as chances de erro aumentam, o que gera retrabalho e insatisfação. Automatizar essa etapa, com sistemas que enviam o pedido direto para o KDS, melhora a comunicação entre salão e cozinha e garante mais precisão no preparo. Atendimento em eventos ou operações móveis Em food trucks, quiosques de shopping ou eventos sazonais, o atendimento automático resolve o desafio de atender rápido, com estrutura reduzida. O uso de sistemas simples e integrados permite registrar vendas, emitir notas e controlar o estoque em tempo real, mesmo fora de um ponto fixo. Demanda por mais autonomia do cliente Quando o público prefere agilidade e autonomia, como em praças de alimentação, redes de fast-food ou bares com autoatendimento, a automação é muito bem-vinda. Permitir que o próprio cliente escolha, peça e pague direto no sistema traz praticidade e reduz filas, sem comprometer a experiência. Dificuldade de manter equipe suficiente Se o negócio enfrenta dificuldade para contratar ou manter uma equipe grande, o atendimento automático ajuda a manter a operação fluindo com menos pessoas. A tecnologia assume tarefas

leia mais

PDV online: entenda como essa solução funciona na prática

Sistema lento, planilhas confusas e dados desencontrados: a gestão fica travada quando a tecnologia não acompanha o ritmo do negócio. É por isso que contar com um PDV online tem se tornado cada vez mais comum em restaurantes, bares, quiosques e eventos. Em 2025, 4 em cada 10 operadores do setor de alimentação no Brasil colocam o uso de sistemas de PDV online como prioridade. O dado, levantado pela Mundo Food Service, mostra que a digitalização é uma resposta direta à busca por mais agilidade, controle e eficiência no dia a dia. Essa solução vai muito além de registrar vendas. Ela funciona na nuvem, facilita o controle do dia a dia e permite acompanhar tudo em tempo real, de qualquer lugar, sem depender de equipamentos caros ou sistemas presos a um único computador. Entender como esse tipo de sistema opera na prática pode mudar como você organiza seu atendimento, controla estoque e toma decisões com mais segurança. Quer saber como funciona, quais recursos oferece e por que tanta gente tem adotado esse modelo? Continue a leitura e veja como um PDV online pode facilitar muito a rotina do seu negócio. O que é um PDV online? Abrir o caixa, vender, emitir nota e fechar o dia com tudo registrado de forma simples: esse é o cenário ideal de uma operação moderna. O PDV online torna isso possível ao centralizar os processos de vendas e gestão em uma plataforma conectada à internet. Diferente dos sistemas tradicionais, que funcionam localmente e exigem servidores físicos ou computadores específicos, o PDV online opera em nuvem. Isso significa que os dados ficam disponíveis para acesso remoto, com segurança e atualização automática sem precisar de instalações complexas ou manutenções constantes. Esse tipo de solução permite que o gestor acompanhe o movimento do negócio em tempo real, mesmo fora do ponto de venda. Basta um dispositivo com acesso à internet. A praticidade, somada à economia com infraestrutura, faz do PDV online uma escolha cada vez mais presente em estabelecimentos que buscam mais agilidade e controle na rotina. Como funciona o PDV online? Nada de sistemas travando ou falta de acesso fora do balcão; o funcionamento do PDV online é pensado justamente para facilitar o dia a dia da operação e da gestão. Ele funciona a partir de uma plataforma hospedada em nuvem, o que significa que todos os dados são salvos e atualizados automaticamente em tempo real. O acesso pode ser feito por computador, tablet ou celular, de qualquer lugar com internet. Isso permite acompanhar as vendas, verificar o estoque, emitir notas fiscais e consultar relatórios mesmo fora do restaurante ou evento. Na prática, o processo é simples: o atendente registra os pedidos diretamente na tela do sistema, o pagamento é integrado com meios eletrônicos e a nota fiscal é gerada automaticamente. As informações ficam centralizadas e podem ser visualizadas por toda a equipe autorizada. Esse modelo facilita a tomada de decisões, evita erros manuais e elimina a dependência de sistemas fixos e desatualizados. Quais as funções de um PDV online? Um sistema de PDV online vai muito além de registrar pedidos. Ele reúne várias ferramentas que facilitam a rotina de quem gerencia um restaurante, bar, food truck ou quiosque. Ao centralizar tarefas em um só lugar, o sistema economiza tempo, reduz erros e permite que o negócio funcione com mais agilidade mesmo nos dias mais movimentados. A seguir, descubra as principais funções que esse tipo de plataforma oferece. Emissão de nota fiscal eletrônica Emitir a nota fiscal de forma automática é uma das grandes vantagens do PDV online. Ao finalizar o pedido, o sistema já puxa os dados da venda e gera o documento em poucos cliques, tudo dentro das exigências fiscais. Isso elimina a necessidade de preenchimento manual e reduz bastante o risco de erro. Além de agilizar o atendimento, essa funcionalidade garante mais segurança jurídica e organização para o negócio. Também facilita a vida do cliente, que recebe o comprovante na hora. E o melhor é que o gestor pode consultar todas as notas emitidas sempre que precisar, sem depender de pastas ou arquivos físicos. Gestão financeira Com um PDV online, o controle financeiro fica muito mais prático. A ferramenta permite registrar entradas, saídas, formas de pagamento, custos e recebimentos, tudo de forma automatizada. Assim, fica fácil visualizar quanto entrou no dia, qual foi o faturamento do mês, quais são as despesas fixas e onde o dinheiro está sendo gasto. Isso ajuda a organizar o fluxo de caixa e tomar decisões mais seguras. Também dá para acompanhar indicadores importantes, como ticket médio e lucro por período, o que melhora o planejamento do negócio e evita surpresas no fim do mês. Gestão de estoque Nada mais frustrante do que perder vendas por falta de produto ou jogar fora itens vencidos por falta de controle. Com o PDV online, o estoque é atualizado a cada venda, permitindo que o gestor acompanhe o que está saindo, o que precisa ser reposto e o que está parado há tempo demais. Dá para cadastrar o estoque mínimo, acompanhar o giro das mercadorias e receber alertas quando algo estiver perto de acabar. Tudo isso reduz desperdícios, evita rupturas e facilita a reposição com mais precisão. Cadastro e controle de produtos Com um sistema em nuvem, o cadastro de produtos fica mais organizado e fácil de atualizar. É possível incluir nome, descrição, valor, categoria, insumos usados e até imagens. Também dá para definir variações (como tamanho, sabores ou adicionais) e vincular cada item ao estoque. Isso melhora o controle das vendas e evita confusão na hora do atendimento. Se houver mudança de preço ou inclusão de novos produtos, a atualização pode ser feita de forma centralizada e refletida em todos os dispositivos em tempo real, sem precisar atualizar um a um. Relatórios financeiros e de vendas Os relatórios são um dos maiores aliados da gestão. O PDV online gera relatórios completos com poucos cliques, mostrando dados como produtos mais vendidos, horários de maior movimento, formas de pagamento mais utilizadas e

leia mais

10% do garçom: 8 dúvidas mais comuns sobre essa taxa

O momento da conta chega e, com ele, aquela dúvida que nunca sai de cena: os 10% do garçom são obrigatórios? Como funciona esse valor na prática? E o que o restaurante precisa fazer com ele? Esse adicional, tão comum em bares e restaurantes, ainda gera confusão tanto entre clientes quanto entre donos de negócio. Muitos não sabem se devem repassar, como informar corretamente ou até como calcular esse valor dentro da operação. A verdade é que a cobrança dos 10% envolve regras, expectativas e, em alguns casos, até polêmicas. E entender o que a lei diz evita problemas e melhora a relação com a equipe e com o público. Quer tirar todas as dúvidas sobre o assunto e saber como lidar com essa taxa de forma justa e transparente? Continue a leitura que explicamos tudo. O que é a cobrança dos 10% do garçom? Poucas coisas geram tanta dúvida quanto aquele valor extra que aparece no final da conta. A famosa taxa de serviço, conhecida como os 10%, é um adicional sugerido ao cliente como forma de reconhecer o trabalho da equipe responsável pelo atendimento, especialmente os garçons. Essa cobrança está prevista na legislação trabalhista brasileira, mais especificamente no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De acordo com a lei, o valor pode ser cobrado, desde que o cliente esteja ciente e que o restaurante repasse corretamente essa quantia aos funcionários. Apesar de prevista em lei, a taxa não é obrigatória para o consumidor. Ou seja, o cliente pode recusar o pagamento sem justificativa e sem sofrer qualquer constrangimento por isso. Cabe ao estabelecimento informar, de forma clara, que se trata de uma sugestão e garantir que o valor arrecadado seja distribuído de maneira justa entre a equipe Dúvidas comuns Mesmo sendo uma prática comum no setor de alimentação, a taxa dos 10% do garçom ainda gera muitas dúvidas entre donos de restaurante e clientes. A legislação permite a cobrança, mas há regras, limites e responsabilidades que precisam ser bem compreendidos para evitar confusões ou situações desconfortáveis. A seguir, respondemos às perguntas mais frequentes sobre o tema, sempre com foco no que o restaurante precisa saber para agir com clareza, respeito ao cliente e segurança jurídica. 1. O restaurante deve informar sobre a cobrança? Sim, essa informação precisa estar clara desde o início. A sugestão dos 10% deve ser comunicada no cardápio ou em local visível no estabelecimento. Também é importante aparecer de forma destacada na nota fiscal, identificando que se trata de uma taxa opcional. Essa transparência evita constrangimentos com o cliente e dá segurança jurídica ao restaurante. Vale lembrar que a cobrança só é válida quando o cliente sabe antecipadamente da sugestão. Deixar isso subentendido pode gerar mal-estar e até reclamações formais. Por isso, além de informar, oriente os atendentes a estarem preparados para explicar, se for necessário, sempre com educação e respeito à escolha do cliente. 2. Para onde vai esse valor? Esse valor é destinado à equipe que participou do atendimento, principalmente garçons e auxiliares. Porém, ele não pode ser incorporado ao faturamento do restaurante como se fosse uma receita comum. A lei determina que o valor deve ser repassado aos funcionários, e muitos estabelecimentos fazem essa divisão de forma proporcional entre todos os envolvidos na operação, desde quem atende na mesa até quem está na cozinha. Para garantir clareza, o ideal é formalizar esse processo internamente, com regras bem definidas sobre como será feito o repasse. Isso evita dúvidas entre os colaboradores e cria um ambiente mais justo e transparente dentro da equipe. 3. O que os restaurantes devem observar? O principal ponto é garantir que o valor arrecadado com os 10% seja corretamente distribuído aos funcionários. Além disso, é preciso manter o registro desse repasse de forma clara e acessível, tanto para fins contábeis quanto trabalhistas. Restaurantes que optam por formalizar a divisão no holerite devem seguir o que determina a CLT. Outro cuidado importante é não usar esse valor para cobrir custos operacionais. O ideal é tratá-lo como uma gratificação, respeitando os critérios legais e mantendo um canal aberto com a equipe sobre como a taxa é administrada. Essa prática traz mais segurança para o negócio e evita conflitos futuros. 4. Qual o ponto de vista do cliente? Do lado do cliente, a taxa é vista como um reconhecimento pelo bom atendimento. Muitos aceitam pagar quando percebem dedicação, simpatia e agilidade por parte da equipe. No entanto, quando o serviço não é personalizado ou a cobrança é feita de forma obrigatória, a percepção muda. É importante que o cliente sinta que está contribuindo por vontade própria e que esse valor será realmente repassado a quem atendeu. Por isso, mais do que colocar a taxa na conta, o foco deve estar na experiência como um todo. Atendimento gentil, atenção aos detalhes e agilidade fazem toda a diferença na decisão de incluir ou não os 10%. 5. O cliente pode se recusar? Sim, o cliente pode recusar o pagamento sem precisar apresentar justificativa. Como a taxa de serviço não é obrigatória, ela funciona como uma sugestão e a escolha final sempre será do consumidor. O restaurante deve respeitar essa decisão sem questionamentos ou qualquer tipo de constrangimento. Reações negativas, ainda que discretas, podem gerar reclamações, prejudicar a reputação do estabelecimento e até virar problema jurídico. Por isso, é essencial treinar a equipe para lidar com esse tipo de situação de forma natural e respeitosa. A transparência, mais uma vez, é a melhor forma de manter uma boa relação com o público. 6. Como o valor é calculado? O cálculo é simples: o restaurante aplica 10% sobre o total consumido pelo cliente. Isso inclui todos os itens cobrados na conta, como comidas, bebidas e até taxas fixas, caso estejam no valor final. É importante deixar esse valor separado na nota, indicando que se trata de uma sugestão de taxa de serviço. Alguns estabelecimentos oferecem ao cliente a possibilidade de arredondar o valor, mas isso precisa ser feito com consentimento. Automatizar esse

leia mais

Estoque de restaurante: 7 estratégias para organizá-lo melhor

Um prato bem feito começa muito antes da cozinha. E um dos grandes segredos para manter a operação funcionando é ter o estoque de restaurante sob controle; algo que parece simples, mas que exige atenção constante. Só no Brasil, cerca de 6 mil toneladas de alimentos são desperdiçadas por ano em restaurantes, segundo estimativa da Abrasel. Parte disso acontece por falhas básicas no controle de estoque: produto vencido, compra sem necessidade, itens esquecidos nas prateleiras. Coisas pequenas, mas que somam prejuízos reais no fim do mês. Organizar o estoque vai além de empilhar caixas e anotar o que entra e sai. Envolve método, rotina e decisões mais inteligentes no dia a dia. Quer evitar erros comuns, reduzir perdas e manter tudo em ordem de um jeito mais prático? Siga a leitura e veja como fazer isso funcionar no seu restaurante. Quais os desafios de controle de estoque em restaurantes? Bastam alguns dias de descuido para o caos se instalar: produto vencido, ingredientes em falta no meio do serviço e compras feitas sem necessidade. Controlar tudo o que entra e sai da despensa é um dos pontos mais sensíveis da rotina de um restaurante, e também um dos mais ignorados. O volume de itens que circula diariamente é alto. E não estamos falando só de alimentos. Há também bebidas, embalagens, produtos de limpeza, descartáveis e tudo o que mantém o funcionamento em pé. Sem uma gestão clara, fica difícil saber o que precisa ser reposto, o que está parado e o que está sendo desperdiçado. Outro desafio comum é a falta de padronização. Quando cada colaborador anota de um jeito (ou sequer anota) os dados ficam soltos, dificultando o controle. E quando o estoque não é confiável, decisões como compras, promoções ou ajustes no cardápio acabam sendo feitas sem base real, o que custa caro. Quais itens fazem parte do estoque de restaurante? Não é todo mundo que percebe, mas o estoque de um restaurante vai muito além dos ingredientes usados na cozinha. Ele envolve tudo o que é necessário para manter o funcionamento do dia a dia — desde a produção até o atendimento ao cliente. Ter clareza sobre o que faz parte desse controle é o primeiro passo para evitar surpresas e manter o fluxo bem ajustado. Veja os principais itens que precisam ser acompanhados de perto: Como organizar melhor o estoque do restaurante? Organizar o estoque não é tarefa que se resolve com improviso. Quando tudo está no lugar certo, sobra menos, perde-se menos e a operação flui melhor. A seguir, veja 7 estratégias que facilitam essa organização e evitam os erros mais comuns no dia a dia da gestão. 1. Separe por categorias Dividir os itens por categorias facilita a visualização e o acesso a tudo o que está armazenado. Agrupar alimentos, bebidas, descartáveis, produtos de limpeza e materiais de uso interno em áreas distintas evita confusão e acelera a reposição. Dentro de cada grupo, ainda dá para organizar por tipo, data de validade ou frequência de uso. Isso reduz perdas, melhora o aproveitamento e evita que produtos fiquem esquecidos no fundo da prateleira. A equipe também ganha tempo, já que não precisa procurar ingredientes ou utensílios em meio a caixas misturadas. 2. Cadastre todos os itens Manter um cadastro completo e atualizado de todos os itens é essencial para qualquer tipo de controle. Cada produto deve ter nome, unidade de medida, quantidade mínima para reposição, fornecedor, validade e localização. Isso ajuda a saber exatamente o que está disponível, o que precisa ser comprado e o que está parado há tempo demais. O cadastro também evita compras duplicadas e facilita muito o processo de inventário. Quando esse controle é feito com atenção, o gestor tem mais segurança para tomar decisões e ganha agilidade no dia a dia. 3. Atente-se ao giro das mercadorias Os itens não têm todos o mesmo ritmo de saída. Alguns produtos giram rápido, enquanto outros ficam mais tempo armazenados. Saber quais mercadorias saem com mais frequência ajuda a planejar melhor as compras, evitar excessos e garantir que nada estrague ou vença antes do uso. Itens com alto giro precisam de reposição constante, enquanto os de menor movimento pedem atenção para não acumularem. Observar esse padrão também ajuda a identificar tendências de consumo e ajustar o cardápio conforme a demanda. Além disso, acompanhar o giro evita que o dinheiro fique parado em produtos que não trazem retorno imediato. 4. Armazene corretamente A forma como os itens são armazenados interfere diretamente na durabilidade e na segurança dos alimentos. Alimentos perecíveis precisam de refrigeração adequada e devem ser organizados de modo que os mais antigos sejam usados primeiro. Produtos de limpeza não devem ficar no mesmo espaço que ingredientes ou embalagens. É importante seguir normas de segurança e manter o ambiente sempre limpo, ventilado e protegido contra pragas. A propósito, etiquetas com datas de validade, lote e data de entrada ajudam no controle. Um armazenamento cuidadoso evita contaminações, desperdícios e prejuízos que poderiam ser facilmente evitados com organização. 5. Faça controle diário ou semanal A frequência do controle depende do tamanho e da dinâmica do restaurante, mas ele precisa acontecer com regularidade. No mínimo, é necessário registrar entradas e saídas de produtos semanalmente. Em operações com grande volume, o ideal é fazer esse acompanhamento todos os dias. Isso evita surpresas, como faltar ingredientes no meio do serviço ou descobrir produtos vencidos só na hora de usar. O controle frequente também ajuda a identificar desvios, perdas ou uso excessivo de determinados itens. 6. Realize inventários regularmente O inventário é o momento de comparar o que está registrado com o que realmente existe no estoque. Fazer isso de forma periódica permite identificar erros, perdas não registradas e ajustar os números. É comum encontrar diferenças entre o sistema e a realidade, seja por falhas na entrada de dados, uso fora do padrão ou até desvios. Realizar inventários mensais, quinzenais ou até semanais (dependendo do fluxo) garante mais precisão e evita que os problemas se acumulem. Inclusive, o inventário

leia mais

7 indicadores de desempenho que precisam ser acompanhados de perto

Saber se o negócio está indo bem exige mais do que olhar o movimento do salão ou o total no fim do dia. Os indicadores de desempenho revelam o que está funcionando, onde há gargalos e quais áreas precisam de atenção. São eles que conectam os dados do dia a dia com decisões mais acertadas na gestão. Segundo o Sebrae, esses indicadores ajudam o empresário a entender, de forma concreta, se os objetivos estão sendo alcançados. Isso permite identificar etapas improdutivas e corrigir o rumo antes que o prejuízo apareça. Quer descobrir quais indicadores acompanhar de perto e como usá-los para melhorar a performance do seu restaurante ou bar? Continue a leitura e aproveite esse conteúdo para dar mais direção à sua gestão. O que são indicadores de desempenho? Às vezes, o movimento parece bom, mas o resultado não acompanha. Nessas horas, os números certos mostram o que está por trás da operação e ajudam a entender onde o negócio realmente está acertando ou perdendo eficiência. Os indicadores de desempenho, também conhecidos como KPIs (Key Performance Indicators), são métricas que servem para medir o funcionamento de diferentes áreas da empresa. Eles ajudam a monitorar produtividade, qualidade, vendas, finanças e muito mais, sempre com foco em resultados práticos. Esses dados transformam a rotina em informação útil. Com base neles, o gestor toma decisões com mais clareza, corrige o que atrasa os resultados e direciona melhor os esforços da equipe. É assim que o acompanhamento vira estratégia, e a gestão ganha mais controle. Qual a importância de acompanhar indicadores de desempenho? Os indicadores de desempenho mostram, de forma objetiva, o que está funcionando no negócio e o que precisa ser ajustado com urgência. Quando analisados com regularidade, esses dados ajudam a identificar falhas operacionais, entender o comportamento dos clientes, ajustar metas e otimizar processos. Eles servem como base para decisões mais seguras, tanto no dia a dia quanto no planejamento de médio e longo prazo. Outro ponto importante é que os indicadores revelam padrões. Com o tempo, é possível perceber tendências, avaliar resultados de ações passadas e antecipar problemas. Em vez de agir só quando o prejuízo aparece, o gestor passa a agir antes, com mais estratégia e menos improviso. Quais indicadores de desempenho precisam ser acompanhados? A escolha dos indicadores certos influencia diretamente os resultados do negócio. Cada métrica traz um tipo de informação, que ajuda a avaliar áreas específicas da operação. O segredo está em acompanhar o que realmente impacta a rotina, e não se perder em números que não levam a lugar nenhum. A seguir, veja os principais KPIs que precisam estar no radar de quem quer ter mais controle e resultado. 1. Indicadores de qualidade Esses indicadores mostram como o serviço é percebido por quem mais importa: o cliente. Avaliar a experiência do público ajuda a encontrar falhas que não aparecem nos relatórios financeiros, mas que afetam diretamente a fidelização e a reputação do restaurante. A análise constante permite agir rápido e manter o padrão que atrai e retém clientes. São exemplos de indicadores de qualidade: 2. Indicadores de lucratividade Aqui, o foco é entender se as vendas estão realmente trazendo retorno financeiro. Olhar apenas o faturamento pode enganar, pois é preciso calcular quanto sobra após pagar todos os custos da operação. Isso ajuda a manter as finanças em dia e tomar decisões com base no que gera mais resultado por venda. São exemplos de indicadores de lucratividade: 3. Indicadores de rentabilidade Enquanto a lucratividade avalia o lucro sobre as vendas, a rentabilidade mostra o retorno sobre os investimentos feitos no negócio. Isso ajuda a entender se o dinheiro aplicado está trazendo o retorno esperado e se vale a pena continuar investindo em determinadas áreas. Confira os principais exemplos de indicadores de rentabilidade: 4. Indicadores de competitividade Esses indicadores ajudam a avaliar como o restaurante está posicionado no mercado em relação aos concorrentes. Eles mostram se a marca está crescendo, sendo lembrada e conseguindo atrair novos clientes, além de manter os antigos. Os principais indicadores de competitividade são: 5. Indicadores de capacidade São dados que mostram até onde o restaurante consegue operar com eficiência. Saber a capacidade da equipe e da estrutura ajuda a evitar sobrecarga, atrasos e quedas na qualidade, principalmente em horários de pico ou eventos com grande demanda. São exemplos de indicadores de capacidade: 6. Indicadores estratégicos Esses indicadores acompanham os objetivos maiores do negócio, ligados ao crescimento, expansão e fortalecimento da marca. Eles ajudam a medir se o planejamento de médio e longo prazo está funcionando e onde ainda é preciso ajustar o rumo. Conheça alguns indicadores estratégicos: 7. Indicadores de produtividade Acompanhar a produtividade mostra se o time está sendo bem aproveitado e se os processos estão funcionando sem desperdícios. É uma forma de equilibrar carga de trabalho, otimizar o tempo e manter a operação mais ágil. Veja exemplos de indicadores de produtividade: Como definir os melhores indicadores de desempenho para a empresa? Não é todo número que vale a pena acompanhar. Para que os indicadores de desempenho realmente ajudem na tomada de decisão, eles precisam estar alinhados à realidade e aos objetivos do seu negócio. Isso evita perda de tempo com métricas que não dizem nada e garante foco no que realmente impacta os resultados. O primeiro passo é olhar para os objetivos da empresa. O que você quer alcançar nos próximos meses? Pode ser vender mais, melhorar o atendimento, reduzir custos ou aumentar o lucro de determinados produtos. A partir disso, é possível escolher os indicadores que ajudam a medir esse avanço. Outro ponto importante é considerar o tamanho da operação. Um restaurante com poucos funcionários pode acompanhar métricas mais simples, enquanto negócios maiores talvez precisem de indicadores mais detalhados, como produtividade por turno ou rentabilidade por unidade. Vamos a um exemplo? Imagine um bar com foco em happy hour cuja meta é aumentar o faturamento sem ampliar a estrutura física. Nesse caso, alguns KPIs úteis seriam: Também vale envolver a equipe nessa escolha. Perguntar aos gestores ou responsáveis de

leia mais

Como fazer análise SWOT para restaurantes? Confira o passo a passo

Todo restaurante passa por fases em que repensar os rumos do negócio se torna inevitável. Nessas horas, entender como fazer análise SWOT pode ser o que faltava para tomar decisões com mais clareza e segurança. Segundo o Sebrae, aplicar esse método traz vantagens práticas, como identificar fraquezas e ameaças com mais rapidez, melhorar os produtos e serviços já oferecidos, planejar com mais precisão e escolher ações mais certeiras para atrair e fidelizar clientes. Tudo isso de forma visual, direta e aplicável à rotina do restaurante, sem fórmulas complicadas nem suposições soltas. Quer colocar tudo isso em prática no seu negócio? Continue a leitura e aproveite o passo a passo. O que é análise SWOT? Entender os bastidores do próprio negócio é tão importante quanto oferecer um bom prato. E a análise SWOT permite um olhar claro sobre tudo o que influencia o desempenho do restaurante, tanto internamente quanto do lado de fora. A sigla vem do inglês e significa: Funciona assim: você mapeia os pontos fortes e fracos que fazem parte da rotina do seu restaurante, como a qualidade dos pratos, o atendimento, a estrutura ou a falta de um sistema de gestão, por exemplo. Em seguida, observa o que está acontecendo fora, como o crescimento de uma tendência gastronômica pode ser uma boa oportunidade, enquanto o aumento da concorrência no bairro entra como ameaça. Com esse retrato completo, fica mais fácil tomar decisões com base em fatos e não só em sensação ou suposição. Quais as principais vantagens da análise SWOT? Olhar para o negócio com mais clareza nem sempre depende de ferramentas complexas. Às vezes, uma boa organização das ideias já revela o que está travando o crescimento e o que pode ser melhor aproveitado. É isso que a análise SWOT oferece. Ao colocar no papel os pontos fortes, as fraquezas internas, as oportunidades de mercado e os riscos externos, o restaurante passa a tomar decisões mais seguras. Isso vale tanto para mudanças simples, como ajustar o cardápio, quanto para movimentos maiores, como reformar o espaço ou abrir uma nova unidade. Outro benefício é o alinhamento da equipe. Quando todos entendem onde o negócio está bem e onde precisa melhorar, fica mais fácil trabalhar junto, com objetivos claros. A análise SWOT também evita que boas oportunidades passem despercebidas ou que ameaças sejam ignoradas por falta de atenção. O resultado é mais foco, mais controle e menos desperdício de tempo e dinheiro em tentativas que não levam a lugar nenhum. Quando utilizar a ferramenta no restaurante? Toda decisão importante no restaurante merece ser pensada com calma e com base em dados reais, não só na intuição. Nessas horas, a análise SWOT ajuda a organizar o cenário e entender qual o melhor caminho a seguir. Um bom momento para usar a ferramenta é antes de lançar um novo cardápio. Com ela, dá para avaliar se o time está preparado, se há espaço no mercado para as novidades e se os custos estão dentro do que o restaurante consegue bancar. O mesmo vale quando se pensa em mudar o posicionamento da marca, como trocar o foco do público-alvo ou reformular o ambiente para atrair um novo perfil de cliente. Quedas ou estagnação nas vendas também são sinal de alerta. A análise ajuda a identificar se o problema vem de dentro, como atendimento, cardápio pouco atrativo, gestão financeira fraca, ou de fora, como aumento da concorrência, mudanças no perfil do público, alterações no entorno. Outros momentos ideais são: Como fazer a análise SWOT? Colocar a análise SWOT em prática é mais simples do que parece. Mas, para isso, é preciso ter atenção aos detalhes da operação e do mercado, sem pressa e com olhar crítico. O objetivo é montar um retrato sincero da situação atual do restaurante para tomar decisões mais certeiras. A seguir, veja o passo a passo para aplicar essa ferramenta de forma prática e sem complicação. Levante os pontos fortes do seu restaurante Comece olhando para dentro. Quais são os aspectos que funcionam bem e ajudam o negócio a crescer? Aqui entram fatores que diferenciam seu restaurante dos concorrentes e que geram bons resultados. Pode ser um cardápio autoral, uma equipe bem treinada, boa reputação no bairro, alto índice de retorno dos clientes ou um sistema de atendimento ágil. O importante é listar tudo que representa uma vantagem competitiva. Identifique as fraquezas que atrapalham a operação Depois, reconheça os pontos que precisam de atenção. Nem sempre é fácil admitir falhas, mas esse passo é indispensável para evoluir. Fraquezas podem ser desde a falta de controle de estoque, demora no atendimento, estrutura limitada, até ausência de divulgação digital ou falta de padronização nos processos. Aqui vale escutar a equipe e os clientes para ter uma visão mais completa. Observe as oportunidades ao redor Agora, é hora de olhar para fora. Quais movimentos do mercado podem beneficiar o seu restaurante? Quais tendências, comportamentos ou situações externas podem abrir portas para o crescimento? Exemplos de oportunidade pode ser o crescimento da busca por pratos veganos, alta na procura por experiências gastronômicas únicas, aumento do turismo na região, eventos locais, novos canais de venda, entre outros. Avalie as ameaças externas Por fim, liste os riscos que estão fora do seu controle, mas que afetam o desempenho do restaurante. São fatores que exigem atenção constante para não prejudicarem o negócio. Entre as ameaças mais comuns estão o aumento da concorrência na região, alta nos custos de insumos, mudanças na legislação, queda no poder de compra dos clientes e crises econômicas. Ao organizar essas quatro categorias de forma visual, como em uma matriz com dois eixos, fica mais fácil enxergar o que precisa ser reforçado, corrigido, aproveitado ou monitorado. Esse mapa ajuda a guiar as próximas decisões com mais clareza e menos incerteza. Como usar a análise SWOT em restaurantes? Aplicar a análise SWOT é só o começo. O passo seguinte é usar as informações para direcionar as próximas ações do restaurante. O grande valor da ferramenta está justamente na interpretação, entender como cada

leia mais

7 passos para criar um cardápio QR Code para o restaurante

Nada de folhear páginas plastificadas ou esperar o garçom trazer o menu. Com o cardápio QR code, o cliente aponta a câmera do celular e, em segundos, já está navegando pelas opções. Segundo a plataforma QRCodeChimp, restaurantes que adotam esse modelo veem um aumento médio de 20% nos gastos por cliente, já que a visualização digital facilita a escolha de adicionais e promoções. Prático, rápido e cada vez mais comum no dia a dia de restaurantes de todos os tamanhos. Esse formato digital facilita a atualização dos pratos e agiliza o atendimento e ainda dá uma cara mais moderna ao negócio. E o melhor é que qualquer restaurante pode adotar, com um processo simples e acessível, desde que siga alguns cuidados para garantir que tudo funcione bem. Mas, mesmo com o QR code em ação, vale manter algumas versões físicas para atender quem prefere o modo tradicional. Assim, você garante que todos os clientes sejam bem atendidos, independentemente do perfil ou da familiaridade com tecnologia. Acompanhe o post e aprenda como criar o seu cardápio digital do zero, sem complicação. Por que adotar um cardápio QR code? Bastam alguns segundos com o celular na mão para o cliente ter acesso ao menu completo sem precisar esperar, chamar alguém ou manusear um cardápio físico. É por isso que tantas casas têm apostado no cardápio QR code como parte da experiência. E os motivos vão muito além da praticidade. Um dos maiores benefícios é a agilidade no atendimento. Com o cardápio digital, o cliente consulta as opções no próprio tempo, decide com mais tranquilidade e já pode sinalizar o pedido com mais segurança. Isso reduz o tempo de permanência na mesa, melhora o giro e desafoga a equipe, especialmente nos horários de pico. Outro ponto importante é a flexibilidade para atualizar as informações. Mudou o preço? Acabou o ingrediente? Lançou um prato novo? Com o cardápio impresso, toda mudança vira dor de cabeça. Com o QR code, basta ajustar o arquivo online e pronto, todo mundo acessa a nova versão imediatamente. Sem falar na economia com impressão e na possibilidade de incluir fotos, descrições completas, sugestões de harmonização ou até links para avaliações. Tudo isso valoriza o produto e contribui para uma escolha mais consciente, o que, muitas vezes, aumenta o ticket médio. Isso sem mencionar que o visual moderno do QR code transmite inovação e mostra que o restaurante acompanha as preferências do público atual, que já está acostumado com soluções digitais no dia a dia. Quem pode usar? Qualquer restaurante pode adotar o cardápio QR Code, de lanchonetes e cafeterias a bares, bistrôs, hamburguerias, casas de eventos e redes de fast food. O formato funciona tanto para quem tem atendimento no salão quanto para quem trabalha com delivery ou retirada no balcão. Não importa o tamanho do negócio ou o tipo de comida servida. Basta ter um menu digitalizado, um link estável e um QR code bem posicionado. O importante é garantir que a leitura seja fácil e que a navegação no cardápio funcione bem em qualquer celular. Ou seja, se o seu público usa o smartphone no dia a dia, o cardápio digital já faz sentido. É uma solução acessível, funcional e que se adapta a diferentes realidades, mesmo nas operações mais enxutas. Como criar um cardápio QR Code? Ter um cardápio QR code é bem mais simples do que muita gente imagina. Com alguns cuidados básicos e um pouco de organização, é possível criar um menu digital funcional, bonito e fácil de acessar, mesmo para quem nunca mexeu com tecnologia. A seguir, veja um passo a passo para colocar essa ideia em ação. 1. Organize o conteúdo do seu cardápio Antes de pensar na parte visual ou digital, revise o conteúdo. Isso inclui nome dos pratos, descrição dos ingredientes, preços atualizados e categorias (entradas, principais, sobremesas, bebidas, etc.). Aproveite para eliminar itens que quase não saem e destacar os mais vendidos. Quanto mais claro, direto e bem distribuído for o cardápio, melhor será a experiência do cliente. Uma boa estrutura também facilita a navegação e evita dúvidas durante o pedido. 2. Digitalize o cardápio Com o conteúdo organizado, transforme essas informações em um arquivo digital. Pode ser em PDF, imagem ou até em formato HTML, dependendo da ferramenta que você vai usar. O importante é que o layout seja limpo, legível em telas pequenas e leve para carregar. Evite excesso de informações, use fontes simples e destaque os itens com fotos e cores que combinem com a identidade visual do seu restaurante. Se não tiver equipe interna, dá para contratar um designer ou usar modelos prontos online, que já vêm com formatos otimizados para celular. 3. Crie um formato digital Aqui você escolhe como o seu cardápio será apresentado. Pode ser um arquivo em PDF, um site simples, uma página dentro do seu próprio site ou uma plataforma de cardápio digital que já oferece estrutura pronta. O ideal é que o conteúdo seja adaptável para celulares, tenha boa velocidade de carregamento e permita atualizações fáceis sempre que for necessário. Lembre-se de testar como o cardápio aparece em diferentes dispositivos. O que funciona bem no computador pode travar ou desconfigurar no celular, e isso pode atrapalhar a experiência do cliente. 4. Hospede o cardápio online Com o arquivo pronto, você precisa colocá-lo em um link acessível. Pode ser no seu próprio site, em uma ferramenta de armazenamento em nuvem (como Google Drive ou Dropbox), ou em plataformas específicas de cardápio digital, que oferecem muitas vezes planos gratuitos para pequenos negócios. O mais importante é garantir que o link esteja sempre ativo e carregue rápido, mesmo com internet instável. Evite arquivos pesados ou páginas com excesso de elementos, pois a experiência precisa ser simples e direta. Quanto menos cliques entre o QR code e o pedido, melhor. 5. Gere o QR Code Existem diversas ferramentas gratuitas para gerar QR codes com o link do cardápio. Basta colar o endereço e salvar o código em boa resolução. Algumas plataformas de

leia mais

Aprenda como calcular a margem de lucro do seu estabelecimento

Quem tem um negócio sabe que vender bastante não garante dinheiro no bolso. Parece estranho, mas acontece mais do que deveria. Em um cenário onde o varejo projeta um crescimento modesto de até 2%, segundo dados do UOL, entender como calcular margem de lucro se torna ainda mais importante para manter o negócio saudável. Sem esse controle, qualquer decisão vira suposição e isso custa caro. A margem de lucro mostra se o que você vende está, de fato, trazendo retorno. É ela que aponta o quanto sobra de verdade depois de pagar fornecedores, impostos e outras despesas. Quando você entende como fazer esse cálculo, consegue identificar o que vale a pena manter, onde dá para melhorar e até quanto cobrar. Fique por aqui, que a gente vai explicar tudo com clareza. Vamos entender como fazer esse cálculo e encontrar caminhos para aumentar o que sobra no fim do mês. Tópicos: O que é margem de lucro? Sabe aquele valor que realmente fica com você depois de pagar tudo o que precisa? É disso que estamos falando. A tal da margem de lucro é, basicamente, a parte do dinheiro que sobra quando os custos já foram quitados. Ou seja, não é o que entra no caixa — é o que permanece depois que todas as contas foram pagas. Imagina que um bar vende uma porção de batata frita por 30 reais. Para preparar, ele gasta 10 reais com ingredientes, óleo, embalagem e gás. Esses 20 reais que restam não são lucro direto, já que ainda tem luz, aluguel, equipe e outras despesas. Mas, depois de tirar tudo isso, o que sobrou de verdade é a margem de lucro, ou seja, o dinheiro que o negócio realmente ganhou com aquela venda. Então, é ela que mostra, com clareza, se o que está sendo vendido está trazendo retorno ou não. Qual a importância da margem de lucro? Vender muito não garante lucro. E essa é uma das confusões mais comuns entre donos de negócios. A margem de lucro serve justamente para mostrar a diferença entre faturar e realmente ganhar dinheiro. Quando ela está clara, fica mais fácil entender se o preço cobrado está correto, se os custos estão sob controle e se o negócio está indo bem de verdade. Sem esse número, tudo vira suposição. O restaurante pode estar cheio, os pedidos podem estar saindo sem parar, mas no final do mês, o saldo não acompanha o ritmo. Isso acontece porque nem sempre o volume de vendas se traduz em retorno financeiro real. A margem de lucro funciona como um sinal de alerta e, ao mesmo tempo, como um guia. Ela ajuda o gestor a tomar decisões mais certeiras e a evitar erros que, com o tempo, pesam no bolso. Como calcular a margem de lucro? Muita gente sente um nó na cabeça só de ouvir a palavra “cálculo”. Mas, quando o assunto é margem de lucro, a conta não precisa ser complicada. Na prática, entender esse número pode ajudar o gestor a enxergar se o preço está justo e se o negócio está, de fato, gerando retorno. Para calcular a margem de lucro, é preciso ter atenção a alguns pontos. Vamos por partes, com explicações simples e diretas. Depois de entender a lógica, tudo começa a fazer sentido. Passo 1: descubra o custo total do produto ou serviço Antes de falar em lucro, é preciso saber quanto custa oferecer o que você vende. E isso vai além do valor pago ao fornecedor. O custo total inclui tudo o que foi necessário para produzir ou entregar aquele item, como ingredientes, embalagens, energia, gás, mão de obra, taxas, aluguel proporcional e outros gastos operacionais. Por exemplo, um lanche vendido por 25 reais pode ter um custo direto de 9 reais com os ingredientes, mas esse valor sobe para 15 reais quando se consideram os custos indiretos envolvidos. Passo 2: defina o preço de venda Essa é a parte mais visível para o cliente, mas nem sempre é pensada de forma estratégica. O preço de venda deve cobrir todos os custos e ainda gerar lucro. Se o valor for calculado no olhômetro ou baseado apenas na concorrência, o risco de prejuízo é grande. Voltando ao exemplo do lanche: se ele custa 15 reais para ser produzido e é vendido por 25, há uma diferença de 10 reais entre o custo e o valor cobrado. Mas esse número ainda não é a margem de lucro, pois falta mais um passo. Passo 3: aplique a fórmula da margem de lucro Agora, sim, vem a conta. A fórmula é simples: margem de lucro (%) = (lucro / preço de venda) x 100 Usando o exemplo do lanche, temos: preço de venda: R$ 25 custo total: R$ 15 lucro: R$ 10 (25 – 15) Aplicando na fórmula: (10 / 25) x 100 = 40% Ou seja, a margem de lucro desse produto é de 40%. Esse número mostra qual a porcentagem do preço de venda representa, de fato, o ganho do negócio. Como aumentar a margem de lucro? Quando a margem está baixa, cada decisão interfere diretamente no que sobra no fim do mês. Ajustes pontuais no funcionamento do negócio podem aumentar os ganhos por produto, melhorar o uso dos recursos e até reduzir perdas que passam despercebidas no dia a dia. Não se trata apenas de vender mais, mas de vender melhor, com mais retorno em cada venda. A seguir, veja ações práticas que ajudam a melhorar esse resultado de forma clara e possível. Reveja e reduza custos operacionais Nem sempre é preciso cortar, mas entender onde o dinheiro está indo já muda muita coisa. Gasto com energia, desperdício de insumos, compras feitas sem planejamento… tudo isso pesa. Um bom começo é fazer um levantamento mensal das despesas e identificar o que pode ser revisto. Às vezes, trocar fornecedores ou negociar prazos já traz um alívio no caixa. Negocie com fornecedores Muita gente se acostuma com o mesmo fornecedor por comodidade. Mas revisar esses contratos com frequência

leia mais

Marketing para restaurante: 11 melhores estratégias para atrair clientes

Restaurante cheio todo dia não depende só de comida boa. Com o mercado cada vez mais concorrido, apostar em marketing para restaurante virou parte da sobrevivência. Quem não se comunica, não aparece. E quem não aparece, vende menos. Atrair novos clientes, manter os antigos por perto e transformar o nome do seu negócio em referência exige mais do que promoções pontuais ou postagens aleatórias. É preciso ter estratégia, entender o comportamento do público e usar os canais certos para criar conexão e desejo. Seja para divulgar o cardápio, se destacar nas buscas do Google ou fortalecer a imagem da marca, o marketing certo faz o restaurante crescer de forma mais segura, com mesas ocupadas e caixa em movimento. Continue a leitura e descubra quais estratégias realmente funcionam para quem quer vender mais todos os dias. Por que apostar em estratégias de marketing para restaurantes? No dia a dia corrido da cozinha, pode até parecer que “fazer bem feito” já é o bastante. Mas, sem presença, nem o prato mais elogiado atrai sozinho. Ter boas estratégias de divulgação é o que mantém o restaurante visível, competitivo e lembrado, mesmo com tanta oferta por aí. O marketing aproxima o público, reforça a identidade da marca e mostra o valor do que você entrega. Ele ajuda a destacar seus diferenciais, ocupar espaço nos buscadores e construir uma relação de confiança com quem ainda nem entrou no salão. Com ações bem direcionadas, o movimento não fica refém de datas especiais ou do boca a boca. A casa passa a vender de forma mais constante e com menos esforço para atrair clientes novos. Então, mais do que divulgar, é sobre criar oportunidades reais de venda todos os dias. E isso começa com uma estratégia inteligente. Quais as melhores estratégias de marketing para restaurantes? Comer fora já não é só sobre matar a fome; é sobre viver uma experiência, descobrir sabores e se conectar com marcas que entregam mais do que um prato bonito. E para se destacar nesse cenário, não basta abrir as portas e esperar o movimento, pois é preciso estratégia. A seguir, veja 11 formas de fazer seu restaurante ser visto, lembrado e frequentado com mais frequência. 1. Análise de mercado Antes de investir em qualquer ação, é importante entender o cenário. Quem é o seu público? Quais são os concorrentes da região? O que já está funcionando por aí e o que está sendo ignorado? Com esse tipo de leitura, fica mais fácil definir o tom da comunicação, o posicionamento da marca e até o tipo de conteúdo que mais engaja. 2. Criação da identidade da marca Nome, logo, cardápio, ambiente, tom de voz nas redes — tudo isso precisa conversar entre si. Um restaurante com personalidade bem definida se diferencia mais facilmente, porque transmite segurança e consistência. E isso vale tanto para um bistrô mais sofisticado quanto para um barzinho descontraído de bairro. 3. Presença digital Há uma máxima que diz que quem não é visto, não é lembrado. Estar nas redes sociais com fotos atrativas, legendas bem escritas e atualizações constantes ajuda a manter o restaurante em destaque. Mostrar bastidores da cozinha, pratos do dia, feedbacks de clientes e promoções pontuais são formas simples de manter a conexão com o público. E o mercado já entendeu isso: em 2025, o marketing digital se tornou a principal prioridade tecnológica para 46% dos operadores de bares e restaurantes no Brasil, segundo dados do Mundo Food Service. 4. Google Meu Negócio Aquele mapa que aparece quando alguém busca “restaurante perto de mim” tem mais peso do que parece. Manter a ficha atualizada com horário de funcionamento, telefone, cardápio e boas fotos ajuda o restaurante a aparecer mais nas buscas locais. E ainda permite receber avaliações que influenciam diretamente a decisão de quem está procurando onde comer. 5. Eventos exclusivos Criar datas especiais pode movimentar o salão mesmo fora dos horários de pico. Uma noite de caldos no inverno, um rodízio temático ou um menu degustação fechado são ações que despertam curiosidade e atraem novos públicos. Eventos assim também geram conteúdo para redes sociais e podem virar tradição. 6. Programas de fidelidade Cartão virtual, QR code ou carimbo na comanda: não importa o formato. O importante é recompensar quem volta. Um programa simples de fidelidade estimula o cliente a retornar e aumenta o ticket médio com pouco esforço. Oferecer um prato após certo número de visitas ou um combo com desconto exclusivo já faz diferença. 7. Publicidade paga Investir em anúncios segmentados nas redes sociais ou no Google permite alcançar um público que ainda não conhece o restaurante, mas tem perfil para se interessar. É possível escolher a região, faixa etária, horários e até preferências alimentares. Com um orçamento enxuto e bem direcionado, os resultados podem ser rápidos. 8. Marketing de conteúdo Produzir conteúdo útil e interessante reforça a autoridade da marca. Um restaurante pode, por exemplo, compartilhar receitas simples, curiosidades sobre os ingredientes ou dicas de harmonização. Isso aumenta o engajamento, melhora o posicionamento nas buscas e atrai seguidores que podem se transformar em clientes. 9. Marketing de influência Parcerias com influenciadores locais são uma forma eficiente de gerar visibilidade. O ideal é buscar perfis que tenham credibilidade com o público da região e que realmente se conectem com a proposta do restaurante. Uma visita bem divulgada pode gerar movimento imediato e aumentar o alcance da marca de forma natural. 10. Marketing de experiência O atendimento, a ambientação e o cuidado com os detalhes criam memórias. Oferecer um atendimento gentil, manter a música ambiente agradável ou surpreender com um mimo na sobremesa são formas de encantar. E cliente encantado volta, indica e posta nas redes sociais. 11. Personalização de estratégias Não existe fórmula única. O que funciona para um café artesanal pode não servir para um rodízio de pizza. Por isso, acompanhar os resultados de cada ação e adaptar conforme o comportamento do público é o que torna a estratégia realmente eficiente. A personalização é o que transforma tentativa em acerto. Como

leia mais

Software PDV: saiba como implementar no seu negócio

Pedido parado, fila crescendo, equipe se enrolando com comandas. Se esse cenário soa familiar, talvez seja hora de considerar o uso de um software PDV. Mais do que registrar vendas, essa solução ajuda a organizar o atendimento, controlar o estoque e manter o caixa sob controle, tudo de forma simples e integrada. Ao automatizar processos do dia a dia, o sistema reduz erros, acelera o atendimento e facilita a gestão do negócio, mesmo quando o movimento aperta. E o melhor é que dá para acompanhar tudo em tempo real, direto da tela do computador ou do celular. Mas com tantas opções no mercado, como saber qual sistema escolher? A resposta está nos detalhes e nas necessidades reais da sua operação. Continue a leitura e veja o que considerar na hora de escolher e implementar o software ideal para o seu negócio. Para que serve um software PDV? Cuidar de um negócio exige atenção em muitos pontos ao mesmo tempo, e quanto mais tarefas se acumulam, maior o risco de erro, atraso ou retrabalho. Um sistema de frente de caixa vem justamente para resolver essa equação, pois ele automatiza processos que antes eram manuais e dá mais clareza sobre tudo o que acontece no dia a dia da operação. O software PDV serve, primeiro, para registrar vendas de forma rápida e organizada. Mas seu papel vai muito além disso. Ele conecta atendimento, estoque, formas de pagamento e relatórios em um só lugar, facilitando a rotina de quem precisa vender e, ao mesmo tempo, manter o controle do negócio. Com essa ferramenta, você consegue acompanhar os pedidos em tempo real, emitir nota fiscal eletrônica, atualizar o estoque automaticamente e até acessar dados de venda por período, produto ou forma de pagamento. Além de reduzir falhas, isso também ajuda na tomada de decisões mais assertivas. Para quem trabalha com food service, varejo ou eventos, esse tipo de sistema permite agilidade no atendimento e segurança nas informações. Tudo flui com mais leveza, da primeira interação com o cliente até o fechamento do caixa Quais as vantagens de um software PDV? Atender bem, vender com agilidade e manter o controle financeiro são metas de todo gestor, e o uso de um sistema adequado facilita muito esse processo. Quando o PDV certo entra na rotina, o negócio ganha fôlego, eficiência e mais organização. Os principais benefícios de contar com um software PDV no dia a dia são: Esse padrão impacta diretamente os resultados. Segundo uma pesquisa da Salesforce divulgada pela Nexcore, 85% dos tomadores de decisão afirmam que um atendimento padronizado e personalizado aumenta a rentabilidade, pois melhora a satisfação do cliente e estimula a fidelização. Como escolher um software PDV ideal? Na hora de escolher um sistema para o seu negócio, não dá para decidir só pelo preço ou pela primeira recomendação que aparecer. O ideal é avaliar com calma o que o sistema entrega, o que você realmente precisa e como essa escolha vai impactar a rotina da operação. Abaixo, veja os principais pontos que merecem atenção antes de contratar um software PDV. Necessidades do negócio Antes de qualquer coisa, é preciso entender a sua realidade. Um food truck, por exemplo, tem demandas diferentes de um restaurante com salão ou de uma loja de conveniência em shopping. O sistema ideal é aquele que atende o tipo de venda, o volume de movimento e a dinâmica da equipe, nem mais, nem menos. Avaliar isso logo no início evita contratar soluções cheias de funções que você não vai usar ou, pior, que faltam recursos básicos para o seu dia a dia. Funcionalidades Cheque se o sistema oferece tudo que você precisa: emissão de nota fiscal, controle de estoque, relatórios, integração com delivery, formas de pagamento variadas, entre outros. Um PDV eficiente vai além de registrar vendas, pois deve ajudar a organizar toda a operação. A dica é montar uma lista com as funções que são indispensáveis para o seu negócio e verificar quais delas o sistema cobre de fato. Facilidade de uso Não é todo mundo da equipe que tem intimidade com tecnologia. Por isso, a ferramenta precisa ser prática, intuitiva e rápida de entender. Um sistema complicado pode atrasar o atendimento e até gerar erros por falha humana. Prefira soluções com interface simples, menus diretos e navegação fluida. Se a equipe aprende em poucos minutos, você economiza tempo e reduz a necessidade de treinamento constante. Possibilidade de integração Quanto mais o sistema conversa com outros canais, melhor. Verifique se o PDV permite integração com balanças, leitores, plataformas de delivery, meios de pagamento, emissão de nota fiscal e até controle de cozinha, como o KDS. A integração facilita a rotina e reduz o retrabalho, já que as informações fluem entre os sistemas sem precisar digitar tudo de novo. Suporte técnico Problemas podem acontecer e, quando ocorrem no meio do expediente, você precisa de um suporte que resolva rápido. Dê preferência a empresas que oferecem atendimento em canais acessíveis como WhatsApp, telefone ou chat, com agilidade e gente de verdade do outro lado. O suporte é indispensável, principalmente nos primeiros dias de uso ou em eventos com grande volume de vendas. Custo-benefício Nem sempre o sistema mais barato é o melhor. Avalie o que está incluído no plano, o nível de suporte, a qualidade das atualizações e a estabilidade do sistema. O ideal é encontrar uma solução que entregue o máximo de recursos com o menor custo possível, mas sem abrir mão da confiança. Fique atento também a taxas escondidas, cobranças extras por emissão de nota ou limite de usuários. Lembre-se de que a transparência no contrato é essencial. Segurança e armazenamento em nuvem Com os dados da operação ali no sistema, a segurança precisa ser prioridade. Verifique se o software tem backup automático, criptografia e controle de acesso. Soluções que funcionam em nuvem permitem acessar o sistema de qualquer lugar e protegem as informações mesmo em caso de queda de energia ou falha no computador. Além disso, dispensam instalações complexas e atualizações manuais. Como ocorre

leia mais

Como montar uma dinâmica de vendas rápida no seu evento

Evento lotado, atenção disputada, tempo contado. Em contextos assim, cada segundo importa, e montar uma dinâmica de vendas rápida e eficaz pode aumentar a conversão logo nos primeiros contatos com o público. Enquanto algumas marcas ainda tentam chamar atenção, outras já estão vendendo. O segredo está na forma como o produto é apresentado, na agilidade para atender e na estrutura por trás da abordagem. Quando o processo é simples, direto e bem executado, o público responde mais rápido e as vendas acompanham esse ritmo. Quem organiza eventos sabe que a oportunidade passa depressa. Se o planejamento comercial estiver alinhado, dá para transformar interesse em resultado ainda durante a ação. Continue a leitura e descubra como montar uma dinâmica que estimula o público e gera vendas em tempo real. O que é uma dinâmica de vendas rápida? Em evento, tudo acontece depressa. As pessoas chegam, circulam, olham, interagem e seguem adiante. E é nesse intervalo curto que a oportunidade de venda aparece. A dinâmica de vendas rápida é justamente a estratégia pensada para aproveitar esse tempo limitado de forma objetiva e eficiente. O foco aqui não é insistir ou argumentar demais. A ideia é criar um ponto de contato direto, com uma abordagem clara, uma oferta fácil de entender e um caminho simples para o fechamento. É quase como um pitch de poucos segundos onde você precisa despertar o interesse, mostrar valor e facilitar a decisão, tudo de maneira leve, sem pressão. Esse tipo de ação funciona muito bem em feiras, ativações, convenções e eventos corporativos em geral. Com o público em movimento e muitas distrações por perto, quem consegue atrair, comunicar e vender de forma ágil sai na frente. Quando bem montada, essa estrutura aumenta as chances de conversão e reduz aquele clássico “vou dar uma volta e depois volto”, que raramente se confirma. Como engajar o público rapidamente? Atrair a atenção do público em um evento não é só questão de sorte; é construção. Quem quer vender precisa ser visto, compreendido e lembrado, tudo em poucos segundos. E isso só acontece quando alguns elementos estão bem alinhados logo no primeiro contato. A seguir, veja o que ajuda a gerar engajamento imediato. Posicionamento visual estratégico do ponto de venda O espaço onde a venda acontece precisa ser pensado para chamar atenção sem poluir. Isso inclui desde a escolha da localização dentro do evento até a disposição dos itens e elementos visuais. Um PDV móvel bem posicionado ou um balcão com visual claro e chamativo já cria uma primeira barreira de atração. A ideia é que a pessoa bata o olho e entenda rapidamente o que está sendo oferecido e por que vale a pena parar ali. Comunicação direta e focada em benefícios Texto demais confunde. A comunicação deve ir direto ao ponto, destacando o que o público ganha ao consumir ali: agilidade, exclusividade, preço especial ou experiência. Frases como “pedido pronto em 2 minutos”, “combo do dia com desconto” ou “leve agora, ganhe um brinde” são simples, mas eficazes. Quanto mais claro o valor da oferta, maior a chance de captar a atenção de quem passa. Apresentação rápida e bem treinada da equipe O time que está no atendimento precisa estar preparado para explicar, oferecer e fechar a venda com agilidade, sem enrolação, mas também sem parecer apressado. Um vendedor bem alinhado transmite segurança e cria conexão mesmo com quem só parou por curiosidade. Treinar a equipe para fazer uma abordagem leve, simpática e objetiva é parte fundamental da dinâmica. Isso torna o processo mais fluido para quem vende e mais convidativo para quem escuta. Como estruturar uma abordagem clara, objetiva e voltada para ação? Vender rápido não significa ser insistente; significa ser direto. Uma abordagem bem construída cria um caminho claro entre o interesse e a compra, guiando o cliente sem que ele sinta pressão. Em eventos, esse tipo de discurso é ainda mais importante, porque o tempo é curto e a atenção do público, disputada. A seguir, veja como montar uma abordagem objetiva e prática. Roteiro de venda curto e eficaz Antes de abordar qualquer cliente, a equipe precisa saber exatamente o que falar. Um roteiro bem montado tem três elementos: Vamos a um exemplo para você entender melhor: “Boa tarde! Estamos com uma promoção exclusiva só para hoje: combo especial com bebida e sobremesa com 15% de desconto. Posso te mostrar rapidinho?” Esse tipo de frase informa, gera interesse e convida o cliente a se engajar sem parecer forçado. Uso de perguntas que conduzem à escolha Em vez de perguntas abertas como “posso te ajudar?”, prefira alternativas que levem o cliente a pensar sobre a compra. Perguntas como “prefere a versão individual ou o combo completo?” ou “prefere retirar na hora ou deixar reservado para depois?” fazem com que a pessoa visualize a ação e facilite a tomada de decisão. Esse tipo de abordagem reduz a inércia e estimula respostas mais próximas do “sim”. Simplicidade na oferta e no pagamento Evite apresentar muitas opções ou promoções ao mesmo tempo. Em uma dinâmica rápida, menos é mais. Escolha os itens mais relevantes, comunique de forma objetiva e ofereça formas de pagamento práticas, como aproximação, QR Code ou Pix. Quando a pessoa entende tudo de forma rápida e percebe que a compra pode ser feita sem esforço, a conversão se torna muito mais natural. Como usar ferramentas digitais para agilizar as vendas? Quando a estrutura tecnológica acompanha o ritmo do evento, o atendimento flui melhor e a venda acontece com menos atrito. As ferramentas digitais não estão ali só para “modernizar”, pois elas aceleram processos, reduzem filas, evitam erros e ajudam a manter tudo sob controle, mesmo em momentos de pico. Quer ver como esses recursos podem ser aplicados na prática? PDV móvel para atender sem fila Com o uso de dispositivos móveis, como tablets ou terminais portáteis, a equipe consegue se mover pelo evento e realizar vendas em diferentes pontos, sem precisar concentrar o atendimento em um único lugar. Isso é ainda mais útil em eventos com

leia mais

Inovação em eventos corporativos: como a automação comercial melhora a experiência?

Fila longa, pedido errado, atraso no atendimento. Em eventos corporativos, esses problemas ainda são comuns, mas já não precisam mais fazer parte da rotina. Com o uso de tecnologias como PDVs móveis e sistemas de automação integrados, a experiência do público melhora, o fluxo fica mais leve e a organização ganha mais controle sobre tudo o que acontece no evento. A automação está mudando o jogo nos bastidores, pois dá para acompanhar vendas em tempo real, controlar estoque com precisão e reduzir erros que antes pareciam inevitáveis. Tudo isso com agilidade, segurança e menos dor de cabeça para quem está na operação. Shows, feiras, congressos e ativações de marca já estão colhendo os resultados dessas mudanças. Continue a leitura e veja como essas soluções estão transformando eventos do planejamento ao pós-venda. Como a automação melhora a experiência do público em eventos? Em evento bom, ninguém quer perder tempo. O público quer circular, aproveitar, consumir com facilidade e ser bem atendido. Quando tudo isso acontece sem fila, sem erro no pedido e com pagamento rápido, a experiência melhora. A automação torna isso possível porque organiza processos, agiliza o atendimento e garante que tudo funcione de forma fluida do começo ao fim. A seguir, entenda como a tecnologia pode transformar o atendimento no ponto de venda. Atendimento rápido com PDVs móveis Em vez de deixar o público preso a balcões fixos, os PDVs móveis permitem levar o atendimento até onde o cliente está. Isso é ainda mais útil em eventos com grande circulação de pessoas ou múltiplas áreas de consumo, como festas de empresas, feiras e ativações de marca. O garçom ou operador realiza o pedido e o pagamento direto no dispositivo, sem papel, sem demora e com o pedido já indo para a produção. Integração com formas de pagamento digitais Aceitar só dinheiro em evento hoje em dia é quase um convite para perder vendas. Com a automação, os sistemas se integram a carteiras digitais, cartões, QR code e até pagamento por aproximação. A maioria dos brasileiros (84%) já usa carteiras digitais, e 47% já pagaram contas por esse meio, segundo dados da Exame. Ou seja, é um hábito consolidado, e o público espera essa conveniência na hora de pagar. Essa flexibilidade agiliza as filas, melhora a experiência do participante e ainda dá mais controle para os organizadores, que conseguem acompanhar tudo em tempo real. Redução de filas e tempo de espera Com os pedidos sendo lançados em tempo real e enviados diretamente à cozinha ou ao bar (quando há uso de KDS, por exemplo), o tempo de preparo diminui e o fluxo do atendimento acelera. Isso evita acúmulo de gente esperando, melhora a organização dos espaços e reduz reclamações durante o evento. Pedidos sem erro e mais precisão na entrega Automação reduz a chance de erro de anotação, já que os pedidos são feitos diretamente no sistema. Isso evita trocas, retrabalho e insatisfação. Cada detalhe vai direto para o ponto de preparo com as observações registradas corretamente. Atendimento distribuído em diferentes pontos do evento Eventos com grande estrutura (salões amplos, áreas externas, ilhas de alimentação) se beneficiam ainda mais da tecnologia. O uso de múltiplos PDVs sincronizados permite que o cliente seja atendido em diferentes locais, com o mesmo padrão, e sem que a equipe precise correr com comanda na mão. Quando a tecnologia cuida da parte operacional, a experiência do público flui com mais leveza. E isso aumenta a satisfação de quem participa e também o tempo de permanência, o consumo e até a chance de o visitante voltar no próximo evento. Quais são os ganhos para a organização do evento? Por trás de um evento que funciona bem, tem uma operação afinada. E isso só acontece quando os bastidores estão sob controle, do primeiro pedido até o fechamento do caixa. Com a automação, a equipe organizadora ganha mais visibilidade, reduz falhas e toma decisões com base em dados, não no improviso. Veja os principais ganhos que a tecnologia traz para quem está no comando. Monitoramento de vendas em tempo real Acompanhar o volume de vendas enquanto o evento acontece permite agir com agilidade. Se um ponto de venda está vendendo mais que os outros, é possível redirecionar equipe, reforçar estoque local ou até ajustar promoções. Isso evita gargalos e ajuda a manter a experiência do público fluida em todas as áreas. Ainda há o fato de que o organizador já sai do evento com um panorama claro: o que vendeu mais, em que horários e com qual ticket médio. Essas informações são valiosas para o planejamento de edições futuras. Controle automático de estoque e reposição Sistemas com integração entre vendas e estoque atualizam os dados automaticamente a cada transação. Assim, fica fácil saber quais produtos estão acabando e quando é hora de repor. Em vez de depender de planilhas paralelas ou da memória da equipe, a gestão se baseia em números reais, reduzindo perdas e desperdícios. Em eventos de longa duração ou com várias áreas simultâneas, essa função evita interrupções e melhora a logística de abastecimento. Mais segurança e menos retrabalho para a equipe Com pedidos digitais e pagamentos integrados, o risco de erro diminui. O operador não precisa anotar nada à mão, e os dados vão direto para o sistema. Isso reduz divergências no caixa, facilita a conciliação financeira e evita discussões na hora do acerto com fornecedores, parceiros ou franquias. Para a equipe de atendimento, o sistema traz mais autonomia e clareza. Para o gestor, menos estresse e mais controle. Relatórios completos para avaliar resultados Ao final do evento, a automação entrega relatórios detalhados, com vendas por produto, por horário, por canal, além de comparativos entre edições. Isso ajuda a entender o comportamento do público, ajustar ofertas futuras e negociar com mais base com patrocinadores e parceiros. É o tipo de análise que antes levava dias e que hoje pode ser acessada em minutos. Automatizar os bastidores não é só uma questão de praticidade. É uma escolha que melhora a organização, fortalece a tomada de

leia mais

Entenda como precificar um produto no varejo

Cobrar barato demais pode parecer atrativo no começo, mas no fim do mês o prejuízo aparece. Já subir o preço sem critério espanta o cliente e trava as vendas. Saber como precificar um produto no varejo é um dos pontos mais delicados e decisivos da operação. O preço não pode ser chute. Ele precisa cobrir os custos, garantir margem de lucro e ainda ser competitivo dentro do mercado. Parece simples, mas envolve alguns cálculos, boas decisões e um olhar atento para o comportamento do consumidor. Se o seu negócio vende bem, mas o caixa não fecha, o problema pode estar no rótulo, e não na procura. Continue a leitura e veja como chegar ao preço certo de um jeito mais prático e certeiro. Por que a precificação correta é tão importante para o negócio? Cobrar o valor certo é o que mantém o equilíbrio entre atrair o cliente e garantir a sustentabilidade da empresa. Quando o preço está abaixo do ideal, a margem some e o lucro evapora. Quando está acima do mercado, o produto encalha e o giro diminui. A precificação é, na prática, o reflexo da estrutura de custos, da estratégia de posicionamento e do valor percebido pelo cliente. E esse último ponto tem ganhado ainda mais peso. O comportamento do consumidor em 2025 mostra uma preocupação crescente com preços, mas, ao mesmo tempo, uma busca por qualidade e valor agregado. Isso tem feito muitas empresas ajustarem suas estratégias para ir além do preço baixo, apostando na entrega de benefícios e diferenciação, como aponta a análise da Meio & Mensagem. Então, definir esse número com consciência é de extrema importância para manter o negócio saudável e competitivo. Quais fatores devem ser considerados na formação do preço de um produto? Preço bom não é só aquele que vende. É o que cobre os custos, dá lucro e ainda faz sentido para o cliente. Para chegar nesse valor, é preciso olhar para diferentes pontos da operação e entender o que realmente entra na conta. Os principais fatores que influenciam na formação do preço de um produto são: Como precificar um produto corretamente? Para chegar a um preço de venda coerente, o primeiro passo é entender o que entra na conta. Seguem agora as partes necessárias na hora de precificar: Entendendo os custos fixos e como diluí-los no preço Custos fixos são aqueles que não mudam com o volume de vendas. Mesmo que você venda mais ou menos, eles continuam lá: aluguel, salário da equipe, energia, manutenção, contador, sistema de gestão. Para que esses valores não fiquem “soltos”, eles precisam ser distribuídos entre os produtos vendidos. Isso se chama diluição dos custos fixos. Vamos a um exemplo: Se os custos fixos mensais do seu negócio são R$ 10.000 e você vende, em média, 2.000 unidades por mês, o custo fixo por unidade é: R$ 10.000 ÷ 2.000 = R$ 5 por unidade Esse valor precisa entrar no cálculo final de cada produto para garantir que todas as despesas da operação estejam cobertas. Custos variáveis e seu impacto direto na margem Já os custos variáveis mudam conforme a quantidade vendida. São os ingredientes, a embalagem, a taxa do aplicativo, o delivery, a comissão por venda. Esses valores são individuais para cada produto e devem ser somados diretamente no cálculo. Observe o exemplo: Um hambúrguer, por exemplo, tem: R$ 4 de pão, carne e queijo R$ 1,50 de embalagem R$ 1 de taxa do app Total de R$ 6,50 de custo variável Aplicando a margem de lucro de forma estratégica Agora que você já sabe os custos fixos por unidade e os variáveis, é hora de aplicar a margem de lucro, que é o valor que vai sustentar o negócio e gerar resultado. A fórmula simplificada é: Preço de venda = (Custo fixo por unidade + Custo variável) ÷ (1 – Margem de lucro desejada) Se você deseja uma margem de 30% (ou seja, quer que o lucro represente 30% do valor final), a conta fica assim: Preço de venda = (R$ 5 + R$ 6,50) ÷ (1 – 0,30) Preço de venda = R$ 11,50 ÷ 0,70 = R$ 16,43 Esse seria o valor mínimo para vender esse produto com a margem desejada, cobrindo todos os custos fixos e variáveis. Esse tipo de cálculo ajuda a manter o negócio saudável, evita prejuízos escondidos e dá mais segurança na hora de montar cardápios, promoções ou reajustar preços com base na realidade da operação. Quando o preço tem base sólida, a margem deixa de oscilar tanto e a gestão financeira fica muito mais previsível. Qual a importância da análise de concorrência na definição do preço de venda? Saber quanto o concorrente cobra não é só curiosidade; é estratégia. Observar o mercado ajuda a entender o que o cliente vê como justo, qual é a faixa de preço praticada em produtos similares e como posicionar o seu negócio sem cair em armadilhas como preços fora da realidade ou margens apertadas demais. A seguir, descubra como usar essa análise de forma inteligente. Monitoramento de preços em canais parecidos Comparar seu preço com o de empresas que atuam no mesmo canal, como loja física, app de delivery ou e-commerce, ajuda a ajustar sua oferta. Se o seu hambúrguer custa R$ 32, mas todos os concorrentes diretos vendem por R$ 25, é hora de rever a proposta ou justificar melhor esse valor com algo que o cliente perceba. Essa comparação deve considerar não só o produto em si, mas também a embalagem, o tempo de entrega, o atendimento e até o ambiente, pois tudo isso entra na percepção de valor. Alinhamento com a proposta de valor da marca O preço também comunica o posicionamento da sua marca. Se o seu negócio é reconhecido pelo cuidado, pela experiência do cliente ou pela exclusividade, isso pode justificar um preço mais alto. Por outro lado, se a proposta é ser acessível e ter alto giro, talvez o foco esteja em volume e não na margem por item. O importante é

leia mais

Confira as principais estratégias de vendas em períodos sazonais

Tem época que o movimento aumenta, e quem está preparado, aproveita melhor. Os períodos sazonais têm impacto direto no varejo e exigem estratégias de vendas bem pensadas para transformar o aumento da demanda em resultados concretos. Datas como Dia das Mães, festas juninas, Natal ou férias escolares não trazem só mais gente na porta. Elas também mudam o tipo de consumo, o ritmo da operação e o perfil do cliente. Quem se antecipa e ajusta o cardápio, a vitrine ou a comunicação tende a vender com mais agilidade e ainda tem mais chance de fidelizar quem passa por ali. Com organização e boas escolhas, é possível aproveitar cada temporada para expandir o alcance da marca e aumentar o faturamento. Continue a leitura e veja como se preparar para cada data com estratégias que funcionam na prática. Quais são as principais datas sazonais para diferentes segmentos do comércio? Alguns dias do ano têm o poder de movimentar as ruas, os estoques e o comportamento de compra. Esses períodos, que já fazem parte do calendário do comércio, criam oportunidades reais para vender mais, desde que o negócio saiba onde e como agir. As datas sazonais variam de acordo com o setor, mas todas têm algo em comum: atraem a atenção do consumidor, geram expectativa e aumentam a procura por produtos e serviços específicos. Abaixo, veja quais são os momentos mais importantes para o varejo em diferentes segmentos. Alimentação e food service: Varejo de moda e presentes: Comércio em geral e serviços: Mapear essas datas com antecedência permite planejar melhor ações, montar ofertas personalizadas e preparar a operação para atender com eficiência em momentos de alta demanda. Quais são as melhores estratégias de vendas para períodos sazonais? Quando a demanda cresce, a oportunidade aparece. Mas só colhe bons resultados quem se prepara de verdade. Aproveitar os períodos sazonais exige planejamento, adaptação e boas estratégias de vendas. Não basta apenas ter o produto certo; é preciso oferecer do jeito certo, no momento certo. Abaixo, veja algumas ações que ajudam a transformar esse movimento sazonal em vendas concretas e clientes mais próximos. Criação de combos e ofertas temáticas Montar combos que façam sentido com a data é uma forma simples e eficaz de aumentar o ticket médio. Na Páscoa, por exemplo, uma sobremesa especial pode ser oferecida com o prato principal. Em festas juninas, kits com comidas típicas têm ótima saída. O cliente sente que está aproveitando uma ocasião especial, e o negócio ganha na escala. Personalização de produtos ou serviços Adaptar o cardápio, a vitrine ou a embalagem de acordo com o tema da data aproxima a marca do cliente. Um bom exemplo é criar nomes diferentes para pratos durante o Carnaval ou oferecer brindes personalizados no Dia dos Namorados. Esse tipo de ação gera conexão emocional e aumenta o valor percebido da oferta. Reforço na divulgação com antecedência Esperar a véspera para divulgar uma ação sazonal é deixar dinheiro na mesa. Quem se antecipa, atrai primeiro. Usar redes sociais, cartazes no PDV e mensagens por WhatsApp com alguns dias (ou semanas) de antecedência garante mais alcance e mais tempo para o cliente se planejar. Treinamento da equipe para atender com agilidade Quando a casa enche, a diferença está na agilidade. Treinar a equipe para lidar com o aumento do fluxo, apresentar as promoções e manter o padrão no atendimento evita estresse, reduz erros e aumenta as chances de fidelização. Organização do estoque e reforço de insumos Não adianta divulgar uma oferta se o produto acaba no meio da ação. Durante datas sazonais, é preciso revisar o estoque, reforçar os itens de maior saída e alinhar com fornecedores para garantir reposição rápida. Isso evita rupturas e perdas de venda. Como planejar campanhas promocionais para maximizar as vendas em datas comemorativas? Uma campanha bem-sucedida não nasce de última hora. Para que uma ação em datas comemorativas realmente gere resultado, o planejamento precisa começar antes do cliente sequer pensar no assunto. Antecipar tendências, organizar a operação e comunicar com clareza são passos que fazem as promoções sazonais saírem do papel e virarem venda de verdade. Tudo começa com um bom calendário. Mapear as datas mais relevantes para o seu público — e para o tipo de produto ou serviço que você oferece — é o primeiro passo. Depois disso, vem a definição dos objetivos da campanha: aumentar o ticket médio? Atrair novos clientes? Girar o estoque? Ter essa meta clara ajuda a escolher o formato da ação, como desconto progressivo, combo especial, frete grátis ou brinde exclusivo. Outro ponto importante é a coerência com a identidade da marca. Mesmo em datas populares, a campanha precisa ter a “cara” do seu negócio. Isso vale para as cores, o tom da comunicação, os produtos em destaque e até o tipo de atendimento. Por fim, é preciso alinhar o time. Todo mundo que participa da operação, da cozinha ao atendimento, precisa entender a campanha, saber como apresentar as ofertas e estar pronto para o aumento na demanda. Com planejamento, clareza e foco, as campanhas sazonais deixam de ser correria e passam a ser um reforço real para as vendas e para a imagem do negócio. Como preparar o estoque e a logística para períodos de alta demanda? Quando a demanda aumenta, qualquer descuido pode virar prejuízo ou cliente perdido. Por isso, é preciso se preparar com antecedência para que o negócio funcione bem mesmo nos dias mais movimentados do ano. Um bom planejamento de estoque e logística evita correria, reduz falhas e deixa a equipe mais livre para focar no atendimento. Previsão de demanda: comece olhando para o histórico O primeiro passo é saber o que esperar. Se você já passou por outras datas sazonais, analise o volume de vendas, os produtos que tiveram maior saída e os horários de pico. Isso ajuda a prever o comportamento do cliente e planejar melhor as reposições. Não tem histórico? Sem problema. Converse com quem já atua no setor, observe tendências do mercado e faça uma estimativa baseada no tipo de

leia mais

6 canais de venda e como escolher o ideal para seu negócio

Não adianta ter um bom produto se ele não chega até quem quer comprar. Os canais de venda são os caminhos que ligam o seu negócio ao cliente, e escolher o certo é um grande diferencial estratégico para crescer de verdade. No food service, essa escolha muda tudo, pois impacta no volume de pedidos, no custo da operação e até na forma como o cliente enxerga sua marca. Vender pelo salão, usar um aplicativo, investir em delivery próprio ou apostar nas redes sociais são decisões que afetam o fluxo do caixa e a rotina da equipe. Cada canal tem seus prós e contras, e entender qual se encaixa melhor no seu modelo de atendimento ajuda a crescer com mais estabilidade. Continue a leitura e veja como identificar o melhor caminho para vender mais e com mais controle. Quais são os principais canais de venda disponíveis no mercado? Estar onde o cliente está não é só uma questão de visibilidade; é uma escolha estratégica. Hoje, existem diversas formas de comercializar produtos e serviços, e cada uma delas funciona melhor em contextos diferentes. Para acertar na escolha, é importante conhecer as opções disponíveis, entender como elas funcionam e quais se encaixam melhor com o tipo de operação que você tem. Abaixo, veja os principais canais de venda usados por empresas de todos os tamanhos, com destaque para suas características e quando cada um pode ser mais vantajoso: 1. Loja física É o ponto de contato tradicional entre empresa e cliente. Ideal para negócios que valorizam o atendimento presencial, a experiência sensorial e o relacionamento direto. Em bares e restaurantes, esse canal é o coração da operação, ou seja, o lugar onde o cliente consome, avalia o ambiente, o serviço e volta quando se sente bem atendido. Vantagens: Limitações: 2. E-commerce próprio É o canal digital onde o cliente faz o pedido direto pelo site da marca. Muito usado por quem quer vender sem intermediários e ter mais controle sobre a operação online. Pode ser útil para restaurantes que trabalham com delivery direto ou para estabelecimentos que vendem produtos como molhos, temperos, kits ou outros itens relacionados à marca. Vantagens: Limitações: 3. Marketplaces Plataformas como iFood, Rappi e Uber Eats funcionam como grandes vitrines digitais. Para o food service, os aplicativos de entrega são uma extensão importante da operação e podem gerar volume, especialmente em horários de pico ou para alcançar novas regiões. Vantagens: Limitações: 4. Redes sociais Instagram, WhatsApp, Facebook e TikTok vêm sendo usados não só para divulgação, mas também como ponto de venda. Restaurantes com atendimento rápido, pratos visualmente atrativos e marcas com presença digital forte podem transformar curtidas em pedidos com agilidade. Vantagens: Limitações: 5. Delivery próprio com atendimento via WhatsApp ou telefone Esse canal ainda é muito usado, principalmente por estabelecimentos que querem fugir das taxas dos aplicativos. Ele exige um controle mais manual ou o uso de ferramentas integradas, mas pode fidelizar clientes com atendimento mais pessoal e preços mais atrativos. Vantagens: Limitações: 6. Totens de autoatendimento Usados dentro do próprio estabelecimento, são ideais para agilizar pedidos em redes de fast food, praças de alimentação e ambientes com alto fluxo. Facilitam o pedido, liberam a equipe de funções repetitivas e ainda permitem exibir promoções no momento da compra. Vantagens: Limitações: Conhecer esses canais ajuda o gestor a decidir onde e como vender. O ideal nem sempre é escolher apenas um, e sim combinar os que fazem sentido com o perfil do público e a estrutura do negócio. Como identificar qual canal de venda é o mais adequado para seu tipo de produto ou serviço? Vender em todos os lugares ao mesmo tempo pode parecer uma boa ideia, mas nem sempre funciona. Cada negócio tem um perfil, cada produto pede um tipo de abordagem e cada cliente se comporta de um jeito diferente. Por isso, escolher os canais de venda certos é uma decisão que precisa considerar mais do que popularidade ou tendência, é necessário que ela combine com a realidade da operação. Veja abaixo algumas dicas que ajudam muito a fazer essa escolha com mais segurança. Conheça o comportamento do seu público Antes de escolher onde vender, entenda onde o seu cliente está e como ele prefere comprar. Se você atende um público mais jovem e conectado, vale explorar redes sociais e canais digitais. Já se a clientela é mais tradicional, a loja física e o atendimento direto podem funcionar melhor. Observar hábitos de consumo ajuda a direcionar seus esforços para os canais que realmente geram resultado. Avalie a estrutura do seu negócio Nem todo canal funciona para qualquer operação. Um delivery próprio, por exemplo, exige logística, atendimento ágil e controle de pedidos. Vender em marketplaces envolve taxas e uma gestão detalhada do cardápio e dos prazos. Verifique o que sua equipe dá conta de atender com qualidade, pois isso evita frustrações e sobrecarga no dia a dia. Considere os custos e a margem de lucro Cada canal tem um custo diferente. Plataformas de entrega cobram comissões altas, mas trazem visibilidade. Canais diretos podem ter margem maior, mas exigem mais esforço de divulgação. Entender essa relação entre custo e retorno ajuda a manter a operação sustentável e com boa saúde financeira. Teste e acompanhe os resultados Não precisa apostar todas as fichas em um único canal. Você pode testar formatos diferentes e acompanhar os resultados de cada um. Avalie o volume de vendas, o ticket médio e o custo operacional envolvido. Com o tempo, dá para identificar quais canais realmente valem a pena e quais podem ser ajustados ou descartados. Priorize a experiência do cliente O canal de venda ideal é aquele que entrega o seu produto da melhor forma possível. Se o pedido chega rápido, bem embalado e com atendimento atencioso, a chance de fidelizar é maior. Pense sempre na jornada do cliente ao escolher onde e como vender, pois isso influencia diretamente na percepção que ele terá da sua marca. Acertar na escolha dos canais é tão importante quanto o produto que você oferece.

leia mais

O que é cadeia de suprimentos e qual a sua importância?

Quando o cliente sente falta de um produto ou espera demais pelo pedido, o problema nem sempre está no atendimento. Muitas vezes, a falha começa bem antes; ou seja, lá no caminho entre o fornecedor, o estoque e a loja. A cadeia de suprimentos é justamente essa estrutura que conecta todas as etapas do processo, desde a compra até a entrega. E quando essa estrutura falha, o prejuízo pode ser grande. Estima-se que 14% do estoque é perdido antes mesmo de chegar ao varejista, segundo a Slimstock. Isso mostra como pequenos deslizes no processo todo podem comprometer os resultados. Se essa engrenagem atrasa, falha ou se desorganiza, tudo ao redor sente o impacto, desde o tempo de entrega até o custo final do produto. Mas, quando funciona bem, o resultado aparece na agilidade, na economia e na satisfação de quem compra. Entender como essa estrutura funciona é importante para que o seu negócio atenda bem, cresça com equilíbrio e se mantenha competitivo. Siga a leitura e veja como organizar essa cadeia pode melhorar tudo, da compra à entrega. O que é cadeia de suprimentos? Quando um produto chega até o cliente, muita coisa aconteceu até aquele momento. Do pedido ao fornecedor até o prato na mesa ou o item entregue na porta, existe uma sequência de etapas que precisam funcionar em sintonia. Esse caminho completo é o que se chama de cadeia de suprimentos. Na prática, ela representa todo o percurso que um insumo faz, desde a compra, passando pelo transporte, armazenagem, controle de estoque, preparação e, por fim, a entrega ao consumidor. Cada etapa está conectada e depende da anterior para funcionar sem atrasos ou desperdícios. No dia a dia de bares, restaurantes e lanchonetes, essa estrutura inclui os fornecedores de alimentos, as entregas programadas, o armazenamento correto dos produtos, o uso consciente dos ingredientes na cozinha e o atendimento final. Se algum desses pontos falha, o impacto é direto: falta de produto, aumento de custo, atraso no serviço ou insatisfação do cliente. Por isso, entender esse fluxo é fundamental para manter o funcionamento do negócio em equilíbrio. Quando todos os elos dessa corrente trabalham juntos, o resultado aparece na organização, no controle dos custos e na qualidade da entrega. Como uma cadeia de suprimentos reduz custos e melhora a eficiência operacional? Um dos segredos para um negócio rodar bem não está só no que é vendido, mas em tudo que acontece antes disso. Quando a cadeia de suprimentos é bem cuidada, os resultados aparecem no ritmo da operação, nos custos controlados e até no tempo que a equipe ganha para atender bem. Abaixo, veja como essa organização afeta diretamente a eficiência e o caixa. Menos perdas e compras emergenciais Com planejamento, é possível saber exatamente o que precisa ser comprado, em que quantidade e no momento certo. Isso evita desperdício de insumos que vencem sem uso e reduz as compras de última hora, que normalmente saem mais caras e são feitas sem negociação. Processos mais rápidos e organizados Quando cada etapa funciona como deve, os pedidos chegam no prazo, os produtos são armazenados da forma certa e o uso de insumos segue um padrão. Isso evita atrasos, retrabalho e confusão na cozinha ou no atendimento. O fluxo fica mais leve e eficiente. Previsibilidade para o planejamento financeiro Saber quando e quanto será gasto ajuda o gestor a organizar o caixa, negociar melhor com fornecedores e evitar sustos no fim do mês. Uma cadeia bem gerida permite fazer projeções com base no histórico, o que dá mais segurança para investir, contratar ou ajustar preços. Melhoria na comunicação entre setores Quando compras, estoque, cozinha e atendimento trabalham com as mesmas informações, o risco de erro diminui. A integração entre os setores evita falhas como pedidos duplicados, ingredientes faltando no meio do expediente ou entregas mal programadas. Aumento da produtividade da equipe Uma operação bem coordenada reduz o tempo perdido com tarefas que poderiam ser automáticas ou mais simples. Isso permite que a equipe foque no que gera valor, como o preparo dos pratos e o atendimento ao cliente, sem se perder em problemas de organização. Então, cada ajuste feito na gestão da cadeia de suprimentos tem reflexo direto na operação. E quando tudo começa a rodar com mais fluidez, o negócio ganha ritmo, reduz custos e se fortalece para crescer com mais segurança. Quais são os principais desafios na gestão da cadeia de suprimentos? O problema nem sempre está no produto ou no atendimento. Muitas falhas no dia a dia do negócio vêm de erros na base, que é a gestão da cadeia de suprimentos. Quando essa estrutura não está bem conectada, o impacto aparece no atraso de entregas, na falta de insumos e até no aumento dos custos sem explicação clara. A seguir, saiba quais são os desafios mais comuns e o que pode ser feito para contornar cada um deles. Falta de integração entre setores Quando cada área trabalha isolada, compras de um lado, estoque de outro, cozinha correndo atrás, as chances de erro aumentam. Falta ingrediente, sobra mercadoria ou ninguém sabe ao certo o que foi pedido. A solução começa com um sistema que conecte os setores. Ter um PDV que integre vendas e estoque, por exemplo, ajuda a manter todos alinhados em tempo real. Comunicação ineficiente com fornecedores Pedidos feitos por mensagem, prazos mal definidos, ausência de confirmação geram ruídos. Para evitar falhas, o ideal é centralizar as negociações em um canal claro, com histórico e acordos registrados. Criar rotinas de conferência e manter um bom relacionamento também facilita ajustes quando for necessário agir rápido. Dificuldade para prever demanda Não saber quanto venderá em cada período pode gerar tanto desperdício quanto falta de produto. A saída está em analisar o histórico de vendas e identificar padrões por dia da semana, clima, datas especiais e eventos locais. Sistemas com relatórios ajudam a fazer esse cruzamento e ajustar as compras com mais precisão. Atrasos logísticos Mesmo com tudo certo internamente, a entrega pode não chegar no prazo.

leia mais

Entenda a importância do controle de estoque

Tem coisa que some do estoque sem ninguém perceber e, quando se dá conta, já virou prejuízo. O controle de estoque é o que evita esse tipo de surpresa e mantém o coração da operação batendo no ritmo certo. Em bares, lanchonetes e restaurantes, onde a saída de produtos é constante e o giro de insumos precisa ser rápido, ter esse controle na ponta do lápis (ou melhor, do sistema) é o que garante que nada falte na hora errada e que nada sobre a ponto de estragar. E a tecnologia tem ajudado cada vez mais nesse processo. Já existem soluções que reduzem em até 90% as perdas de estoque de alimentos, segundo levantamento da Business Leaders. Ou seja, organização aliada à automação pode transformar completamente a rotina do seu negócio. Quando o estoque está em ordem, as compras são mais certeiras, o desperdício diminui e o atendimento flui melhor. Isso impacta direto no caixa e, principalmente, na satisfação de quem consome. Continue a leitura e veja como organizar seu estoque pode impulsionar seu negócio. O que é controle de estoque e por que ele é tão importante para o seu negócio? Nada trava mais a rotina do que descobrir, no meio do expediente, que acabou o ingrediente principal do prato mais pedido da casa. Situações assim mostram o quanto é indispensável acompanhar de perto tudo que entra e sai da despensa — e é disso que se trata o controle de estoque. Na prática, controlar o estoque significa saber o que você tem disponível, em qual quantidade, e quando será preciso repor. É uma rotina que parece simples, mas que impacta diretamente o funcionamento do negócio. Quando bem feita, essa organização evita desperdícios, melhora o atendimento e ajuda a planejar as compras com mais precisão. No food service, onde os produtos são perecíveis e o giro precisa ser constante, não dá para confiar só na memória ou no “olhômetro”. Um controle eficiente garante que a cozinha funcione sem paradas, que o cliente encontre o que foi prometido e que o caixa feche com mais previsibilidade. Mais do que uma tarefa operacional, essa gestão é parte da estratégia do negócio. Um estoque bem gerenciado contribui para decisões mais certeiras, reduz perdas e sustenta o crescimento com mais segurança. Quais são as melhores práticas para manter um estoque organizado e atualizado? Estoque bagunçado vira prejuízo silencioso. Às vezes, o produto está lá, mas ninguém encontra. Em outros casos, ele some sem ninguém perceber. Para evitar esse tipo de situação, é preciso criar uma rotina simples, mas bem aplicada, que mantenha tudo em ordem, desde o que chega até o que vai para o prato do cliente. A seguir, veja práticas que funcionam no dia a dia. Registre todas as entradas e saídas Cada item que entra ou sai precisa ser registrado. Mesmo que o volume de produtos não seja alto, manter esse controle ajuda a saber exatamente o que está disponível. Isso pode ser feito manualmente ou, de forma mais prática, por meio de um sistema integrado. O importante é que esse hábito faça parte da rotina da equipe. Defina categorias e a localização dos produtos Organizar os insumos por tipo facilita tanto o armazenamento quanto o acesso. Separar por categorias, como secos, refrigerados, congelados, bebidas e embalagens, reduz o tempo perdido procurando itens e melhora a visualização do que está perto de vencer. Identificar prateleiras e manter cada coisa em seu lugar também evita retrabalho e perdas por descuido. Faça um inventário periódico para conferência e ajustes A contagem regular dos produtos ajuda a identificar diferenças entre o que está no sistema e o que realmente está no estoque. Essa conferência pode ser feita semanalmente ou conforme o volume do negócio. Além de corrigir eventuais erros, o inventário ajuda a perceber padrões, como sobra de ingredientes pouco usados ou falta recorrente de itens essenciais. Use fichas técnicas e porcionamento padronizado Quando cada prato tem uma ficha técnica bem definida, com a quantidade exata de cada ingrediente, o controle de estoque fica mais previsível. Isso evita desperdícios e facilita o planejamento das compras. Também ajuda na formação de preço e na consistência da entrega ao cliente, já que todos os pedidos saem com o mesmo padrão. Promova o treinamento da equipe envolvida no processo Organização de estoque não é responsabilidade de uma pessoa só. Todos que lidam com o preparo e o recebimento de produtos precisam estar alinhados. Ensinar a forma correta de registrar, armazenar e manusear os itens faz com que o processo funcione de forma contínua e com menos margem de erro. Como evitar perdas e desperdícios por falta de controle de estoque? O desperdício não acontece só quando algo vai para o lixo. Muitas vezes, ele começa com um descuido no armazenamento, um produto mal posicionado ou uma porção mal servida. No fim do mês, essas pequenas falhas somam um prejuízo que pesa no caixa e quase sempre poderiam ter sido evitadas com um controle mais atento do estoque. A seguir, veja práticas que ajudam a manter tudo sob controle e reduzem perdas no dia a dia. Armazenamento correto dos insumos Guardar os produtos da forma certa é o primeiro passo para evitar perdas. Itens refrigerados precisam estar na temperatura ideal, alimentos secos devem ser mantidos em local arejado, e produtos abertos precisam ser identificados e bem vedados. Embalagens rasgadas, alimentos fora da validade ou mal fechados são sinais de que a organização precisa melhorar. Um bom armazenamento prolonga a vida útil dos insumos e preserva a qualidade do que vai para o cliente. Validade e rotação de produtos (FIFO) A sigla FIFO, do inglês First In, First Out, significa que o primeiro item que entra no estoque deve ser o primeiro a sair. Ou seja: usar sempre os produtos mais antigos antes dos novos. Isso evita que alimentos próximos do vencimento fiquem esquecidos no fundo da prateleira. Uma simples rotina de organizar os produtos com a data visível e fazer conferências rápidas na hora do preparo

leia mais

Gestão de compras: como realizar de forma eficiente em seu negócio?

Comprar demais é prejuízo. Comprar de menos, também. No meio disso, está a gestão de compras, que precisa funcionar com exatidão para que o estoque esteja sempre equilibrado, sem desperdícios e sem faltar o que é essencial. No dia a dia de um restaurante, bar ou lanchonete, o impacto dessa etapa é direto no caixa. Um pedido mal planejado pode significar comida vencendo na geladeira, falta de produto no horário de pico ou até perda de vendas. Fazer compras no impulso ou só quando o estoque zera não é gestão, é apagar incêndio. E isso custa caro. Se você já sentiu que está gastando mais do que deveria ou percebe que o estoque vive bagunçado, vale dar uma atenção especial a esse processo. Acompanhe este post e veja como deixar sua rotina de compras mais estratégica, simples e eficiente. Por que a gestão de compras é tão importante? Tem coisa que pode desorganizar a operação inteira sem ficar explícito, e a reposição mal feita é uma delas. Quando falta insumo na hora do preparo ou sobra ingrediente que não tem saída, o reflexo aparece no caixa, no atendimento e até no humor da equipe. Por isso uma boa gestão de compras é indispensável. Afinal, mais do que repor o que acabou, ela garante que o que entra no estoque faz sentido com o volume de vendas, com o cardápio e com a rotina do negócio. Em restaurantes, bares e lanchonetes, onde tudo precisa girar rápido e com pouco desperdício, controlar bem as compras ajuda a manter a cozinha funcionando, evita correria e previne prejuízos por compras mal calculadas. Sem esse cuidado, o risco é alto: ingredientes vencendo, faltas inesperadas, acúmulo de itens sem uso e custo operacional nas alturas. Com um processo bem ajustado, o negócio ganha agilidade, reduz perdas e cria uma base sólida para crescer. Isso acontece porque como você abastece o seu estoque impacta diretamente na qualidade do serviço, na saúde financeira da empresa e na experiência do cliente. Como planejar as compras para evitar excessos e desperdícios? A ausência de um planejamento de compras é um dos erros mais comuns no dia a dia de quem gerencia um restaurante ou bar. Quando as decisões são feitas com base em suposições ou pressa, o risco de exagerar ou esquecer itens importantes é grande. O resultado é desperdício, falta de produto e dinheiro parado no estoque. Mas, com um pouco de organização, dá para planejar melhor as compras e evitar tudo isso. Veja como aplicar algumas estratégias simples que funcionam na prática. Acompanhe o consumo real de cada produto Antes de comprar, é importante entender o que realmente está sendo usado e em que quantidade. Registrar a saída dos ingredientes e produtos ao longo dos dias, mesmo que em uma planilha simples, já ajuda a enxergar padrões. Por exemplo, se a casa vende mais suco natural aos finais de semana, dá para ajustar a compra de frutas frescas com base nisso. Quando esse acompanhamento é feito com frequência, fica mais fácil prever o que será necessário e evitar compras desnecessárias. Crie listas de compras com base em dados Nada de sair comprando o que “parece” estar faltando. Uma lista de compras eficiente é montada a partir do que já foi vendido, do que ainda tem no estoque e da previsão de movimento nos próximos dias. Se você sabe que vai ter um evento no sábado, a lista precisa refletir esse aumento. Sistemas de PDV com integração ao estoque ajudam muito nesse ponto, porque mostram a quantidade exata de cada item disponível, facilitando esse planejamento. Mas mesmo sem sistema, uma planilha bem atualizada já é um bom começo. Use o estoque mínimo e estoque de segurança Estoque mínimo é aquela quantidade que precisa estar disponível para não correr o risco de faltar. Por sua vez, o estoque de segurança é uma pequena margem extra para cobrir imprevistos, como atrasos na entrega ou aumento inesperado da demanda. Por exemplo, se o consumo médio de arroz por semana é de 10 quilos, o estoque mínimo pode ser esse número, e o de segurança, mais 2 quilos. Com essa base, você evita interrupções no atendimento e reduz a chance de ter que correr para comprar em cima da hora, o que geralmente é mais caro e com menos negociação. Quais são as melhores práticas para negociar com fornecedores e obter melhores condições? Negociar bem não é só conseguir um preço mais baixo; é garantir que o seu negócio tenha qualidade, regularidade e flexibilidade no abastecimento. No dia a dia do food service, onde o ritmo é intenso e o tempo é curto, é fundamental contar com bons fornecedores para manter o funcionamento da casa e o equilíbrio dos custos. A seguir, confira algumas práticas simples que melhoraram as condições de compra e tornam esse processo mais vantajoso para o seu negócio. Comparação entre diferentes fornecedores Antes de fechar qualquer pedido, vale dedicar um tempo para pesquisar. Nem sempre o fornecedor mais conhecido tem o melhor custo-benefício. Compare preços, prazos de entrega, formas de pagamento e qualidade do produto. Por exemplo, dois fornecedores podem oferecer o mesmo tipo de queijo, mas com diferenças no valor por quilo, prazo ou embalagem. Essa análise ajuda a fazer escolhas mais inteligentes e evitar gastos desnecessários ao longo do tempo. Acordos com base em volume e regularidade Comprar em maiores quantidades ou com frequência programada pode ser uma boa moeda de troca na hora de negociar. Muitos fornecedores oferecem descontos ou condições diferenciadas quando percebem que o cliente compra sempre ou em volumes consistentes. Se o seu negócio consome certa quantidade de batata toda semana, por exemplo, vale tentar negociar esse item com entregas regulares e preço fixo por um período. Isso garante previsibilidade para os dois lados. Manutenção de um bom relacionamento para negociações futuras Tratar o fornecedor como parceiro, e não apenas como alguém que entrega mercadoria, abre espaço para boas negociações no futuro. Pagar em dia, ser claro nas demandas e manter um

leia mais

Custos operacionais: o que são e como reduzi-los?

No fim do mês, o que mais pesa nem sempre é o que foi comprado, mas o que foi mal controlado. Os custos operacionais fazem parte da rotina de qualquer negócio, mas quando passam despercebidos, podem consumir boa parte do lucro sem que ninguém perceba. E isso tem acontecido mesmo em meio ao crescimento. Uma pesquisa chamada Alimentação Hoje: a Visão dos Operadores de Foodservice, divulgada pela Associação Nacional de Restaurantes, mostrou que 74% dos estabelecimentos aumentaram o faturamento recentemente. Mesmo assim, muitos ainda enfrentam dificuldades com as contas, porque vender mais não resolve tudo se os gastos continuam fora de controle. Em restaurantes, bares e lanchonetes, esses gastos vão além dos ingredientes. Tem energia, equipe, desperdício, taxas de aplicativos, embalagens e muito mais. Reduzir esses custos não significa cortar qualidade, e sim encontrar formas mais inteligentes de manter o negócio funcionando bem, sem desperdício de tempo ou dinheiro. Se você sente que o caixa anda apertado mesmo com a casa cheia, está na hora de rever alguns processos. Acompanhe o conteúdo até o fim e veja como manter a operação mais enxuta, sem perder eficiência. O que são custos operacionais e por que eles impactam tanto o caixa do negócio? Muita gente pensa que a margem de lucro encolhe só quando o movimento está fraco. Às vezes, o que pesa de verdade são os pequenos gastos do dia a dia que ninguém percebe, mas que, somados, viram um rombo no fim do mês. Esse conjunto de despesas é o que se chama de custos operacionais. Eles incluem tudo que é necessário para manter o negócio funcionando, como salários, contas de luz e água, taxa de cartão, insumos, aluguel, limpeza, manutenção dos equipamentos, entre outros. Em bares e restaurantes, isso vai desde o gás da cozinha até os guardanapos das mesas. Não são despesas extraordinárias, mas sim parte da rotina e, por isso mesmo, precisam ser monitoradas de perto. Quando esses custos não são acompanhados, o caixa começa a sofrer. Mesmo com vendas altas, a sobra no fim do mês pode ser menor do que o esperado. E o pior: é difícil identificar onde está o problema se não houver controle. Entender o que são esses custos e como eles se comportam é o primeiro passo para melhorar a saúde financeira do negócio. Com esse olhar mais atento, fica mais fácil planejar, corrigir desperdícios e buscar uma operação mais enxuta e equilibrada. Quais são os principais tipos de custos operacionais no food service? Comer fora é uma experiência. E para servir bem, é necessária uma estrutura que possui um custo operacional. No setor de food service, onde cada detalhe afeta o resultado, é necessário entender os diferentes tipos de despesas para fazer uma gestão mais eficiente. A seguir, entenda como esses custos se dividem na prática. Custos fixos Esses são os gastos que o restaurante, bar ou lanchonete tem todo mês, independentemente do movimento. Mesmo que o salão esteja vazio ou a cozinha funcione pela metade, eles continuam lá e precisam ser pagos. Exemplos comuns: Custos variáveis Essas despesas mudam de acordo com o volume de vendas. Quanto mais clientes atendidos, maior o consumo e, naturalmente, maior o gasto. Os exemplos comuns são: Custos ocultos Esses são os mais difíceis de perceber, mas estão ali, escondidos no dia a dia. Vêm de falhas na operação, falta de controle ou desperdícios que passam batido e, aos poucos, vão minando o lucro. Confira alguns exemplos: Conhecer esses três grupos ajuda a identificar onde o dinheiro está sendo bem investido e onde ele está escapando sem trazer retorno. Como reduzir os custos operacionais sem prejudicar a qualidade? Reduzir despesas sem mexer na qualidade do que é entregue pode parecer difícil, mas, com organização e foco nos pontos certos, é totalmente possível. No food service, o segredo não está em cortar por cortar, e sim em enxergar onde há excessos, falhas ou gastos desnecessários que podem ser evitados com pequenas mudanças no dia a dia. Ajuste no controle de estoque Um estoque desorganizado gera perdas silenciosas. Produto vencido, item repetido sem necessidade, falta de reposição no momento certo: tudo isso vira prejuízo. Ter um sistema que mostre o que entra, o que sai e o que está parado impacta diretamente no planejamento das compras. Isso evita excesso de mercadoria e também a falta de itens essenciais. Comprar só o que realmente vai ser usado já representa uma economia importante. Redução de desperdícios no preparo e no atendimento Um dos maiores vilões no food service é o desperdício, seja de insumo, tempo ou esforço. Porções mal calculadas, sobras que poderiam ser reaproveitadas e até pedidos errados causam perdas que pesam no caixa. Organizar a cozinha com fichas técnicas, manter uma comunicação clara entre atendimento e produção e aproveitar melhor os ingredientes ajudam a manter a qualidade e ainda reduzem custos. Treinamento da equipe para processos mais ágeis Quando todo mundo sabe exatamente o que fazer, o tempo rende mais e os erros diminuem. Treinar a equipe para seguir padrões no preparo, no atendimento e no fechamento da venda ajuda a evitar retrabalho e melhora o fluxo da operação. Uma equipe bem orientada gasta menos recursos, entrega um serviço mais rápido e ainda mantém a consistência da experiência para o cliente. Revisão de contratos e renegociação com fornecedores Muitos custos operacionais podem ser ajustados com uma boa conversa. Fornecedores, prestadores de serviço e até empresas de software costumam oferecer condições melhores para contratos com volume ou pagamento antecipado. Também vale revisar com frequência os acordos que já estão em vigor; às vezes, o valor subiu sem que o serviço tenha melhorado. Negociar pode garantir economia sem abrir mão da qualidade. Essas estratégias mostram que é possível sim gastar menos sem comprometer o que o cliente recebe. Basta olhar com atenção para os processos, ajustar o que for necessário e manter a operação mais enxuta, mas ainda eficiente. Como a tecnologia ajuda a controlar os custos operacionais? Economizar não é só cortar. Trata-se de entender onde

leia mais

Qual a importância da emissão de nota fiscal no comércio?

Quem trabalha com vendas sabe que abrir o caixa é só o começo. No fim do dia, o que conta mesmo é o que foi vendido com controle, segurança e dentro das regras. A emissão de nota fiscal entra justamente como parte desse processo e não é só uma obrigação legal. Ela ajuda a manter o negócio regularizado e passa confiança para o cliente. Em bares, restaurantes e lanchonetes, ainda existem muitas dúvidas sobre quando, como e por que emitir nota. Mas ignorar esse detalhe pode trazer problemas sérios, como multas e dificuldades para crescer de forma organizada. Se você já se perguntou se vale mesmo a pena emitir nota fiscal em todas as vendas, este texto vai esclarecer bastante coisa. Continue lendo e veja como isso pode proteger seu negócio e melhorar a imagem da sua marca. Por que a emissão de nota fiscal é obrigatória no comércio? No Brasil, todo comércio que realiza uma venda de produto ou serviço tem a obrigação de registrar essa transação formalmente, e isso acontece por meio da nota fiscal. Mesmo os pequenos empreendedores, como donos de bares, lanchonetes e restaurantes, precisam estar atentos a essa exigência. A obrigatoriedade varia conforme o regime tributário adotado, mas, em boa parte dos casos, mesmo o Microempreendedor Individual (MEI) deve emitir nota fiscal ao vender para pessoas jurídicas. Já no caso de vendas para consumidores finais, a emissão é facultativa, desde que o cliente não exija. Se ele pedir, a nota precisa ser entregue. No dia a dia, a nota fiscal também cumpre uma função contábil essencial, pois registra o valor das vendas, ajuda na apuração de impostos e serve como base para declarar o faturamento. Sem esse controle, fica praticamente impossível manter a empresa regularizada, calcular o que deve ser pago e comprovar a movimentação do caixa. Ou seja, além de atender à lei, emitir nota fiscal protege o negócio contra problemas futuros e mantém tudo em ordem com o fisco. Quais são os benefícios de emitir nota fiscal para o comerciante e para o cliente? Fazer tudo certo na hora da venda traz mais vantagens do que parece. Além de ser uma exigência legal, emitir nota fiscal é também uma forma de valorizar o próprio negócio, melhorar a relação com os clientes e abrir caminho para crescer com mais segurança. A seguir, veja como isso funciona na prática. Fortalecimento da confiança do cliente Quando o consumidor recebe a nota, ele entende que está lidando com um comércio sério, que trabalha com transparência. Isso transmite credibilidade, mostra profissionalismo e reforça a imagem positiva da marca. Organização financeira mais eficiente A nota fiscal facilita o controle das vendas e evita bagunça nas contas. Ela ajuda a registrar o faturamento de forma precisa e permite acompanhar o desempenho do negócio com mais clareza, sem depender de anotações soltas ou relatórios incompletos. Base legal para evitar problemas com o fisco Ter as notas emitidas garante que tudo está sendo declarado corretamente. Isso reduz o risco de multas, fiscalizações inesperadas ou questionamentos sobre a movimentação do caixa. Quem mantém tudo registrado tem mais tranquilidade na rotina. Acesso a crédito e oportunidades de crescimento Empresas com boa documentação têm mais chances de conseguir empréstimos, participar de licitações e firmar parcerias. Isso acontece porque a nota fiscal serve como prova de renda e movimentação, o que abre portas para expandir o negócio com mais segurança. Proteção em casos de troca ou garantia A nota é a principal forma de comprovar a compra de um produto ou serviço. Tanto para o cliente quanto para o comerciante, ela facilita acertos em caso de devolução, erro no pedido ou necessidade de assistência. O que acontece quando o comerciante não emite nota fiscal? Ignorar regras fiscais pode até parecer inofensivo no começo, mas essa escolha costuma cobrar um preço alto com o tempo. Quando o comerciante deixa de emitir nota fiscal, ele não está apenas descumprindo uma obrigação legal, está também colocando o negócio em uma situação frágil, sem proteção diante de problemas e fora dos caminhos possíveis de crescimento. A fiscalização atua de forma cada vez mais automatizada. Hoje, cruzamentos de dados, denúncias e até simples variações no fluxo bancário podem acionar uma verificação por parte dos órgãos públicos. E, diferente do que muitos pensam, pequenos negócios também estão no radar. Isso vale para comércios fixos, quiosques, food trucks, deliveries e pontos de venda em eventos. As consequências vão além das multas, que variam conforme o tipo de infração, podendo comprometer boa parte do faturamento do mês. Em alguns casos, o estabelecimento pode ser impedido de emitir novas notas até regularizar a situação, ter mercadorias apreendidas ou perder o CNPJ. Outro impacto importante é que sem nota fiscal, o negócio não constrói histórico. Isso dificulta o acesso a crédito, limita parcerias e cria barreiras para crescer de forma estruturada. A informalidade pode até parecer mais simples no começo, mas trava o desenvolvimento a longo prazo. Como um sistema de PDV pode facilitar a emissão de nota fiscal? Fazer a emissão de nota fiscal manualmente, no meio da correria de um restaurante ou bar, é pedir para ter dor de cabeça. Além de tomar tempo, aumenta as chances de erro e ainda atrasa o atendimento. Um sistema de PDV muda esse cenário completamente, tornando o processo muito mais simples, rápido e confiável. A seguir, veja como ele pode facilitar a rotina. Integração com a venda e redução de erros Com o PDV, a nota fiscal é gerada automaticamente a partir das informações da venda. Isso evita erros de digitação, valores incorretos ou esquecimentos na hora de registrar o produto. Tudo é preenchido de forma padronizada, conforme os dados cadastrados no sistema, o que garante mais precisão nas informações fiscais. Economia de tempo e mais agilidade no atendimento Emitir nota com poucos cliques libera a equipe para focar em atender bem o cliente. Em vez de parar para preencher campos ou buscar dados em planilhas, o processo acontece em segundos, direto na finalização da venda.

leia mais

A importância do PDV na gestão comercial de pequenos negócios

Quando a rotina do negócio entra no piloto automático, fica fácil deixar passar o que precisa de atenção e difícil enxergar o que realmente contribui para os resultados. É nesse ponto que a gestão comercial ganha importância, ainda mais quando conta com o suporte de um sistema de PDV para manter tudo sob controle. O setor de bares e restaurantes, por exemplo, ultrapassou os R$ 455 bilhões em faturamento em 2024, com um crescimento de 10%, segundo o R7. Números que reforçam o tamanho das oportunidades e a necessidade de uma operação bem organizada para aproveitá-las. Se você sente que vender está ficando mais difícil do que deveria, talvez o problema esteja na forma como tudo é controlado. Mas, um bom PDV pode mudar bastante coisa. Continue a leitura e descubra como organizar suas vendas sem complicar a operação. O que é um PDV? Já reparou como certas tarefas parecem simples, mas têm muito mais coisa por trás do que a gente percebe? Quando o assunto é vender, por exemplo, não se trata só de passar o produto e receber o pagamento. Existe questões como controle de estoque, registro fiscal, formas de pagamento diferentes, fechamento de caixa e toda uma gestão comercial que precisa funcionar sem falhas. Para dar conta disso tudo, existe o PDV, uma ferramenta que centraliza essas funções e organiza o processo de vendas de ponta a ponta. PDV é a sigla para Ponto de Venda. Na prática, é o sistema responsável por registrar tudo que acontece no momento da compra. Vai muito além da maquininha de cartão ou do computador no balcão. Ele reúne informações importantes da operação, ajuda a organizar as vendas, registra dados fiscais e pode até cruzar tudo isso com relatórios de desempenho. Ou seja, o PDV funciona como um centro de controle, pois conecta várias partes do negócio em um só lugar, de forma rápida e organizada. No setor de bares e restaurantes, o uso do PDV tem ganhado cada vez mais espaço. Isso porque o ritmo desses estabelecimentos costuma ser intenso, com pedidos chegando a todo momento, alterações no cardápio, contas sendo divididas, mesas rotativas e uma grande variedade de produtos sendo vendidos ao mesmo tempo. Desse modo, contar com um sistema que registre cada venda com precisão e que facilite o trabalho da equipe se torna quase indispensável. Ele evita confusões no caixa, reduz o tempo de espera dos clientes e ainda dá suporte para o gestor acompanhar tudo sem depender de planilhas ou anotações soltas. Então, o PDV é o que dá estrutura para que o atendimento funcione bem e para que o dono do negócio consiga entender o que está acontecendo em tempo real, sem complicação. Como um PDV pode ajudar no controle financeiro e na gestão de estoque? Manter as contas organizadas e o estoque sob controle não precisa ser uma preocupação diária. Com uma gestão comercial adequada, esse processo pode ficar bem mais simples e até automático. Um sistema de PDV conecta o que é vendido ao que precisa ser reposto e mostra, com clareza, quanto está entrando e saindo no caixa. A seguir, entenda melhor como o PDV contribui diretamente para o controle financeiro e a gestão de estoque do seu negócio. Registro automático das vendas Com o PDV, cada venda feita é lançada no sistema assim que acontece. Você não precisa anotar nada nem conferir tudo no fim do dia. O sistema guarda o valor da compra, o produto vendido, a forma de pagamento e até o horário. Isso reduz erros, elimina retrabalho e deixa tudo organizado sem esforço. Para quem trabalha com movimento intenso, como em restaurantes e bares, essa agilidade impacta diretamente no fechamento do caixa. Relatórios financeiros em tempo real Enquanto você atende os clientes, o sistema já organiza os números. Ele mostra o total vendido no dia, os itens que mais saem, as formas de pagamento mais usadas e os horários de pico. Com esses dados, dá para saber o que está funcionando, onde estão os gargalos e até ajustar o cardápio ou o horário de funcionamento. E o melhor é que essas informações ficam disponíveis a qualquer momento, sem precisar esperar o fim do mês. Acompanhamento do fluxo de caixa O controle de entrada e saída de dinheiro fica bem mais claro. Toda vez que uma venda é feita ou um pagamento é registrado, o sistema atualiza o saldo. Dá para ver o quanto entrou em dinheiro, cartão ou PIX, e também quanto foi usado para troco, compras rápidas ou despesas do dia. Isso evita surpresas no caixa e facilita o controle de tudo que circula financeiramente no seu negócio. Controle de estoque integrado Cada produto vendido é automaticamente descontado do estoque. Isso evita anotações manuais, que acabam ficando para depois ou gerando erro. O sistema mostra o que continua disponível, o que está acabando e até o que ficou parado por muito tempo. Com isso, dá para evitar perdas, organizar melhor as compras e manter o que realmente tem saída. Prevenção de desperdícios e rupturas Um estoque bem monitorado ajuda a comprar só o que vai ser usado. Quando o sistema mostra o que vende mais, o que sobra e o que estraga, dá para ajustar as quantidades e evitar tanto a falta quanto o excesso. Isso vale especialmente para alimentos e bebidas, que têm validade curta e custo alto. Reduzir desperdício significa economizar sem mexer na qualidade do serviço. Organização de compras futuras Com base no histórico de vendas, o sistema aponta os produtos que precisam ser repostos em cada período. Assim, você consegue planejar melhor as compras, negociar com fornecedores e evitar gastos desnecessários. Isso também ajuda a manter o fluxo de caixa equilibrado, porque evita que você compre demais ou de forma desorganizada. Quais são os critérios para escolher o melhor sistema de PDV para uma microempresa? Escolher um sistema de PDV não precisa ser complicado, mas também não dá para decidir só pelo preço ou pela aparência da tela. Um bom sistema precisa

leia mais

Demonstração de fluxo de caixa: saiba como fazer

Vender bem não garante saldo positivo no fim do mês, é justamente nisso que muitos negócios se atrapalham. A demonstração de fluxo de caixa mostra, de uma maneira muito bem organizada, tudo o que entra e sai do caixa em determinado período. É como um raio-x das movimentações financeiras, de extrema importância para entender se o negócio está equilibrado ou caminhando para o vermelho. Com esse controle em mãos, fica mais fácil saber se as vendas estão cobrindo os gastos, quando será preciso reforçar o caixa ou quais despesas devem ser revistas. Mesmo empresas com bom faturamento podem ter dificuldades se não monitorarem esses dados com frequência. A seguir, você vai ver como montar sua própria demonstração, quais pontos observar para não ser pego de surpresa e como a análise do fluxo ajuda a tomar decisões com mais segurança. Continue lendo e veja como transformar números soltos em informação útil para manter as contas sob controle. Entenda o que é o fluxo de caixa e por que ele importa Antes de montar qualquer controle, é preciso entender o que está sendo monitorado. O fluxo de caixa é o registro de todas as movimentações financeiras de um negócio, ou seja, o que entra (receitas) e o que sai (despesas) em um determinado período. Ele mostra, com clareza, se o dinheiro que está entrando é suficiente para cobrir os compromissos. Muita gente confunde lucro com saldo de caixa. Mas são coisas diferentes: uma empresa pode até estar vendendo bem e ter lucro no papel, mas se não tiver controle sobre prazos e pagamentos, pode ficar sem dinheiro para manter a operação no dia a dia. A demonstração de fluxo de caixa ajuda justamente a entender como o dinheiro circula, identificar possíveis desequilíbrios e antecipar decisões. É uma ferramenta simples, mas de grande valor para acompanhar a saúde financeira do negócio com mais segurança e agilidade. Separe as movimentações por categorias de entrada e saída Não basta saber quanto entrou ou saiu. É preciso saber de onde vem e para onde vai cada valor. Categorizar as movimentações facilita a leitura do fluxo e ajuda a identificar padrões que, à primeira vista, podem passar despercebidos. No campo das entradas, é comum listar: vendas à vista, vendas a prazo, recebimentos de clientes, rendimentos e eventuais aportes de sócios. Já nas saídas, entram: folha de pagamento, aluguel, fornecedores, contas fixas (como energia, água, internet), impostos e pequenas despesas do dia a dia. Criar essas categorias desde o início evita confusão e torna o acompanhamento mais eficiente. Além disso, permite entender quais áreas consomem mais recursos e quais trazem mais retorno. Tenha em mente que organizar o fluxo com base nessas classificações torna a demonstração mais clara, mais útil e muito mais estratégica. Defina o período de análise da demonstração A frequência do controle precisa fazer sentido para a realidade do seu negócio. Para quem tem um alto volume de vendas ou fluxo diário intenso, acompanhar o caixa todos os dias pode ser essencial. Já em operações com movimentações mais espaçadas, relatórios semanais ou mensais dão conta do recado. O importante é escolher um período que permita agir com rapidez, caso algo saia do esperado. Se o controle for muito espaçado, os problemas podem crescer até se tornarem difíceis de reverter. Se for muito detalhado, pode virar uma tarefa pesada demais e acabar sendo deixada de lado. Depois de definido, esse recorte será a base da demonstração: ele mostra o saldo inicial, registra todas as entradas e saídas e aponta o saldo final daquele período. E é com base nessas informações que o gestor poderá planejar o próximo passo. Registre todas as entradas com atenção aos prazos de recebimento Nem todo valor registrado como venda representa dinheiro entrando no caixa no mesmo momento. Por isso, ao preencher a demonstração, é necessário diferenciar o que já foi recebido do que ainda está previsto para cair. Inclua vendas à vista, pagamentos recebidos de clientes, valores em dinheiro, cartões, transferências e também os créditos a receber, como vendas no fiado ou pagamentos parcelados. Só assim será possível visualizar com clareza o que realmente entrou no caixa durante o período. Outra dica importante é registrar os valores no momento certo. Um erro comum é considerar uma entrada que só será recebida no mês seguinte, o que gera a falsa impressão de saldo positivo. Essa atenção aos prazos evita surpresas no fechamento e dá uma visão mais realista da situação financeira do negócio. Ter esse controle de forma contínua ajuda a manter o fluxo equilibrado e permite tomar decisões com base em dados concretos. Liste todas as saídas de caixa, mesmo as pequenas É comum lembrar das despesas fixas, como aluguel, folha de pagamento ou contas básicas. Mas são os pequenos gastos do dia a dia que costumam escapar e quando somados, eles impactam diretamente o caixa. Por isso, tudo precisa ser registrado, desde a taxa da maquininha até a reposição de produtos, manutenção emergencial ou compra de insumos. Além das saídas óbvias, não esqueça de incluir impostos, comissões, retiradas de sócios e pagamentos parcelados. O ideal é criar categorias para cada tipo de despesa, como fizemos no campo das entradas, o que facilita a leitura e análise depois. Anotar tudo com regularidade evita furos e distorções no fechamento do período. Quando o negócio sabe exatamente para onde está indo o dinheiro, fica mais fácil ajustar gastos, negociar com fornecedores e reorganizar prioridades. Esse cuidado no registro das saídas dá mais controle sobre o caixa e permite que o negócio cresça com mais segurança. Faça a conciliação entre o previsto e o realizado Registrar as movimentações é o primeiro passo. O segundo é verificar se o que foi planejado realmente aconteceu. A conciliação entre o que estava previsto e o que entrou ou saiu de fato permite identificar atrasos, inadimplência, pagamentos esquecidos ou valores que não foram contabilizados corretamente. Essa conferência deve ser feita ao final de cada período analisado. Compare os lançamentos com os extratos bancários, comprovantes de pagamento e

leia mais

O que é encarte e como utilizar no seu PDV

Tem coisa que chama a atenção do cliente antes mesmo do garçom chegar na mesa. Os criativos promocionais são um bom exemplo disso. Saber o que é encarte e como usar esse material no seu ponto de venda pode aumentar as vendas e agilizar as decisões do consumidor logo no primeiro contato. Esse tipo de estratégia, inclusive, faz ainda mais sentido em datas especiais. Prova disso é que muitos bares e restaurantes estão otimistas com o Dia dos Namorados: 82% esperam faturar mais do que no ano passado, segundo a Abrasel. Em momentos assim, um encarte bem planejado pode ser exatamente o impulso que faltava para elevar o ticket médio e aproveitar melhor o movimento. Quando bem feito, ajuda o cliente a decidir mais rápido, valoriza produtos que têm maior margem de lucro e ainda dá aquela sensação de vantagem que todo mundo gosta. Em restaurantes, bares e lanchonetes, ele pode servir como um impulso direto para aumentar o ticket médio sem pressionar o atendimento. Se você já pensou em montar uma promoção, mas não soube por onde começar, este conteúdo vai ajudar bastante. Acompanhe as próximas dicas e veja como aproveitar melhor esse recurso no seu PDV. O que é encarte? Promoção boa é aquela que o cliente vê, entende na hora e sente vontade de aproveitar. É exatamente isso que o encarte promocional entrega, pois é uma comunicação simples, direta e estratégica. Saber o que é encarte ajuda a transformar ofertas em vendas de verdade. No contexto do PDV, o encarte é o material visual que apresenta as promoções disponíveis. Pode estar impresso, digital ou até aparecer na tela de um totem. O importante é que ele seja claro e esteja bem posicionado, ajudando o cliente a tomar decisões mais rápidas que sejam vantajosas para o negócio. O encarte não é só um papel com preços. Ele funciona como um vendedor silencioso, já que destaca os produtos que mais interessam, chama a atenção para itens com boa margem e incentiva a escolha de combos ou lançamentos. Quando bem usado, esse tipo de material pode elevar o ticket médio, girar o estoque com mais velocidade e até influenciar a percepção de valor do cardápio. Em um ambiente dinâmico como o de bares e restaurantes, ter uma promoção bem apresentada pode estimular a compra por impulso e reforçar o interesse do cliente pelo que está em oferta naquele momento. Como criar encartes atrativos para o público-alvo? Criar um encarte que realmente desperte o interesse do cliente vai muito além de colocar um preço em destaque. É preciso pensar no que faz sentido para o público, no que traz resultado para o caixa e em como tudo isso será apresentado. Um encarte bem montado é direto, chama atenção no tempo certo e deixa claro o benefício da promoção. A seguir, veja como acertar na criação. Escolha de produtos com bom retorno financeiro Não é tudo que está no cardápio que precisa entrar no encarte. O ideal é destacar itens que têm boa margem de lucro ou que ajudam a girar o estoque mais rápido. Combos com bebidas, porções, entradas ou sobremesas são ótimos para isso. Por exemplo, um bar que vende bastante petisco pode montar um combo com chopp e batata frita por um valor fechado. O cliente sente que está ganhando, e o negócio consegue aumentar o ticket médio sem aumentar o custo da operação. Clareza nas informações e foco na experiência do cliente A oferta precisa ser simples de entender. Nada de frases genéricas ou regras complicadas. Quanto mais direto for o texto, mais fácil será para o cliente decidir. Em vez de escrever algo como “Combo especial durante a semana”, vale dizer exatamente o que está incluído e o valor total, como “Prato do dia + refrigerante por R$ 24,90, de segunda a quinta”. Assim, a pessoa já entende de cara o que está sendo oferecido e se interessa de forma natural. Identidade visual alinhada ao estilo do negócio A aparência do encarte deve refletir o ambiente. Um restaurante com pegada rústica pode usar tons terrosos, uma fonte mais clássica e imagens que combinem com o estilo da casa. Já uma hamburgueria moderna pode apostar em cores vibrantes, ilustrações descontraídas e uma diagramação que converse com o perfil do público. Quando o encarte parece uma continuação da experiência no local, ele ganha força como ferramenta de venda, sem parecer algo jogado na mesa. Quais são os melhores formatos e canais para distribuir encartes no PDV? A promoção certa no lugar certo pode mudar o rumo da venda. No PDV, o encarte precisa aparecer onde o cliente olha, no momento em que ele ainda está escolhendo ou prestes a decidir. Por isso, o formato e o canal de distribuição são tão importantes quanto o conteúdo. O que funciona bem para um bar de rua pode não funcionar em um restaurante fast casual. O segredo é adaptar à rotina e ao espaço do negócio. Quer saber como isso pode ser feito? Encartes físicos no salão, balcão e mesas Os impressos ainda funcionam, e muito. Quando bem posicionados, ajudam a guiar a decisão de quem já está ali pronto para pedir. Um cardápio de promoções no balcão chama atenção de quem chegou agora e ainda está escolhendo. Uma folhinha na mesa, ao lado dos talheres ou junto com o cardápio principal, pode destacar um combo do dia ou uma bebida com desconto. Em lanchonetes ou bares, deixar um display de mesa com destaque para happy hour costuma funcionar bem. Exibição digital em totens, tablets ou na comanda eletrônica Se o negócio já usa tecnologia para registrar pedidos, por que não usar esse canal também para mostrar as promoções? Totens de autoatendimento e tablets nas mesas podem exibir banners chamativos com ofertas pontuais. Até mesmo na comanda eletrônica da equipe, dá para incluir sugestões de venda com desconto. Aliás, isso ajuda o atendente a oferecer algo a mais de forma natural. É uma forma discreta, mas muito eficaz de estimular pedidos

leia mais

Frente de caixa: entenda o que é e como funciona

É no momento do pagamento que muita coisa pode dar errado, como erro no troco, falha na emissão da nota, lentidão no sistema. E tudo isso passa pela frente de caixa, uma parte essencial da operação que vai muito além do caixa em si. É ali que a venda se encerra e a confiança do cliente se confirma. Quando esse processo é desorganizado, os reflexos aparecem na experiência de quem compra e no controle financeiro de quem vende. Um sistema instável ou mal gerenciado pode causar prejuízos, filas e retrabalho. Por outro lado, quando tudo funciona bem, o atendimento flui, a equipe ganha agilidade e os erros diminuem. Neste texto, você vai entender o que é a frente de caixa, como ela funciona na prática e o que pode ser feito para torná-la mais segura, rápida e eficiente no dia a dia.  Como funciona a frente de caixa? É ali, nos últimos segundos da compra, que tudo precisa acontecer sem qualquer erro: valor certo, forma de pagamento registrada, nota emitida e o cliente saindo satisfeito. Para que esse fluxo funcione, existe uma estrutura que conecta o atendimento ao controle financeiro; e é disso que estamos falando quando tratamos da frente de caixa. Na prática, ela é o conjunto de processos, equipamentos e sistemas responsáveis pelo fechamento das vendas. Engloba desde a tela onde os produtos são registrados até os meios de pagamento, emissão de nota fiscal e abertura ou fechamento do caixa. Tudo o que envolve a finalização da compra passa por esse ponto. Funciona assim: o operador inicia o atendimento, registra os itens, aplica descontos ou promoções (quando necessário), escolhe a forma de pagamento, finaliza a venda e gera os documentos fiscais. Ao longo do dia, todas essas movimentações ficam armazenadas, organizando entradas e permitindo o acompanhamento do faturamento. Quais são os principais desafios no gerenciamento da frente de caixa? Nem sempre é na venda que os problemas aparecem. Muitas vezes, eles estão no controle. Gerenciar bem a frente de caixa exige atenção aos detalhes, processos claros e ferramentas confiáveis. A seguir, veja alguns desafios comuns que podem comprometer a operação e o que fazer para contornar cada um deles. Erros no troco e divergência nos valores finais Quando o fluxo é intenso e o caixa depende de cálculo manual, o risco de erro aumenta. Um troco dado a mais, um valor digitado errado ou uma falha de conferência no fechamento do dia pode comprometer o controle financeiro. Mesmo pequenas diferenças se acumulam com o tempo e dificultam a comunicação. Esse tipo de falha prejudica também a confiança do cliente e pode gerar conflitos desnecessários no atendimento. Em operações com alta rotatividade, esse desafio se torna ainda mais comum, ainda mais quando a equipe não tem um processo claro para revisar as movimentações durante e após o expediente. Registro incompleto ou incorreto das vendas Vendas feitas sem o devido registro, códigos de produtos digitados incorretamente ou itens esquecidos durante o atendimento são situações mais comuns do que parecem. Esses erros afetam o controle de estoque, distorcem o faturamento e atrapalham a leitura real dos resultados. Em alguns casos, eles também podem abrir brechas para perdas financeiras e dificultar a conferência no fechamento do caixa. Quando o fluxo de vendas é feito sem padronização, cada operador acaba desenvolvendo um jeito próprio de trabalhar, o que torna o controle ainda mais difícil. Sem uma estrutura clara, o risco de inconsistência aumenta e passa despercebido até o final do dia. Lentidão no atendimento em horários de pico Nos momentos de maior movimento, qualquer atraso no caixa vira fila, reclamação e queda na qualidade do atendimento. A lentidão pode ter várias causas: sistema sobrecarregado, fluxo mal distribuído, equipe despreparada ou até processos internos que exigem mais etapas do que o necessário. Quando isso acontece, o cliente sente que está perdendo tempo e a equipe trabalha sob pressão. Além de impactar a experiência de quem compra, a operação perde em volume de vendas e produtividade. Sem organização e ritmo, o caixa deixa de ser um ponto de fluidez e passa a ser um gargalo no atendimento. Falhas na emissão de notas fiscais Emitir nota fiscal de forma correta é uma obrigação que exige atenção. Qualquer erro no CPF, nos dados do produto ou nos valores pode gerar retrabalho e até problemas fiscais. Além disso, quando o sistema é instável ou mal configurado, a emissão pode travar no meio da venda, gerando filas e insatisfação. Outro ponto crítico é quando a nota é esquecida ou emitida fora do prazo, o que compromete o registro da operação. Em locais com grande volume de vendas, esse tipo de falha costuma se repetir se não houver um processo padronizado, com etapas claras e checagem constante. Dificuldade na conciliação de pagamentos No fim do dia, fechar o caixa exige que tudo esteja bem alinhado: valor recebido, forma de pagamento, vendas registradas e comprovantes. Quando há diferenças entre o que foi vendido e o que entrou no sistema, o processo de conciliação vira um desafio. Muitas vezes, o problema está em lançamentos incompletos, trocas de pagamento de última hora ou erros na categorização das vendas. Isso consome tempo da equipe e atrasa o fechamento. Se a conferência não for rigorosa, as falhas se acumulam e só são percebidas quando o prejuízo já apareceu, e identificar a origem do erro depois pode ser complicado. Acesso descontrolado ao caixa por vários operadores Quando mais de uma pessoa utiliza o mesmo caixa sem controle de acesso, fica difícil rastrear responsabilidades. Sem login individual ou um sistema que registre quem realizou cada operação, a gestão perde visibilidade sobre o que está acontecendo. Isso abre espaço para erros, falhas de conferência e até situações mais delicadas, como fraudes internas. Ainda há o fato de que, sem essa identificação clara, não há como oferecer feedbacks precisos à equipe ou identificar gargalos operacionais por turno. Em negócios com várias trocas de operador por dia, essa falta de rastreabilidade compromete tanto a segurança quanto a organização do

leia mais

Autoatendimento e experiência do usuário: como tornar o processo intuitivo?

Um sistema de autoatendimento só cumpre sua função quando qualquer pessoa consegue usar sem travar e com agilidade. E a experiência do usuário é justamente o que garante esse caminho simples, direto e funcional. Quando a navegação é intuitiva, o atendimento flui, a fila anda e o cliente sai satisfeito. Mas basta um botão mal posicionado, um processo confuso ou uma tela lenta para gerar frustração. E o que era para ser rápido se transforma em demora, insegurança e, muitas vezes, desistência. Por isso, projetar um autoatendimento fácil de usar é mais do que capricho, é uma estratégia. Ao longo deste conteúdo, você vai ver como tornar o uso dos totens mais simples, direto e acessível para diferentes perfis de clientes. Siga a leitura e descubra como transformar a tecnologia em uma aliada real da experiência de quem usa. Interface simples: menos cliques, mais resultado Quanto mais fácil for para o cliente entender o que fazer, maior a chance de o autoatendimento cumprir seu papel. Uma interface simples, com etapas claras e sem excesso de informações, facilita o uso para todos os perfis de público, principalmente para quem está com pressa ou não tem tanta familiaridade com tecnologia. Menus objetivos, botões grandes e visíveis, informações organizadas por categorias e um caminho linear até o final do atendimento melhoram a experiência do usuário. Afinal, a pessoa precisa conseguir fazer tudo sozinha, sem precisar pensar demais. Se algo exige muitas etapas ou está mal posicionado, a frustração aparece. Sistemas bem automatizados ajudam nesse processo ao permitir personalizar o layout dos totens de acordo com a operação, destacando os itens mais vendidos ou simplificando as opções. Uma interface limpa não é só estética, pois influencia diretamente na velocidade, na segurança e na confiança de quem está usando o equipamento. Navegação clara para todos os perfis de cliente Um bom autoatendimento precisa funcionar para quem já conhece o sistema e também para quem nunca usou antes. Isso exige uma navegação que se adapte ao ritmo e ao perfil de cada pessoa, sem criar barreiras nem exigir conhecimento prévio. A estrutura das telas precisa seguir uma lógica intuitiva: o que vem primeiro, onde clicar, como corrigir um erro, como voltar ou avançar. Tudo precisa estar no lugar esperado. Quando a experiência é previsível, o cliente se sente seguro para seguir. Também é muito importante evitar termos técnicos ou jargões. A linguagem usada na interface deve ser simples, próxima da fala do público que frequenta o estabelecimento. E o caminho até a finalização do pedido deve ser direto, sem rodeios nem telas desnecessárias. Uma navegação fluida ajuda a evitar desistências e reduz a necessidade de ajuda externa. Quando o sistema se adapta ao usuário, a adesão ao autoatendimento cresce naturalmente. Etapas bem definidas, sem confundir o usuário Um dos maiores motivos de abandono no autoatendimento é a falta de clareza nas etapas. Quando a pessoa não sabe se já confirmou o pedido, se ainda falta pagar ou se está tudo certo, surgem dúvidas e, com elas, a insegurança. A automação ajuda a organizar o processo de forma mais linear e previsível. Cada etapa deve ser apresentada com clareza: escolha, personalização (se houver), confirmação e pagamento. O cliente precisa saber exatamente onde está e o que falta concluir. Indicadores visuais, como barras de progresso ou mensagens claras de confirmação, ajudam bastante. E, se houver possibilidade de voltar ou corrigir algo, isso também deve estar visível, sem criar obstáculos. Quando o caminho é lógico e bem sinalizado, o uso flui com mais naturalidade mesmo para quem não tem familiaridade com tecnologia. Reduzir o atrito em cada etapa é um dos pilares para oferecer uma experiência tranquila e sem surpresas no autoatendimento. Imagens, cores e ícones que ajudam na tomada de decisão Nem todo cliente vai ler com atenção tudo o que está na tela. Por isso, o uso inteligente de imagens, cores e ícones facilita o entendimento e agiliza o processo de escolha. Uma boa comunicação visual reduz a dependência da leitura e orienta o usuário com mais naturalidade. Fotos reais dos produtos, ícones claros para ações como “voltar”, “confirmar” ou “editar”, e o uso de cores para indicar status (ex: verde para confirmado, vermelho para erro) ajudam a tornar o atendimento mais intuitivo. A automação permite configurar essa linguagem visual dentro do sistema, garantindo que ela seja mantida em todas as telas. Isso gera consistência e evita confusão em momentos importantes do atendimento. Uma interface bem pensada visualmente reduz dúvidas, acelera as decisões e melhora a experiência de quem está usando o totem, inclusive para quem tem pressa ou está fazendo isso pela primeira vez. Testes de usabilidade antes de colocar no ar Uma das formas mais seguras de garantir que o autoatendimento será bem aceito é testar com quem realmente vai usar. A equipe que desenvolve ou implanta pode prever muita coisa, mas só o cliente final mostra o que funciona e o que precisa ser ajustado. Testes de usabilidade ajudam a identificar pontos de atrito, momentos de dúvida, cliques desnecessários e escolhas mal posicionadas. Também revelam se a linguagem está clara, se os botões estão no lugar certo e se o processo de finalização está fluindo como deveria. Com base nesses testes, é possível ajustar a interface e o fluxo de atendimento antes da liberação oficial. Isso evita que erros simples atrapalhem a adesão dos clientes e reduz a necessidade de correções futuras. A automação facilita essa etapa ao permitir configurações personalizadas, testes em ambiente seguro e atualizações rápidas. Usabilidade bem testada é um passo fundamental para garantir uma experiência do usuário mais fluida desde o primeiro toque. Integração com pagamento rápido e direto no totem O autoatendimento perde força quando o cliente precisa sair da tela e ir até outro lugar para pagar. Isso quebra o fluxo, gera filas e causa confusão, especialmente em horários de pico. Por isso, integrar o sistema de pagamento ao totem é essencial para tornar a experiência mais simples e prática. Com automação, é possível conectar o atendimento

leia mais

Como a automação pode melhorar a eficiência dos totens de autoatendimento?

Ninguém gosta de esperar na fila e é exatamente por isso que os totens de autoatendimento ganharam espaço em tantos negócios. Eles prometem agilidade, autonomia e menos atrito no momento da compra. Mas, para que essa experiência funcione de verdade, o sistema por trás precisa acompanhar o ritmo de quem está usando. Quando o totem é lento, trava ou tem etapas confusas, o cliente desiste. E o que era para agilizar acaba virando obstáculo. Por isso, a automação vai além de ser apenas detalhe técnico, já que garante que o atendimento aconteça de forma rápida e segura. Ao longo do texto, você vai entender como a automação pode tornar o autoatendimento mais eficiente e por que ela é uma aliada indispensável para quem quer oferecer uma experiência melhor sem complicar a operação.  Redução de filas e agilidade no atendimento Totens não são apenas uma forma moderna de atender: eles resolvem um dos maiores desafios no varejo e food service — as filas. Quando bem integrados ao sistema de vendas, esses equipamentos funcionam como pontos de atendimento adicionais, desafogando o balcão e acelerando o fluxo, especialmente em horários de grande movimento. A automação garante que cada etapa do processo aconteça sem interrupções. O cliente escolhe, confirma o pedido e finaliza com autonomia, sem depender de um atendente para cada passo. Isso torna o atendimento mais rápido e fluido, mesmo com alto volume. É importante frisar que, ao dividir a demanda com os totens, a equipe pode se concentrar em tarefas mais estratégicas, como produção e reposição, sem o estresse de uma fila crescendo. O resultado é um ambiente mais organizado, com menos espera e mais eficiência, tanto para quem compra quanto para quem opera. Atendimento mais fluido em horários de pico Horário de pico costuma ser sinônimo de correria, atrasos e pedidos cruzados. E é justamente nesses momentos que os totens fazem a diferença. Por funcionarem de forma paralela ao atendimento tradicional, eles absorvem parte da demanda e ajudam a manter o ritmo, sem exigir reforço imediato na equipe. Com um sistema automatizado por trás, os totens mantêm o fluxo contínuo, mesmo quando o salão está cheio. O cliente não precisa esperar a vez no caixa ou no balcão, já que consegue iniciar e finalizar o pedido diretamente na tela. Isso espalha o atendimento por diferentes pontos e reduz a concentração de pessoas em um só local. Inclusive, o tempo médio de atendimento cai, o que permite atender mais pessoas em menos tempo. O ganho é claro: menos acúmulo, mais organização e uma operação que funciona com estabilidade, mesmo sob pressão. Menos erros no registro de pedidos Anotar o pedido errado, trocar ingredientes ou esquecer um item são erros comuns quando tudo depende de comunicação verbal ou de digitação apressada. Essas falhas geram retrabalho, aumentam o tempo de espera e podem comprometer a satisfação do cliente. Com os totens de autoatendimento, esse risco diminui bastante. O próprio cliente seleciona o que deseja, revisa as escolhas e envia o pedido para produção com mais precisão. A automação garante que todas as informações sejam transmitidas exatamente como foram registradas, sem interpretações ou ruídos no caminho. Essa autonomia reduz falhas humanas e melhora a qualidade do serviço prestado. Além disso, o sistema pode oferecer opções visuais e descritivas para facilitar a escolha, ajudando o cliente a fazer pedidos com mais segurança. Com o pedido bem registrado desde o início, o fluxo da operação fica mais previsível e o retrabalho quase desaparece. Isso melhora tanto a produtividade da equipe quanto a experiência de quem está comprando. Mais autonomia para o cliente durante o atendimento Nem todo mundo gosta de pedir diretamente para um atendente. Alguns preferem explorar o cardápio com calma, revisar opções e escolher no próprio ritmo, sem pressa nem pressão. Os totens de autoatendimento oferecem justamente essa liberdade, e a automação por trás garante que isso aconteça sem travas ou confusão. Com uma interface intuitiva, o cliente navega pelas opções, personaliza pedidos e finaliza tudo com poucos toques. Isso evita trocas de informação desnecessárias e torna o processo mais confortável para quem busca praticidade. Aliás, a autonomia reduz a carga sobre a equipe de atendimento, que pode se concentrar em tarefas mais estratégicas. O cliente sente que está no controle, e a operação ganha fluidez. Esse tipo de experiência, mais leve e direta, costuma gerar mais satisfação e até aumento no ticket médio, já que a decisão de compra acontece com mais tempo e menos pressão. Integração com sistemas de pagamento direto no totem Finalizar o pedido e ainda ter que entrar em outra fila para pagar pode estragar toda a eficiência do autoatendimento. Por isso, integrar os totens aos meios de pagamento é fundamental para garantir uma experiência realmente fluida. Com o sistema certo, o cliente escolhe, confirma o pedido e paga na própria tela do totem, com cartão, Pix ou QR Code. O processo é direto, intuitivo e seguro, sem necessidade de digitar valores manualmente ou trocar de equipamento. Essa integração reduz filas no caixa, melhora o giro de atendimento e evita erros de cobrança. Além disso, todas as transações ficam registradas no sistema de vendas, facilitando a conciliação ao final do dia. Quando o pagamento é parte do fluxo do autoatendimento, a operação ganha velocidade e o cliente percebe mais organização. Atualização automática de cardápio e preços Manter o cardápio atualizado em todos os pontos de atendimento pode ser trabalhoso. Alterações de preço, inclusão de novos produtos ou a retirada de itens temporários, quando feitas manualmente, tomam tempo e abrem margem para erros. Se um preço estiver diferente entre o sistema e o totem, por exemplo, o problema aparece na hora do pagamento. Com a automação, qualquer mudança feita no sistema central se reflete instantaneamente nos totens. Isso garante que todas as informações estejam sincronizadas, sem necessidade de ajuste manual em cada equipamento. Ainda há o fato de que a equipe ganha mais agilidade para atualizar produtos em tempo real, sem precisar interromper o atendimento. Se um item esgotar,

leia mais

Como a automação comercial ajuda a reduzir erros operacionais no varejo?

Um simples erro no troco, uma nota fiscal emitida com dados errados ou um produto que sumiu do estoque. Situações como essas parecem pequenas, mas os erros operacionais no varejo acumulam prejuízos que pesam no caixa e ainda afetam a experiência de quem compra. Esses deslizes acontecem por diversos motivos: pressa, processos manuais, falta de controle e falhas na comunicação entre setores. E quanto maior o movimento do ponto de venda, maior a chance de que esses erros se repitam sem que ninguém perceba. A automação comercial entra para tornar a rotina mais confiável e organizada. Com sistemas que validam dados, controlam o estoque em tempo real e automatizam tarefas, a margem de erro cai e a operação ganha estabilidade. Siga a leitura e veja como corrigir o que compromete a eficiência no seu dia a dia. Cada ajuste pode refletir diretamente nos seus resultados. Troco errado: como a automação evita falhas no caixa? No atendimento rápido, errar o troco é mais comum do que parece. Seja por distração, pressa ou confusão com valores quebrados, esse tipo de falha afeta diretamente o caixa e a confiança de quem está pagando. Quando o controle é feito manualmente, cada operação vira um ponto de risco e o acúmulo de erros compromete o fechamento do dia. A automação comercial resolve isso com o cálculo automático de valores e integração direta com os meios de pagamento. O sistema mostra exatamente quanto deve ser cobrado e o valor do troco, evitando dúvidas ou conferências demoradas. Também é possível acompanhar as movimentações do caixa em tempo real, com registro detalhado de cada transação. Com essa previsibilidade, o atendimento fica mais seguro e a equipe ganha confiança para operar com mais agilidade. Menos erros no caixa significam menos perdas financeiras e mais tranquilidade ao final do expediente. Notas fiscais com erro: como a emissão automática reduz retrabalho? Emitir uma nota fiscal com dados incorretos gera retrabalho, pode causar problemas com o cliente e ainda comprometer a regularidade fiscal do negócio. Quando a emissão é feita manualmente, o risco de digitar algo errado, esquecer campos obrigatórios ou usar uma informação desatualizada é alto. Com a automação, esse processo é simplificado. O sistema já preenche os dados do cliente e do produto com base no cadastro, calcula os impostos automaticamente e envia a nota para o sistema fiscal integrado. Isso evita preenchimentos duplicados, reduz os erros e ainda acelera o atendimento. Ainda há a vantagem de que todo o histórico das notas fica armazenado de forma segura, pronto para consultas futuras ou conferências. Com menos retrabalho, a equipe pode focar em atender bem, com agilidade e segurança. Estoque desatualizado: como o controle em tempo real evita perdas? Saber o que ainda está disponível para venda é importante, mas quando o controle de estoque é feito de forma manual ou defasada, erros operacionais passam despercebidos. Produtos que já acabaram continuam sendo oferecidos, itens vencidos seguem na prateleira e reposições são feitas tarde demais. Isso afeta o faturamento e prejudica o giro do negócio. A automação permite que o estoque seja atualizado automaticamente a cada venda, devolução ou entrada de mercadoria. O sistema mostra em tempo real a quantidade de cada produto, alertando quando um item está prestes a acabar ou quando há inconsistência nos registros. Essa visibilidade evita compras desnecessárias, reduz desperdícios e melhora o planejamento de reposição. Também facilita o acompanhamento do desempenho de cada produto — o que sai mais, o que encalha e o que precisa de mais atenção. Um estoque bem controlado impacta diretamente na margem de lucro e no bom funcionamento da operação. Produtos cadastrados de forma incorreta: como validar dados antes da venda? Nome digitado errado, código de barras duplicado, categoria trocada, entre tantas outras possibilidades de problemas cadastrais. Esses pequenos erros no cadastro de produtos podem gerar confusão no atendimento, cobrança indevida e até impacto nos relatórios. Quando o cadastro é feito manualmente, sem padronização, a chance de erro aumenta e cada falha compromete o controle da operação. Com a automação, o sistema bloqueia informações incompletas ou fora do padrão, além de permitir a importação de dados diretamente do fornecedor, com validação automática. Também é possível vincular códigos, preços e categorias para garantir que os dados estejam consistentes em todas as etapas. Esse tipo de cuidado evita que o atendente tenha que corrigir falhas durante a venda ou, pior, depois que o produto já foi entregue ao cliente. Ter uma base de produtos bem estruturada melhora o controle de estoque, agiliza o atendimento e torna a operação mais confiável em todos os pontos. Preços errados na hora do pagamento: como integrar etiquetas e PDV? Nada gera mais desconfiança do que um valor diferente na hora de pagar. Se a etiqueta de preço não bate com o sistema, o cliente questiona, a equipe se atrapalha e o atendimento trava. Em muitos casos, esse tipo de erro vem da falta de integração entre os sistemas de precificação e o PDV. Com a automação comercial, os preços cadastrados no sistema são os mesmos exibidos no ponto de venda. Toda alteração feita no cadastro é atualizada automaticamente nas etiquetas eletrônicas (quando houver) ou nas impressões manuais, garantindo consistência e evitando surpresas no caixa. Vale ressaltar que o sistema pode ser configurado para impedir que um produto seja vendido por um valor diferente do que está registrado. Isso reduz erros operacionais, melhora a imagem do negócio e evita prejuízos com cobranças erradas. Quando a informação é única e confiável em todos os pontos, o processo de venda flui com mais clareza e o cliente sente mais segurança na compra. Vendas sem registro: como evitar esquecimentos com sistemas automatizados? Em operações movimentadas, é possível que um produto passe pelo atendimento sem ser registrado, seja por distração, pressa ou falha na comunicação entre setores. Essas vendas “fantasmas” geram perdas invisíveis, comprometem o controle de estoque e dificultam o fechamento do caixa. A automação elimina esse risco ao exigir que todo produto seja lançado no sistema antes de seguir para

leia mais

Como a automação pode facilitar a gestão de fornecedores em grandes eventos?

Sem fornecedor alinhado, não há estrutura que funcione nem evento que aconteça como planejado. E a gestão de fornecedores se torna ainda mais desafiadora em eventos grandes, com vários prazos, demandas diferentes e entregas que precisam acontecer no tempo certo. Quando há falhas nessa parte da organização, os reflexos aparecem em outros pontos: montagem atrasada, materiais errados, comunicação confusa e uma equipe que precisa resolver problemas no improviso. Isso gera estresse, perda de tempo e riscos para a qualidade da entrega. A automação é indispensável para evitar esse tipo de situação. Com o apoio de sistemas confiáveis, é possível acompanhar contratos, organizar pagamentos, monitorar entregas e manter todos os envolvidos conectados. Siga a leitura para entender como a tecnologia pode transformar esse processo e ajudar você a ter mais controle sobre cada detalhe. Centraliza as informações em um só lugar Lidar com vários fornecedores ao mesmo tempo costuma gerar um volume alto de informações. São contratos, contatos, prazos, orçamentos e documentos que, quando espalhados por e-mails, planilhas e blocos de anotações, dificultam qualquer tipo de controle. Isso consome tempo, aumenta o risco de perda de dados e atrasa as decisões mais importantes. Com um sistema automatizado, tudo pode ser acessado em um único painel. É possível cadastrar os fornecedores, acompanhar o status de cada negociação, anexar arquivos e registrar observações úteis para consultas futuras. Dessa forma, a gestão de fornecedores fica otimizada, já que todas as informações ficam organizadas, disponíveis para toda a equipe e fáceis de encontrar mesmo em momentos de urgência. A centralização dos dados também evita retrabalho e melhora a comunicação entre os envolvidos. Quando todos usam a mesma base de informações, os erros caem, e o fluxo da operação ganha velocidade e previsibilidade. Facilita o controle de contratos e prazos Em um evento de grande porte, cada fornecedor trabalha com prazos e condições específicas. Alguns exigem sinal com antecedência, outros cobram multas por atraso, e muitos têm detalhes contratuais que, se ignorados, causam prejuízos. Sem uma ferramenta para acompanhar esses pontos, é fácil se perder nas datas ou deixar passar algo importante. Com o apoio da automação, é possível registrar todos os contratos em um sistema seguro e configurar lembretes automáticos para renovação, vencimento ou necessidade de ação. Isso evita surpresas desagradáveis e ajuda a manter o planejamento em dia. Vale ressaltar que o acesso rápido aos termos acordados evita mal-entendidos e permite agir com agilidade caso surja algum imprevisto. O controle sobre prazos e contratos dá mais segurança ao gestor, evita falhas de comunicação e garante que cada fornecedor cumpra exatamente o que foi combinado desde o início da negociação. Automatiza o acompanhamento de pagamentos Gerenciar os pagamentos de vários fornecedores pode virar um desafio, principalmente quando os valores e prazos são diferentes para cada um. O risco de esquecer vencimentos, duplicar pagamentos ou atrasar depósitos aumenta conforme o número de negociações cresce e isso afeta a relação com os parceiros e a imagem do evento. Com um sistema automatizado, é possível agendar cada pagamento e acompanhar os status em tempo real. O gestor pode visualizar o que já foi quitado, o que está em aberto e o que precisa de atenção nos próximos dias. Além disso, há como categorizar despesas, gerar relatórios e manter o controle financeiro alinhado com o planejamento do evento. Esse tipo de controle ajuda a evitar multas, juros e problemas com fornecedores. E mais: transmite organização, o que fortalece parcerias e dá mais confiança a quem está prestando o serviço. Pagar em dia também faz parte de uma boa gestão. Permite registrar o desempenho dos fornecedores Nem sempre dá tempo de avaliar o serviço no calor do evento. Mas guardar essas percepções ajuda muito nas próximas contratações. Quando não há um histórico de desempenho, é comum repetir fornecedores com falhas ou deixar de lado quem entregou um bom resultado. Com um sistema automatizado, é possível registrar observações e pontuar o desempenho de cada fornecedor. Prazos cumpridos, qualidade da entrega, facilidade de comunicação e flexibilidade são critérios que podem ser anotados de forma prática, logo após o evento ou durante o processo. Esse tipo de controle cria uma base de dados que facilita a tomada de decisões futuras. Saber quem se destacou e quem trouxe dificuldades ajuda a manter um padrão de qualidade ao longo do tempo. Com esse histórico, a gestão fica mais estratégica e menos sujeita a apostas ou memórias imprecisas. Gera alertas sobre entregas e etapas pendentes No meio de tantos prazos e compromissos, é comum que algum fornecedor acabe sendo esquecido ou que uma entrega importante seja esquecida. Esse tipo de descuido pode travar a montagem do evento, atrasar o cronograma e comprometer toda a estrutura planejada. Sistemas com alertas automáticos ajudam a prevenir esse tipo de falha. É possível configurar lembretes para cada etapa da negociação, como datas de entrega, chegada de equipamentos, montagem de estruturas ou até o envio de notas fiscais. Esses alertas aparecem no sistema e podem ser enviados por e-mail ou notificação, mantendo tudo sob controle. Com esse acompanhamento ativo, o gestor não precisa depender da memória ou de planilhas separadas. O próprio sistema avisa quando algo está prestes a vencer ou atrasar. Isso permite agir com antecedência, evitar conflitos e manter o ritmo do evento em dia. Ajuda a distribuir tarefas e responsabilidades Quando várias pessoas estão envolvidas na organização de um evento, é fundamental que cada uma saiba exatamente o que precisa fazer e com quem deve se comunicar. A falta de clareza sobre as responsabilidades leva a retrabalho, tarefas duplicadas ou etapas que simplesmente não acontecem. A tecnologia ajuda a dividir as funções de forma mais organizada. Com sistemas de gestão de equipe, é possível atribuir fornecedores a responsáveis específicos, criar cronogramas compartilhados e acompanhar o andamento de cada tarefa. Todos têm acesso ao que foi definido, e a comunicação se torna mais clara e direta. Esse tipo de organização reduz dúvidas e evita que algo importante fique sem acompanhamento. A equipe ganha agilidade, o fluxo de trabalho

leia mais

Quais são os desafios na gestão de eventos e como a tecnologia pode ajudar?

Todo evento carrega expectativas, tanto de quem organiza quanto de quem participa. E a gestão de eventos é o que faz essas expectativas virarem realidade ou se perderem no meio do caminho. Entre reservas, equipe, pagamentos, atendimento e estrutura, basta um detalhe fora do lugar para atrapalhar a experiência de todos os envolvidos. Seja um aniversário, uma confraternização ou um encontro corporativo, os desafios se repetem: cronograma apertado, mudanças de última hora e tarefas que não podem falhar. Quando falta organização, os erros aparecem. E o impacto disso vai muito além do dia do evento. Mas, com as ferramentas certas, é possível ganhar mais controle, evitar imprevistos e conduzir cada etapa com mais segurança. Continue a leitura e veja como a tecnologia pode facilitar todo esse processo sem perder tempo nem confiança. Falta de controle sobre reservas e espaço físico Quando o evento depende da ocupação de um espaço compartilhado, como um salão de restaurante ou uma área externa com múltiplos usos, é comum surgirem desencontros. Reservas feitas por telefone, anotações no papel e informações soltas dificultam a visualização de horários, capacidade e limites de uso. Isso abre margem para conflitos, atrasos e retrabalho na montagem e organização do local. Sistemas de gestão de reservas ajudam a evitar esse tipo de problema. Com eles, é possível visualizar em tempo real os horários disponíveis, o número de pessoas esperadas e o tempo de ocupação previsto. Ainda há o fato de que a equipe pode acessar essas informações de forma centralizada, o que facilita o atendimento, evita reservas duplicadas e melhora a comunicação interna. Esse tipo de controle também permite se antecipar a imprevistos. Caso haja necessidade de reorganizar o espaço ou ajustar a logística, a equipe tem acesso rápido aos dados e consegue tomar decisões com mais segurança. Quando o espaço está bem mapeado, o atendimento fica mais fluido e o evento tem muito mais chance de acontecer sem estresse. Dificuldade em organizar a equipe no dia do evento Mesmo com planejamento, o dia do evento costuma ser corrido. A equipe precisa agir rápido, atender várias demandas ao mesmo tempo e manter a comunicação clara para tudo sair como o esperado. Quando não há organização, as tarefas se acumulam, os pedidos se cruzam e o ritmo desanda. A tecnologia ajuda muito nesse momento. Com ferramentas de gestão de tarefas e painéis compartilhados, é possível distribuir funções com antecedência e acompanhar em tempo real o andamento de cada atividade. Isso facilita a coordenação entre os setores e ajuda cada pessoa a saber exatamente o que deve fazer, onde e quando. Muitos sistemas permitem o uso de notificações, checklists e atualizações visuais que evitam esquecimentos. E o mais importante: reduzem a dependência de mensagens de última hora ou instruções verbais que se perdem na correria. Com a equipe alinhada e bem distribuída, o atendimento ganha agilidade e o cliente percebe a diferença na organização, mesmo nos bastidores. Gestão financeira confusa e sem previsibilidade Controlar entradas e saídas durante a organização de um evento não é tarefa simples. Custos fixos, fornecedores, adiantamentos e gastos de última hora exigem atenção total. Quando esse controle é feito por anotações soltas ou planilhas desconectadas, o risco de erro aumenta e o orçamento pode sair do controle. Com um sistema integrado de gestão financeira, é possível centralizar todas as movimentações em um só lugar. A tecnologia permite cadastrar categorias de despesa, controlar pagamentos agendados, acompanhar receitas previstas e gerar relatórios que mostram o andamento do orçamento. Outro ponto importante é a previsibilidade. Ao visualizar os dados em tempo real, o organizador consegue entender se o evento está dentro do esperado ou se algo precisa ser ajustado antes de virar prejuízo. A organização financeira não precisa ser complexa; ela precisa ser clara. E com o apoio da ferramenta certa, é possível tomar decisões com base em números confiáveis, sem surpresas no fechamento. Problemas no controle de acesso e credenciamento Fila na entrada, nome que não aparece na lista ou pulseira trocada são situações comuns e que impactam diretamente a primeira impressão dos participantes. O credenciamento é uma das etapas mais sensíveis da gestão de eventos, e quando ele falha, o clima do evento começa errado. Sistemas de controle de acesso ajudam a tornar esse momento mais ágil, seguro e organizado. A emissão de ingressos digitais ou QR Codes permite que os convidados sejam identificados com rapidez, sem depender de listas impressas ou confirmações manuais. Basta um leitor ou um celular para validar a entrada. Também é possível monitorar quantas pessoas já entraram, qual o fluxo de acesso e até restringir áreas específicas para determinados perfis. Tudo isso em tempo real, com registro automático das informações. Esse tipo de controle transmite segurança, melhora a experiência dos convidados e reduz a margem para erros. E a equipe fica livre para focar no atendimento, em vez de resolver confusões na porta. Falhas na comunicação com fornecedores e parceiros A comunicação entre todos os envolvidos na produção do evento precisa ser rápida, clara e acessível. Quando os recados ficam espalhados entre grupos de mensagem, e-mails e ligações, os riscos aumentam: prazos perdidos, entregas erradas e mal-entendidos que atrasam a montagem ou o atendimento. Para evitar isso, o ideal é centralizar a comunicação em uma plataforma compartilhada. Ferramentas de gestão de projetos, com divisão de tarefas, alertas e comentários organizados por etapas, permitem que todos acompanhem o andamento das demandas em um só lugar. Ainda, é possível definir responsáveis, anexar arquivos, registrar observações e manter todo o histórico de decisões. Isso evita retrabalho e torna mais fácil identificar onde estão os pontos críticos. Com uma comunicação mais eficiente, os fornecedores se sentem mais seguros, a equipe interna trabalha com mais clareza e o evento acontece com menos improviso e mais controle. Ausência de dados para tomada de decisão Tomar decisões no escuro é um dos maiores riscos na organização de um evento. Quando faltam dados concretos, tudo vira suposição: quantidade de participantes, custo por pessoa, retorno financeiro e até nível de satisfação. E

leia mais

Como garantir uma transição tranquila ao adotar um novo sistema PDV?

Trocar o sistema usado no dia a dia do restaurante pode parecer simples até o momento em que ele precisa, de fato, funcionar. Um novo sistema PDV exige adaptação da equipe, ajustes na operação e muito cuidado para que a mudança não afete o atendimento nem os resultados do caixa. Quando essa transição é feita sem planejamento, o risco de lentidão, falhas ou até perda de informações importantes aumenta, e isso pode gerar impacto direto na experiência do cliente. Por outro lado, quando a implantação é bem conduzida, o novo sistema começa a operar com mais estabilidade e segurança. Ao longo da leitura, você vai encontrar as melhores estratégias para adotar a tecnologia sem comprometer a rotina do seu negócio.  Quando adotar um novo sistema PDV? Manter um sistema que trava, falha ou limita o crescimento do negócio pode sair mais caro do que investir em uma solução nova. Em muitos casos, os problemas do dia a dia são tão frequentes que acabam sendo tratados como “normais” e isso atrasa decisões importantes para o futuro do restaurante. A troca de tecnologia deve ser encarada como parte do amadurecimento da operação. Quando a ferramenta atual deixa de acompanhar as necessidades da equipe ou do fluxo de vendas, vale parar e reavaliar. Alguns sinais claros de que o seu negócio pode se beneficiar com um novo sistema são: Como planejar a implementação de um novo PDV para evitar transtornos? Trocar de sistema exige mais do que a instalação de um novo software. Para que tudo funcione como esperado, o planejamento precisa ser feito com cuidado e antecedência. A seguir, veja o que considerar para que a mudança aconteça sem surpresas e sem atrapalhar a rotina do seu restaurante. Avalie as necessidades reais do seu negócio Antes de qualquer mudança, é preciso entender onde o sistema PDV atual está falhando. Faça um levantamento com a equipe e identifique os pontos que mais atrapalham a rotina, como lentidão, falhas no fechamento de caixa ou dificuldade no controle de estoque. Isso ajuda a evitar escolhas baseadas apenas em aparência ou preço. O novo sistema precisa resolver esses gargalos, acompanhar o fluxo de trabalho e permitir que o atendimento continue fluindo. Quando a escolha é feita com base na realidade do restaurante, a transição acontece com mais clareza, e o investimento passa a fazer sentido desde o primeiro dia de uso. Escolha um sistema compatível com a rotina da sua equipe Um sistema com muitas funções, mas difícil de operar, pode atrapalhar mais do que ajudar. Avalie se a solução é fácil de usar, se funciona bem nos equipamentos já existentes e se oferece os recursos que o seu restaurante realmente precisa. Leve em conta o perfil da equipe e o tempo disponível para adaptação. Também é importante verificar se o fornecedor oferece suporte ativo, atualizações constantes e ferramentas de controle acessíveis. Uma boa escolha é aquela que se encaixa na operação com o mínimo de atrito, sem precisar reinventar toda a rotina da casa. Defina um cronograma de implantação com prazos realistas Evite fazer a mudança em cima da hora ou nos dias de maior movimento. O ideal é planejar a transição com antecedência e dividir por etapas. Assim, a equipe tem tempo para se adaptar, testar os novos processos e entender como tudo funciona. Estabeleça prazos para cada fase: configuração inicial, treinamento, testes e início da operação. Deixar tudo para um único dia aumenta o risco de falhas e estresse. Mas, com um cronograma bem definido, a implantação acontece com mais controle e o funcionamento do restaurante não é prejudicado. Organize os dados e processos antes da migração Antes de ativar o novo sistema, é importante revisar tudo o que será transferido: cadastros de produtos, informações de estoque, tabelas de preços e relatórios anteriores. Essa organização evita retrabalho e ajuda a manter a continuidade da operação sem erros. Aproveite esse momento para limpar dados desatualizados, corrigir informações e ajustar padrões de uso.  Quando a base de dados está em ordem, a implantação acontece com mais fluidez e menos surpresas. Um processo de migração bem feito começa com uma preparação cuidadosa, e isso economiza tempo logo nos primeiros dias com o novo sistema. Faça testes antes de entrar em operação definitiva Depois que tudo estiver configurado, vale dedicar um tempo só para testes. Simular atendimentos, registrar vendas, emitir notas e acompanhar o fechamento do caixa são formas de identificar falhas antes que o sistema esteja em uso real. Também é o momento ideal para que a equipe ganhe confiança com a nova interface e tire dúvidas sem pressão. Esses testes não precisam ser longos, mas devem ser realistas, com foco na rotina do restaurante. Ajustes feitos nessa etapa evitam problemas durante o funcionamento normal e ajudam a garantir que tudo esteja pronto para quando o sistema for ativado de verdade. Conte com suporte técnico durante e após a transição Mesmo com um bom planejamento, dúvidas e imprevistos podem surgir. Por isso, é essencial que o fornecedor do sistema ofereça suporte técnico disponível e eficiente, especialmente nos primeiros dias de uso. Ter com quem contar quando algo não sai como esperado é indispensável na segurança da equipe e na continuidade da operação. Por isso, verifique se o suporte é fácil de acessar, se há canais rápidos de atendimento e se o acompanhamento continua mesmo após a implantação. Um bom suporte ajuda a resolver problemas sem atrasos e evita que questões simples virem obstáculos maiores no dia a dia. Como treinar a equipe para utilizar o novo sistema com eficiência? Mesmo o melhor sistema do mercado não vai entregar bons resultados se a equipe não souber usá-lo com segurança. O treinamento é uma das etapas mais importantes da transição, porque garante que o time entenda os recursos disponíveis, saiba como usá-los na prática e consiga manter o atendimento funcionando sem interrupções. Quando a equipe está preparada, o novo sistema entra em operação de forma sem comprometer a rotina nem gerar resistência. Por isso, é importante pensar

leia mais

PDV móvel: vale a pena para food trucks e eventos?

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a agilidade no atendimento e a mobilidade são elementos-chave para o sucesso de negócios itinerantes. Nesse cenário, o PDV móvel (Ponto de Venda móvel) surge como uma solução eficiente e acessível, especialmente para quem atua com food trucks, feiras e eventos, permitindo ter controle total da operação na palma da mão. Além de garantir uma experiência de compra moderna, essa tecnologia ajuda a resolver desafios comuns desses modelos de negócio: falta de espaço, alta rotatividade de público, vendas em locais variados e necessidade de um sistema ágil e compacto. O que é um PDV móvel? O PDV móvel é um sistema de vendas que opera de forma portátil, geralmente em dispositivos como tablets, smartphones ou terminais compactos. Ele permite que o vendedor realize todo o processo de venda — incluindo registro de produtos, aplicação de descontos, emissão de nota fiscal e recebimento do pagamento — de forma rápida, digital e sem depender de estruturas fixas. Na prática, ele funciona com um software de gestão conectado à nuvem, o que garante sincronização de dados em tempo real e controle centralizado, mesmo quando as vendas são feitas em locais diferentes. Para um food truck ou barraca de evento, isso significa poder vender em qualquer lugar com alto movimento — com o mesmo nível de controle de um restaurante fixo, mas com maior liberdade geográfica. Por que investir em um PDV móvel para food trucks e eventos? Negócios que precisam de flexibilidade, enfrentam desafios como espaço limitado, variação no volume de público e a necessidade de um atendimento rápido. O PDV móvel se destaca como solução nesses casos pelos seguintes motivos: Vale destacar que, por se tratar de um sistema digital, o PDV móvel pode ser facilmente atualizado para acompanhar novos padrões de exigências fiscais, evitando problemas futuros com mudanças nesses formatos. Confiabilidade e evolução da tecnologia de PDV móvel Soluções modernas desse tipo de PDV contam com tecnologias avançadas que oferecem mais do que apenas praticidade. Elas garantem também segurança nas transações, com criptografia de dados, backups automáticos e autenticação de usuários. Além disso, muitos sistemas oferecem dashboards de gestão com indicadores em tempo real, facilitando a tomada de decisão caso o empresário esteja fora do seu negócio. Essa tecnologia também está sendo usada em modelos de negócio inovadores, como os mercados autônomos e minimercados localizados dentro de condomínios residenciais fechados, onde os clientes fazem as compras sozinhos, utilizando PDVs móveis ou autoatendimento por aplicativo.  Com infraestrutura em nuvem, atualizações constantes e suporte técnico especializado, os sistemas de PDV móvel garantem disponibilidade, segurança nas transações e integração com nota fiscal, delivery e relatórios de vendas. Ou seja, uma solução com histórico comprovado de sucesso — ideal para quem busca evoluir sem correr riscos. Trata-se de uma tecnologia madura, que é completo e prático para aqueles que desejam escalar seu negócio com segurança. Casos práticos: como o PDV móvel transforma a operação Imagine um food truck que participa de diferentes eventos a cada fim de semana. Com o PDV móvel, ele consegue registrar vendas de cada local separadamente, analisar quais produtos venderam mais, emitir relatórios por evento e ajustar o cardápio conforme o perfil do público. Em festas sazonais, como: São João, Bienal, festivais de cerveja ou comida de rua, onde o volume de clientes é grande e o tempo de atendimento precisa ser mínimo, o PDV móvel evita gargalos e aumenta o faturamento por hora trabalhada. Como escolher o melhor sistema de PDV móvel? Alguns critérios importantes na hora de escolher o sistema ideal para seu negócio: Soluções da Web Automação: PDVs sob medida para negócios móveis Em negócios itinerantes, como food trucks e quiosques, cada segundo conta. A escolha de um sistema de PDV móvel adequado é o que separa uma operação eficiente de uma cheia de gargalos. Mobilidade, agilidade no atendimento, controle de vendas e facilidade na gestão fiscal são apenas alguns dos benefícios diretos. E é exatamente nesse ponto que as soluções da linha Legal da Web Automação se destacam. Veja como cada uma pode se adaptar ao seu modelo de negócio: Um PDV móvel pode ser a diferença entre perder vendas por lentidão ou vender mais com eficiência e controle. Seja qual for o porte ou tipo do seu negócio, existe uma solução da Web Automação sob medida que pode transformar sua operação. Conheça todas as soluções e escolha aquela que mais se adequa às suas necessidades.

leia mais

10 estratégias de como aumentar o faturamento da empresa com tecnologia

Crescer de forma estável requer muito mais do que esforço diário, também exige escolhas inteligentes. Saber como aumentar o faturamento da empresa usando tecnologia é um caminho cada vez mais acessível, principalmente para quem busca soluções práticas e sustentáveis. Enquanto algumas decisões ainda são tomadas com base na suposição ou na tentativa e erro, há quem esteja usando sistemas, dados e ferramentas digitais para planejar melhor, vender com mais eficiência e manter os custos sob controle. É esse tipo de avanço que vem moldando os negócios mais preparados para o futuro. Ao longo deste conteúdo, você vai encontrar ideias que podem abrir novas possibilidades para o seu negócio. Siga a leitura e veja como a tecnologia pode trabalhar a seu favor. 1. Organize a gestão do seu restaurante com sistemas integrados É difícil crescer quando cada setor funciona de um jeito e as informações não se conectam. Falta de organização, dados desencontrados e decisões sem análise acabam travando o faturamento, e isso acontece com mais frequência do que parece. Um sistema que centraliza vendas, estoque, relatórios e controle financeiro traz uma visão clara do que está acontecendo no seu restaurante. Com tudo conectado, é mais fácil identificar onde estão os gargalos, o que pode ser ajustado e quais oportunidades estão passando despercebidas. Ter acesso rápido a relatórios atualizados ajuda na tomada de decisões mais certeiras, sem depender de planilhas soltas ou anotações improvisadas. Isso impacta diretamente nos resultados. Ou seja, há mais controle de custos, menos desperdícios e mais margem de lucro. 2. Use dados para entender o que vende mais e quando vender Nem sempre o produto mais pedido é o que gera mais lucro. Olhar os números com atenção revela padrões que não aparecem no dia a dia corrido do restaurante. E é aí que a tecnologia começa a trabalhar a favor do faturamento. Relatórios detalhados mostram quais pratos têm melhor desempenho, em quais horários há maior movimento e quando vale a pena fazer promoções. Com esses dados em mãos, fica mais simples planejar ações com base em resultados concretos, e não em suposições. Também é possível identificar o que não está saindo como esperado e repensar o cardápio, otimizando o estoque e evitando desperdícios. Essa leitura estratégica dos dados permite ajustes rápidos e melhora a margem de lucro sem aumentar os custos. Usar as informações certas no momento certo é uma das formas mais eficazes de aumentar as vendas. 3. Agilize o atendimento para vender mais em menos tempo Quando o atendimento fica lento, a fila cresce, o cliente desiste e o lucro vai embora. Reduzir o tempo entre o pedido e a entrega é uma das melhores maneiras de acelerar a operação e aumentar o faturamento. Com o uso de sistemas digitais, os pedidos vão direto para a cozinha ou para o bar, sem depender de anotações ou repasses manuais. Isso evita erros, diminui o vai e vem da equipe e faz com que os pedidos cheguem mais rápido à mesa. Em horários de pico, essa agilidade permite atender mais pessoas em menos tempo, sem comprometer a qualidade. Ainda há o fato de que a equipe ganha mais liberdade para circular, organizar melhor as tarefas e dar atenção ao cliente. Então, além de melhorar a experiência de quem consome, um processo mais ágil eleva o volume de vendas em cada turno de atendimento. 4. Reduza falhas e retrabalho com pedidos automatizados Erros em pedidos podem parecer pequenos, mas acumulados ao longo do dia representam tempo perdido, insatisfação do cliente e custo extra. A automação ajuda a evitar esse tipo de problema porque faz com que todas as informações sejam registradas com clareza e encaminhadas corretamente. Com um sistema automatizado, o garçom anota o pedido em um dispositivo e o registro vai direto para a cozinha ou para o bar, sem intermediários. Nada de letra ilegível, recado esquecido ou troca de itens por falha na comunicação. Isso reduz o retrabalho, melhora o ritmo da produção e diminui a possibilidade de conflitos internos entre setores. Menos correções significam menos desperdício e mais foco no que realmente importa: entregar um bom serviço. Essa precisão faz com que o restaurante ganhe produtividade, e esse ganho reflete diretamente nas finanças do negócio. 5. Melhore o controle de estoque e evite perdas invisíveis Estoque mal controlado consome dinheiro sem que ninguém perceba. Produtos vencidos, compras em excesso ou ingredientes que somem sem explicação acabam comprometendo a margem de lucro e freando o crescimento do negócio. Porém, ao integrar o estoque ao sistema de gestão, é possível acompanhar o que entra, o que sai e quando cada item precisa ser reposto. Também dá para programar alertas para volumes mínimos, acompanhar a validade dos produtos e evitar que mercadorias sejam esquecidas no fundo da prateleira. Essa organização evita compras desnecessárias e permite um planejamento mais alinhado com a realidade do restaurante. Menos desperdício, mais previsibilidade e maior controle sobre os custos. Um estoque bem gerido contribui diretamente para o equilíbrio financeiro da operação e esse impacto aparece no faturamento ao final do mês. 6. Invista em delivery próprio e aumente o alcance do seu negócio Depender apenas de aplicativos de entrega pode limitar os ganhos. As altas taxas, o controle limitado sobre os pedidos e a falta de acesso aos dados dos clientes dificultam a fidelização e reduzem a margem de lucro. Mas contar com um sistema próprio de delivery muda esse cenário. Com uma plataforma própria, o restaurante consegue atender diretamente, criar promoções personalizadas, manter contato com quem já comprou e ainda controlar toda a operação de ponta a ponta. É possível acompanhar os pedidos em tempo real, evitar falhas na entrega e manter a qualidade do atendimento mesmo fora do salão. Essa autonomia ajuda a ampliar o faturamento sem depender de terceiros. O cliente percebe o cuidado, volta a comprar e indica para outras pessoas. O delivery deixa de ser um complemento e passa a ser uma fonte sólida de receita para o seu restaurante. 7. Facilite o pagamento e evite

leia mais

Como um sistema de automação pode facilitar o trabalho de garçons e atendentes?

Quando o movimento aumenta e os pedidos começam a se acumular, qualquer falha pode virar um grande problema. Um sistema de automação ajuda exatamente nisso: a tornar o trabalho de garçons e atendentes mais simples, direto e sem confusões. Com ele, fica mais fácil organizar as demandas, evitar confusões e manter o foco no atendimento. Ao reduzir o vai e vem desnecessário e melhorar a troca de informações entre quem atende e quem prepara os pratos, o ambiente de trabalho fica mais leve e produtivo. Os erros diminuem e o cliente percebe a diferença. Neste post, você vai descobrir como a automação pode fazer parte da rotina de um restaurante de um jeito prático e funcional. Continue lendo e veja por que essa escolha pode mudar o ritmo do atendimento. O que é um sistema de automação e como ele funciona no atendimento? Para dar conta do ritmo sem perder o controle, contar com uma solução prática e fácil de usar melhora o atendimento e evita que a equipe se perca em tarefas repetitivas. Um sistema de automação organiza as tarefas do dia a dia de forma clara. Ele substitui os processos manuais por telas simples e comandos diretos. O pedido feito pelo atendente vai direto para a cozinha, para o bar ou para o caixa, sem precisar de recados ou papeis. Tudo acontece em tempo real. Isso evita atrasos, reduz erros e facilita a comunicação entre a equipe. Dá para acompanhar o que está em preparo, o que já foi entregue e o que ainda falta; tudo de forma visual, acessível e sem confusão. E o melhor é que não precisa ser especialista em tecnologia para usar. Os sistemas são pensados para quem está na correria do atendimento, com um uso intuitivo e prático. O resultado aparece logo nos primeiros dias: rotina mais organizada, atendimento mais ágil e menos retrabalho para a sua equipe. Quais são os benefícios do sistema de automação para garçons e atendentes? Quando a rotina é puxada, qualquer recurso que ajude a organizar melhor o atendimento já traz um respiro. A seguir, veja como um sistema de automação simplifica as tarefas do dia a dia e melhora o ritmo de trabalho. Mais agilidade no registro e envio de pedidos Registrar um pedido em poucos toques elimina etapas que costumam atrasar o atendimento. Em vez de andar até a cozinha ou repassar o pedido verbalmente, o atendente registra tudo direto na tela e as informações vão automaticamente para o local certo. Isso diminui o tempo de espera e acelera o preparo dos pratos ou bebidas. Outro ponto importante é a clareza: tudo fica bem descrito, evitando riscos de erro de interpretação. Essa agilidade evita acúmulo de tarefas e dá mais ritmo à operação, mesmo nos horários de pico, quando o fluxo de pedidos aumenta. Redução de erros e retrabalho Quando o pedido é anotado no papel ou passado de boca em boca, é comum ocorrerem confusões: um item esquecido, um detalhe trocado, um prato errado. Com a automação, essas falhas diminuem porque tudo é digitado de forma clara e enviado direto para o setor responsável. A cozinha recebe exatamente o que foi solicitado, sem erros no caminho. Isso evita que a equipe tenha que refazer pedidos ou lidar com correções de última hora. Com menos retrabalho, o atendimento ganha mais fluidez e o cliente recebe exatamente o que pediu, no tempo certo. Organização do fluxo de atendimento Em um ambiente com muita movimentação, manter o controle do que já foi feito, o que está em andamento e o que ainda precisa ser entregue pode ser um desafio. Mas, com a automação, esse mapeamento acontece em tempo real. É possível visualizar quais mesas estão abertas, quais pedidos foram fechados e o que ainda falta concluir. Mais tempo para cuidar do cliente Com menos etapas manuais e tudo mais organizado, a equipe ganha espaço para prestar um atendimento mais presente e atencioso. Sem a necessidade de ir ao balcão a todo momento ou lidar com correções de pedido, o garçom consegue acompanhar melhor as mesas, perceber dúvidas e responder com mais agilidade. Isso deixa o serviço mais próximo e melhora a experiência de quem está no seu restaurante. O ambiente fica mais leve, e o contato com o cliente, mais claro e direto, sem distrações no meio do caminho. Como a automação melhora a comunicação entre atendimento e cozinha? Quando o garçom anota o pedido e a informação precisa passar por várias etapas até chegar à cozinha, o risco de erro aumenta. Trocas, esquecimentos e atrasos viram parte da rotina e isso afeta todo o atendimento. Com um sistema automatizado, esse processo acontece direto, sem intermediários e com mais precisão. O pedido feito pelo atendente vai automaticamente para a tela da cozinha ou do bar, com todos os detalhes visíveis. Isso evita que alguma informação se perca no caminho e agiliza o preparo. A equipe sabe exatamente o que precisa fazer, e o cliente recebe o que pediu, sem atrasos. Quais as principais ferramentas de automação para atendimento? Como você viu, a automação permite que cada etapa do processo, do registro ao pagamento, funcione com mais clareza e controle. A seguir, veja quais recursos contribuem para melhorar o ritmo de trabalho e de que forma eles podem ser aplicados no atendimento do dia a dia. Comandas digitais Ao substituir o bloquinho tradicional por uma tela simples e intuitiva, esse tipo de recurso agiliza bastante o dia a dia. O atendente faz o registro do pedido direto no sistema, que envia as informações para os setores corretos, tudo em tempo real. Isso evita que anotações se percam ou fiquem confusas e permite uma organização mais clara dos pedidos em andamento. Além disso, o histórico fica salvo, facilitando a conferência quando necessário. Integração com cozinha e balcão Quando um pedido é feito, ele precisa chegar ao lugar certo sem atrasos nem confusões. A integração entre atendimento, cozinha e balcão garante que cada item vá direto para quem vai preparar

leia mais

Quais são os principais desafios na gestão de um restaurante e como superá-los?

Cuidar do dia a dia de um restaurante envolve equilibrar muitos pratos ao mesmo tempo: atender bem o cliente, manter a cozinha funcionando, conferir os estoques, controlar o caixa, entre outras funções, tudo com qualidade. Essa não é uma tarefa simples, mas com uma gestão de um restaurante bem-feita, esse equilíbrio fica mais leve e eficiente. Afinal, todo negócio do setor alimentício enfrenta desafios.  Mas, quem consegue se preparar, planejar e tomar decisões com maior clareza, sai na frente dos concorrentes e consegue agradar seus clientes. Neste artigo, vamos trazer dicas que ajudarão a reduzir os erros e otimizar a gestão do seu restaurante. Quais são os desafios mais comuns na gestão de um restaurante? Conhecer os desafios mais comuns permite lidar com a rotina do restaurante com maior tranquilidade, conseguindo manejar essas questões com mais conforto e conseguindo superar os problemas que surgirem no dia a dia. Além disso, é uma forma de evitar erros repetitivos e permite que você consiga tomar decisões com maior segurança, sentindo maior confiança, até mesmo, para arriscar em melhorias importantes para seu negócio. O sucesso do estabelecimento dependerá de várias frentes funcionando bem ao mesmo tempo: equipe alinhada, cozinha organizada, fluxo de caixa saudável e um bom atendimento ao cliente. Quando uma dessas peças sai do lugar, o funcionamento pode ter sérios problemas. Confira a seguir os principais obstáculos e como você pode superar cada um deles. Alta rotatividade de funcionários A troca constante de funcionários é um dos maiores desafios que donos de restaurante enfrentam. Afinal, a cada saída, será preciso contratar, treinar e integrar uma nova pessoa ao time. Cada um desses processos consome tempo, energia e dinheiro, além de prejudicar o padrão do atendimento ou da cozinha. Por isso, pense em ações voltadas para a retenção de talentos como um investimento do seu negócio. Uma das melhores formas de deixar seus profissionais satisfeitos é focar em reconhecimento interno, tanto individual quanto de toda a equipe. Falta de controle financeiro no dia a dia Nem sempre é fácil manter as contas organizadas. Afinal, o fluxo de entradas e saídas ocorre o tempo todo e, muitas vezes, a correria do dia a dia impede que tudo seja registrado corretamente. Porém, o resultado disso pode ser desastroso: um caixa bagunçado, sem muita clareza sobre lucro, despesas e margem de contribuição dos pratos. Mas, como aliar praticidade, precisão e agilidade? Usar ferramentas que centralizam as informações financeiras em tempo real ajuda a evitar surpresas. Com um sistema que registra vendas, você consegue separar as entradas e saídas em categorias e acompanhar o fluxo de caixa atualizado com poucos cliques. Gestão de estoque desorganizada Se você acompanha programas de televisão como “Pesadelo na Cozinha”, sabe que esse é um dos maiores desafios dos donos de restaurantes. Um estoque desorganizado e descontrolado é sinônimo de desperdício ou falta de produtos. Além disso, você pode perder oportunidades de encantar seus clientes, por não poder oferecer pratos clássicos da casa pela falta de ingredientes. Muitas pessoas, quando enfrentam essa experiência ruim, não voltam depois. Sem controle de entrada, saída e validade dos produtos, pode ser bem mais difícil conseguir prever o momento mais adequado de fazer compras e evitar perdas. Uma boa solução para enfrentar esse desafio é automatizar esse controle, com um sistema que atualiza o estoque e emite notificações quando determinados ingredientes estão já com pouca disponibilidade. Isso permite ter uma maior precisão nas compras, evitar gastar dinheiro além do necessário e reduzir o desperdício, sem afetar a qualidade dos seus pratos. Processos lentos ou manuais Muitos donos de restaurantes já se acostumaram a contar com a gestão feita manualmente, com planilhas, anotações em papel e conferências manuais. Porém, elas tornam os processos mais lentos e mais sujeitos a erros. Isso pode afetar diversas áreas: fechamento do caixa, conferência do estoque e, até mesmo, o controle de notas fiscais. A automação entra como aliada aqui. Hoje há sistemas automatizados voltados para esse setor que conecta todas as áreas do restaurante. Isso elimina a necessidade de fazer o mesmo trabalho mais de uma vez, facilita a emissão de notas e, ainda, gera  relatórios completos do desempenho do seu negócio. E o melhor: com acesso na nuvem, é possível acompanhar tudo de onde estiver, com muito mais agilidade. Falta de dados para tomar decisões Você sabe, hoje, qual é a atual situação do seu negócio alimentício e o que pode planejar para os próximos anos? Muitos gestores dessa área operam “no achismo”, sem saberem quais são os pratos mais vendidos, os horários mais movimentados ou quais são os atendentes que conquistam mais os clientes. Essa falta de informações pode limitar a sua tomada de decisões ou, pior ainda, cometer erros gravíssimos, como a retirada de um item do cardápio querido pelo seu público.  Para ajudar nisso, é interessante contar com ferramentas que oferecem acompanhamento em tempo real e permitem gerar relatórios de vendas e verificação de dados importantes que ajudarão a fazer ajustes estratégicos com base em números reais. Como lidar com a alta rotatividade de funcionários no setor de alimentação? Os restaurantes lidam constantemente com mudanças das equipes. Garçons, cozinheiros, auxiliares e, até mesmo, gerentes, mudam de emprego com certa frequência.  Isso atrasa treinamentos, pode gerar confusões no atendimento ao público, afeta o clima de trabalho e interfere diretamente na qualidade dos serviços oferecidos. São algumas medidas que podem ajudar a diminuir a rotatividade: Como controlar os custos e evitar desperdícios sem comprometer a qualidade dos pratos? Conseguir conciliar a redução de desperdícios e manter a qualidade dos pratos é um equilíbrio sensível. Porém, quem consegue chegar nesse ponto, tende a ter maior sucesso nessa área. A resposta para isso está na junção de planejamento do cardápio, controle rigoroso de estoque e compras bem-feitas, realizadas no momento certo. Não adianta criar pratos elaborados se os ingredientes estragam antes de serem usados. Ou comprar muito de um item que tem pouco giro. Veja algumas das boas práticas para reduzir custos e desperdícios: Quais tecnologias e ferramentas facilitam

leia mais

Como evitar filas e melhorar o atendimento ao cliente no seu restaurante

Organizar o salão, evitar esperas desnecessárias e cuidar bem de cada detalhe do serviço faz parte da rotina de quem trabalha com alimentação. Só que quando o restaurante começa a encher, manter esse equilíbrio vira um desafio. Organizar o salão, evitar esperas desnecessárias e cuidar bem de cada detalhe do serviço faz parte da rotina de quem trabalha com alimentação. Só que quando o restaurante começa a encher, manter esse equilíbrio vira um desafio. Nesta leitura, você descobrirá ideias simples que ajudam a manter tudo fluindo bem, sem dor de cabeça para a equipe nem pressa para o público.  A importância de se preocupar com o tamanho das filas Esperar por muito tempo, ainda mais quando a fome aperta, é algo que costuma irritar qualquer pessoa. Em um restaurante, filas longas passam a impressão de desorganização e acabam criando um clima tenso logo na chegada. O que era para ser um momento leve e agradável vira frustração. Esse incômodo pode fazer com que o cliente desista da refeição, ou pior: nunca mais volte. Basta uma experiência ruim para que ele escolha outro lugar nas próximas vezes. Sem contar os comentários negativos que circulam entre amigos ou nas redes sociais, afastando novos visitantes. Por isso, vale lembrar que atender bem começa no primeiro contato. Um ambiente ágil, com boa comunicação e processos bem definidos, transmite cuidado e profissionalismo. E é aí que começa o caminho de quem deseja melhorar realmente o atendimento ao cliente. As tecnologias usadas para acelerar o atendimento Com o salão cheio e os pedidos chegando sem parar, cada minuto conta. Por isso, vale a pena conhecer algumas ferramentas que ajudam o restaurante a funcionar com mais agilidade. A seguir, veja quais soluções podem ser grandes aliadas para quem quer melhorar o atendimento ao cliente e evitar esperas desnecessárias. PDV rápido e inteligente Um sistema de ponto de venda bem estruturado agiliza pedidos, facilita pagamentos e evita retrabalho. O PDV Legal Fast, da Web Automação, foi pensado justamente para isso. Ela dá mais autonomia para os clientes realizarem algumas transações dentro do seu estabelecimento, diretamente do smartphone. Assim, você evita que esse consumidor precise enfrentar filas para executar algum procedimento simples, como escolher um produto. Além disso, a solução ainda apresenta funcionalidades como relatório de vendas, controle de clientes e campanhas de marketing. Cardápio digital com integração Quando o cliente consegue visualizar os pratos, montar combinações e fechar o pedido direto da mesa ou pelo celular, tudo flui melhor. Essa automação reduz idas e vindas de garçons, facilita o controle dos pedidos e evita erros. Restaurantes que já usam essa tecnologia relatam mais agilidade e uma experiência mais tranquila para quem consome. Comandas eletrônicas Com a comanda digital, o pedido vai direto para a cozinha quando o cliente escolhe. Nada de papel perdido, letra difícil de entender ou retrabalho. Essa tecnologia contribui para um fluxo mais ágil, principalmente nos horários de pico. Quanto menos etapas manuais, mais rápido o prato chega à mesa. Integração com sistemas de gestão Quando o PDV conversa com o estoque, as vendas e até o financeiro, o dia a dia da equipe se torna menos confuso. Sistemas como o Gestão Legal ajudam nesse processo. Ele organiza tudo em um só lugar e permite que o foco fique no atendimento — e não na burocracia. Isso impacta diretamente a qualidade da experiência oferecida no salão. Os benefícios do autoatendimento para restaurantes e bares Automatizar algumas etapas do processo de compra pode parecer simples, mas traz impactos bem positivos no dia a dia. Quando o cliente consegue fazer tudo com poucos toques na tela, o atendimento se torna mais rápido e a experiência fica mais fluida. Veja a seguir como essa solução pode melhorar o atendimento ao cliente e trazer resultados reais para o seu negócio. Redução de filas e espera Em lugares com grande movimentação, o autoatendimento ajuda a evitar acúmulo de pessoas na entrada ou no balcão. Como os pedidos não ficam concentrados apenas em uma pessoa da equipe, o público consegue se servir com mais agilidade. Isso ajuda o restaurante a manter o ritmo durante o dia todo, mesmo quando há uma grande procura. Além disso, essa tecnologia é ideal para estabelecimentos que precisam atender rápido, como food trucks, lanchonetes e praças de alimentação. Com menos gente parada esperando, o espaço fica mais organizado e o clima mais agradável para quem está por perto. Mais agilidade nos horários de pico Durante os períodos de maior movimento, o autoatendimento funciona como uma espécie de reforço na equipe. Ele permite que mais pessoas sejam atendidas ao mesmo tempo, sem sobrecarregar garçons ou caixas. Enquanto isso, os colaboradores podem focar em tarefas mais específicas, como entregar pratos ou conversar com os clientes. Essa divisão melhora o fluxo, acelera a produção e evita erros que costumam acontecer em momentos de correria. Quem está no salão percebe essa agilidade e sente que o restaurante se preocupa com cada detalhe da experiência. Menos erros nos pedidos Quando o próprio cliente escolhe os pratos, revisa os itens e conclui o pedido direto na tela, as chances de algo sair errado diminuem bastante. Erros de comunicação, letras difíceis de entender ou falhas na hora de anotar desaparecem com esse sistema. Além de melhorar o controle, o autoatendimento contribui para um serviço mais claro e preciso. Isso evita retrabalho na cozinha e melhora o aproveitamento dos ingredientes, o que também ajuda na redução de desperdícios. Controle total nas mãos do cliente Dar liberdade para o consumidor decidir no próprio ritmo traz mais conforto e melhora a experiência na totalidade. Ele pode ler os detalhes do cardápio, comparar opções, montar combinações e até tirar dúvidas no terminal, sem pressa ou pressão. Essa sensação de autonomia fortalece o vínculo com o restaurante. Quando o cliente se sente no controle, ele tende a aproveitar melhor a refeição e a recomendar o local. Além disso, esse modelo ajuda a tornar o atendimento mais moderno, sem perder o cuidado que sempre fez diferença. Organização do

leia mais

Gestão de equipe no restaurante: como treinar e motivar seus funcionários

Além de adotar o que há de novo no setor, isso também ajuda a reduzir a rotatividade da equipe, pois uma gestão eficiente considera não apenas os resultados alcançados, mas também a satisfação dos colaboradores com a empresa. É essencial lembrar que a contratação e o desligamento de funcionários geram custos, impactando diretamente a saúde financeira do negócio. Pensando nisso, elaboramos este material para apresentar as melhores práticas para treinar funcionários, motivar a equipe e utilizar ferramentas de comunicação que podem impulsionar o sucesso da empresa. Confira! Quais são as melhores práticas para treinar funcionários em restaurantes? Primeiro, apresentaremos as melhores práticas para treinar funcionários em restaurantes e garantir mais eficiência para o seu negócio. Treinamento no campo Os treinamentos devem ser encarados não apenas para garantir profissionais motivados e reduzir a rotatividade do restaurante. Claro, isso é muito importante, mas não se limita a isso. Capacitar as pessoas que chegam ao seu negócio é essencial para assegurar a manutenção contínua da qualidade dos produtos, especialmente porque os novos colaboradores precisam de tempo para assimilar o conhecimento que os veteranos já possuem. Por essa razão, coloque os novatos para trabalharem com a equipe mais experiente. Esse contato direto ajudará na aprendizagem das rotinas de forma mais prática, além de permitir que observem os pedidos mais frequentes, os pratos com maior saída, os imprevistos comuns do dia a dia do restaurante, e o tempo de preparo de cada prato. Criação de checklists diários Checklists com algumas funções diárias podem ser implementados para facilitar o trabalho da equipe e garantir que tudo o que ocorreu nos treinamentos seja de fato executado. Exemplo: suponhamos que você realizou uma capacitação de gestão de estoque no empreendimento.  A partir dela, é função dos próprios profissionais do negócio verificar quais são os itens que contenham nos pratos de mais saída realmente estejam disponíveis, quais são aqueles que estão próximos do prazo de validade (o que poderia ocasionar em estratégias de promoção para este item em específico), entre outras atividades.  Como são muitas as demandas originadas por meio desse treinamento, as chances de algo ficar para trás caso não haja nenhum acompanhamento são grandes. Por essa razão, o checklist funciona como uma ferramenta que contribui diretamente para que os treinamentos e capacitações surtam efeito.  Realização de treinamento de manipulação de alimentos Em um empreendimento como o de restaurantes, a empresa deve realizar constantemente treinamento de manipulação de alimentos e de segurança. Isso não apenas melhora a qualidade do que é servido, como também contribui diretamente para aumentar a credibilidade do local e garantir mais satisfação dos clientes. É importante lembrar que um erro cometido pela sua equipe pode resultar em comentários negativos nas redes sociais e, consequentemente, afastar pessoas interessadas no seu negócio ao consultar suas páginas oficiais. Por esse motivo, é essencial realizar capacitações sobre as melhores práticas, com o objetivo de garantir que os alimentos sejam preparados e armazenados de acordo com todas as normas de higiene. Além disso, crie um documento acessível para que qualquer pessoa possa consultá-lo sempre que tiver alguma dúvida, para otimizar o trabalho e assegurar que todos os procedimentos sejam seguidos corretamente. Treinamento de gestão de estoque A gestão de estoque em um restaurante impacta diretamente o controle eficiente dos produtos, garantindo que sejam organizados por categorias, armazenados corretamente em prateleiras e identificados com etiquetas. Isso facilita a localização dos itens e agiliza o atendimento. Além disso, quando a equipe compreende os processos de forma prática, a eficiência aumenta. Com um controle bem estruturado por meio de treinamentos, os benefícios são perceptíveis desde o início. Afinal, há redução de custos, evitando compras excessivas e desperdícios de ingredientes, além de possibilitar o equilíbrio do nível de vendas. Outro aspecto relevante é o aumento da produtividade, impulsionado não apenas pela capacitação em gestão de estoque, mas também por outros treinamentos. Boas práticas são transmitidas aos profissionais, promovendo melhorias no dia a dia do trabalho. Por fim, destaca-se a maior eficiência operacional, já que a equipe consegue identificar padrões de consumo, saber quais insumos têm maior ou menor saída e criar estratégias para impulsionar as vendas em períodos específicos. Gestão financeira A parte administrativa do restaurante não pode ser deixada de lado. Muito pelo contrário. A satisfação dos clientes é um ponto fundamental para o sucesso de seu negócio, mas se não houver uma boa gestão, existem os riscos de novos investimentos não serem alocados de maneira efetiva no empreendimento.  E os próprios colaboradores também devem passar por capacitações quanto aos sistemas existentes em seu negócio. Exemplo: suponhamos que houve a contratação de um software para melhorar a gestão de estoque. Se não houver o treinamento das pessoas, as principais funcionalidades não serão realizadas com o máximo desempenho que elas contam. Ao oferecer esse treinamento, vai haver muito mais facilidade por parte delas de usufruir de todos os benefícios que a ferramenta traz, sendo mais um diferencial para a empresa.  Como motivar a equipe e reduzir a rotatividade no setor? Agora que você já conhece de perto quais são as melhores práticas de treinamento para as pessoas de seu restaurante, chegou o momento de entendermos ainda como é possível aumentar a motivação para reduzir a rotatividade. Como abordamos, esse é um fator que gera impactos financeiros, o que poderia prejudicar o planejamento do empreendimento. Confira! Reconhecimento e valorização  Um ponto que vale muito a pena investir, uma vez que é de baixo custo e traz um ótimo impacto para a equipe, é o investimento em reconhecimento e valorização da equipe. Por essa razão, preocupe-se sempre em elogiar aqueles que mais se destacam e reconhecê-los perante as outras pessoas do time.  Inclusive, determinado orçamento pode ser direcionado para que haja a oferta de um benefício extra para os colaboradores que melhor tiveram resultados, justamente para incentivar que as outras pessoas também busquem o seu melhor. Ao investir no desempenho das pessoas, consequentemente você investe no desempenho do restaurante.  Ambiente de trabalho positivo  Destacamos ainda a estratégia de oferecer um ambiente de trabalho positivo.

leia mais

Como fidelizar clientes no food service e aumentar o ticket médio

Fazer um cliente voltar é sempre mais valioso do que conquistar um novo. Por isso a importância de saber como fidelizar clientes. No food service, essa lógica ganha ainda mais força, já que a concorrência é grande e o público costuma decidir rápido onde vai pedir ou comer.  Saber como fidelizar consumidores nesse cenário é o caminho certo para aumentar o faturamento e o valor gasto por cada pessoa a cada visita. A seguir, você vai encontrar ideias simples e estratégias práticas para melhorar a experiência dos seus clientes, fazer com que eles voltem com mais frequência e, de quebra, aumentem o ticket médio. Continue com a leitura e descubra como transformar o seu atendimento em uma vantagem competitiva. Por que entender como fidelizar clientes impacta o crescimento do food service? Atrair quem nunca comprou pode até chamar atenção, mas quem sustenta um negócio no longo prazo é o cliente que retorna. Entender como fidelizar clientes no food service permite criar uma base sólida, que movimenta o caixa mesmo nos dias mais tranquilos. A repetição da compra, quando bem construída, tende a aumentar o valor médio de cada pedido. Isso porque quem já conhece o cardápio costuma explorar novidades, experimentar acompanhamentos e incluir sobremesas. Com o tempo, a confiança criada se transforma em preferência, e o cliente começa a indicar espontaneamente o restaurante. Portanto, priorizar a fidelização é uma forma real de fazer o negócio crescer com consistência, sem depender tanto de promoções, grandes campanhas ou sazonalidades. Como fidelizar clientes com um bom programa de fidelidade? Criar um programa que funcione de verdade exige planejamento, escuta ativa e uma boa leitura do comportamento do consumidor. A seguir, veja algumas práticas que podem ajudar a alcançar esse objetivo. Conheça o perfil de quem já compra Antes de montar qualquer campanha, vale entender o que mais agrada seu público. Observe o que costuma ser pedido, quais são os horários de maior movimento e o que leva alguém a voltar. A partir desses dados, fica mais simples pensar em vantagens que realmente façam sentido para quem já frequenta o local. Crie recompensas simples e atrativas Nem sempre o brinde precisa ser caro. Muitas vezes, um doce no aniversário, um café grátis ou um desconto progressivo já bastam. O importante é que o cliente entenda rapidamente como acumular pontos e quando poderá resgatar o benefício. Programas confusos tendem a ser ignorados. Dê prioridade ao digital Hoje, quase tudo está no celular. Por isso, incluir o programa em um app ou link personalizado ajuda bastante. Assim, o cliente não precisa guardar papel, nem decorar regras. O próprio sistema calcula e avisa quando há alguma novidade ou vantagem liberada. Estimule a indicação Uma boa estratégia para quem quer entender como fidelizar clientes é premiar também as indicações. Ofereça um bônus para quem traz um novo consumidor e crie um sistema em que todos ganhem. Isso amplia a rede e dá mais visibilidade para o restaurante. Mantenha o cliente informado Um programa bem construído não termina no momento da compra. Vale manter contato frequente com os participantes, seja por mensagem ou redes sociais. Avisos sobre novas campanhas, atualizações ou vantagens fazem com que o consumidor se sinta lembrado e valorizado. Como um bom atendimento e experiência diferenciada impactam na retenção de clientes? Muito além do que está no prato, o que realmente cria vínculo com o consumidor é o cuidado em cada etapa do atendimento. Veja como a experiência influencia diretamente na fidelização. Primeiro contato com atenção total A forma como alguém é recebido impacta na lembrança que ele vai levar. Um sorriso sincero, escuta ativa e disposição para resolver dúvidas criam um clima positivo. Quando isso acontece, a chance de retorno cresce, já que o cliente associa o local a um momento leve e agradável. Esse cuidado inicial pode parecer simples, mas cria um sentimento de acolhimento. E, no meio de tantas opções, quem se sente bem recebido tende a voltar. Portanto, treinar a equipe para manter esse padrão todos os dias é um passo importante para fortalecer o vínculo com quem já consome. Agilidade sem perder o cuidado A rapidez no atendimento ajuda bastante, mas não pode tirar o espaço da gentileza. Um pedido entregue no tempo certo, com conferência dos itens e atenção aos detalhes, mostra respeito pelo consumidor. Isso fortalece a percepção de que vale a pena voltar. Muitos negócios acabam errando por focar apenas na velocidade. No entanto, o equilíbrio entre agilidade e simpatia é o que realmente constrói a confiança. Um serviço atencioso, mesmo nos momentos de maior movimento, mostra que cada cliente é tratado com carinho e consideração. Personalização adequada Muitas vezes, o que faz um cliente se tornar fiel é se sentir lembrado. Saber o nome, lembrar do pedido favorito ou adaptar algum item ao gosto pessoal mostra que existe um interesse genuíno. Com isso, o consumidor se sente valorizado, o que impacta diretamente em como fidelizar clientes de forma natural. Pequenos gestos, como escrever um bilhete junto do pedido ou sugerir algo com base no histórico de consumo, criam uma experiência única. Essa personalização aproxima a marca do consumidor, transformando cada compra em uma troca mais humana e memorável. Ambientes que convidam a ficar A experiência completa envolve também o espaço. Música, iluminação, conforto e até o cheiro do ambiente influenciam no tempo de permanência. Restaurantes que pensam nesses detalhes criam memórias agradáveis e aumentam as chances de novos pedidos. Um ambiente planejado comunica cuidado, mesmo antes do prato chegar. Isso vale tanto para o salão quanto para o delivery. No caso dos pedidos por aplicativo, a apresentação da embalagem, o bilhete manuscrito ou um mimo inesperado fazem toda diferença na hora de surpreender positivamente o cliente. Pós-venda com atenção O contato não termina quando o cliente vai embora. Um agradecimento, um cupom para próxima visita ou um pedido de feedback mostram que o relacionamento continua. Isso cria conexão e estimula uma nova visita, reforçando o vínculo com a marca. A troca precisa ser constante. Mostrar interesse

leia mais

Vale a pena oferecer delivery próprio ou focar em aplicativos de entrega?

A rotina dos restaurantes mudou bastante com a popularização das entregas. Antes, o cliente precisava ir até o local para consumir. Agora, ele pode esperar o pedido na sua casa. Com isso, muitos empreendedores se perguntam qual caminho seguir: criar um delivery próprio ou depender exclusivamente dos grandes aplicativos. A verdade é que cada escolha tem suas vantagens, mas também carrega desafios que merecem atenção. Pensando nisso, resolvemos publicar este conteúdo. Então, venha entender como cada modelo funciona e descobrir qual deles pode encaixar melhor no seu negócio. O avanço do delivery no Brasil e o impacto nos restaurantes O mercado de entregas no Brasil segue em expansão, transformando como bares e restaurantes operam. Conforme levantamento do portal E-commerce Brasil, em 2024, o iFood registrou 380 mil estabelecimentos parceiros, movimentando cerca de 110 milhões de pedidos mensais e alcançando 55 milhões de clientes em 1.500 cidades brasileiras. Além disso, a oferta de serviço de entrega por restaurantes aumentou de 44% em 2023 para 48% em 2024, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste. Esse crescimento reflete a consolidação do hábito de pedir comida online entre os brasileiros. A tendência é clara: o delivery próprio está se tornando uma estratégia cada vez mais relevante para os estabelecimentos que desejam atender às novas demandas dos consumidores e ampliar sua presença no mercado. Os prós e contras de um delivery próprio Abrir o próprio canal de entrega tem sido uma escolha de muitos donos de restaurante que querem mais autonomia e menos custo com taxas externas. Mas, para dar certo, é importante entender tanto as oportunidades quanto os desafios que esse caminho pode trazer. Mais controle sobre as vendas Com o delivery próprio, o restaurante passa a comandar toda a jornada do pedido. Desde o momento em que o cliente faz a solicitação até a entrega na porta, tudo fica sob o seu olhar. Isso permite acompanhar as preferências dos consumidores, identificar horários de pico e até fazer ajustes no cardápio. Não é só sobre vender — é também sobre conhecer melhor o público e se adaptar com agilidade ao que ele procura. Quando o controle está nas suas mãos, as chances de errar diminuem bastante. Economia nas taxas dos apps Cada pedido feito por aplicativo leva uma parte do lucro embora. Em algumas plataformas, essa comissão chega a um terço do valor pago pelo cliente. Quando o restaurante assume a entrega, esse valor deixa de sair do caixa. Isso ajuda a manter o negócio mais saudável financeiramente, especialmente quando o volume de pedidos é alto. Outro ponto positivo é a liberdade para oferecer preços mais competitivos sem precisar cortar qualidade. A economia pode até ser usada em ações promocionais para atrair mais público. Investimento inicial maior Quem escolhe montar o próprio sistema precisa se preparar. É necessário pensar em logística, contratar entregadores, cuidar do atendimento e investir em tecnologia. Esse começo pode parecer desafiador, mas, com o tempo, os benefícios tendem a se destacar. Um bom sistema de PDV ajuda a organizar a rotina e evita erros comuns. Nesse sentido, soluções como o Delivery Legal da Web Automação facilitam bastante. Ele conecta pedidos, pagamentos e entregas, tudo em um só lugar, sem complicação. Demanda por organização Com mais responsabilidade no processo, cresce também a necessidade de planejamento. Um erro na rota ou uma embalagem mal fechada podem atrapalhar bastante. Por isso, é fundamental contar com ferramentas que ajudem a organizar os pedidos e orientar os entregadores. É aqui que muitos restaurantes se destacam: quem se organiza melhor consegue atender mais rápido, sem perder qualidade no serviço. Isso fideliza os clientes e aumenta a reputação do local. Maior fidelização do cliente Quando o cliente conversa direto com o restaurante, o vínculo se fortalece. Isso abre espaço para criar promoções personalizadas, enviar recados especiais e até oferecer vantagens exclusivas para quem faz pedidos pelo canal próprio. A experiência se torna mais próxima e menos engessada. Com o tempo, isso se traduz em mais pedidos recorrentes e uma base fiel. Restaurantes que usam essa estratégia conseguem manter o movimento estável mesmo fora dos horários de pico, o que ajuda a equilibrar o caixa durante a semana. Como funcionam os aplicativos de entrega e quais suas vantagens? Os grandes apps de entrega estão presentes em quase todo o país e podem ser úteis para quem está começando ou quer alcançar mais pessoas. A seguir, vamos mostrar os principais pontos que explicam por que tantos restaurantes utilizam esses canais — mesmo com os custos envolvidos. Visibilidade imediata para o restaurante Estar nos aplicativos coloca o restaurante na vitrine. Com poucos cliques, o cardápio aparece para milhares de usuários da região. Isso pode ser ótimo para atrair novos clientes, principalmente em bairros onde o negócio ainda não é conhecido. Para quem está começando, essa exposição ajuda a testar pratos, entender preferências e construir um público. Mesmo quem trabalha com delivery próprio pode manter o cadastro ativo nos apps para ampliar o alcance. Infraestrutura pronta para o uso Um dos grandes atrativos dos apps é a estrutura já montada. Eles cuidam do aplicativo, do sistema de pagamentos e do suporte ao cliente. Assim, o restaurante foca na cozinha e no atendimento. A entrega também pode ser feita por motoboys da própria plataforma, o que simplifica a operação. Isso reduz etapas e evita a necessidade de contratar uma equipe exclusiva logo no início. Pagamento facilitado para o cliente Os aplicativos oferecem diversas opções de pagamento, como cartão, vale-refeição e carteira digital. Isso dá comodidade para quem compra e pode incentivar pedidos maiores. O cliente escolhe como pagar, de forma segura e rápida, sem sair do app. Esse processo ajuda a acelerar a venda e diminui as chances de desistência durante o pedido. Para o restaurante, isso significa menos abandono de carrinho e mais conversão. Participação em campanhas promocionais Os apps costumam lançar campanhas de cupons e frete grátis que atraem bastante gente. Ao entrar nessas ações, o restaurante aproveita o movimento e aumenta o número de pedidos. Mesmo

leia mais

As principais tendências gastronômicas que estão conquistando os clientes em 2025

O cenário da alimentação vem mudando rápido, e o que agrada o paladar hoje pode ser superado amanhã por uma nova proposta mais criativa, consciente ou com maior tecnológica. As tendências gastronômicas de 2025 estão refletindo esse ritmo acelerado. Elas não surgem por acaso, mas acompanham mudanças de comportamento, novas demandas e uma busca crescente por experiências que vão muito além do sabor. Continue com a gente e descubra o que está mexendo com os sentidos e as escolhas dos consumidores neste ano.  O comportamento do consumidor e a influência nas tendências gastronômicas O modo como as pessoas escolhem onde e o que comer está mudando. Hoje, elas buscam mais do que apenas sabor: querem experiências que reflitam seus valores, saúde e estilo de vida. Essas mudanças têm impacto direto nas tendências gastronômicas, que se adaptam para atender a essas novas expectativas.​ A pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com o Sebrae revelou que os principais fatores na escolha de um restaurante são a limpeza e a higiene (32,4%), seguidos pelo atendimento (17%). Isso mostra que, além da qualidade dos alimentos e bebidas fornecidos pelo bar ou restaurante, o estabelecimento também precisa cuidar muito bem de outros pontos. Especialmente, os que têm relação com a conservação do espaço físico e, principalmente, do atendimento. Essas mudanças no comportamento do consumidor estão moldando o mercado de alimentação, impulsionando tendências gastronômicas que priorizam a qualidade, a personalização e a sustentabilidade. Restaurantes que compreendem e se adaptam a essas preferências têm mais chances de conquistar e fidelizar seus clientes. Tendências em cardápios e ingredientes para 2025 O universo da alimentação está em constante transformação, e 2025 promete trazer novidades que vão encantar os paladares mais exigentes.  Ingredientes regionais ganham destaque A valorização da cultura local e dos ingredientes regionais está em alta. Produtos como açaí, tucupi e outras iguarias brasileiras estão conquistando espaço nos cardápios, oferecendo sabores únicos e fortalecendo a identidade gastronômica nacional. Essa tendência vai além de, simplesmente, enriquecer a experiência culinária, mas também apoia os produtores locais e promove a sustentabilidade. ​ Cardápios plant-based e flexitarianos A busca por uma alimentação mais saudável e consciente impulsiona a popularidade dos cardápios plant-based e flexitarianos. Essas opções priorizam ingredientes de origem vegetal, como legumes, frutas e grãos, oferecendo alternativas saborosas e nutritivas para os consumidores que desejam reduzir o consumo de produtos de origem animal. ​ Culinária low-waste A preocupação com o desperdício de alimentos leva os chefs a adotarem práticas de culinária low-waste, que consistem no aproveitamento integral dos ingredientes. Cascas, talos e sementes, que antes eram descartados, agora são transformados em pratos criativos e saborosos, contribuindo para a sustentabilidade e a redução de resíduos. Personalização e dietas funcionais Os consumidores estão cada vez mais interessados em refeições que atendam às suas necessidades específicas de saúde e bem-estar. Cardápios personalizados, que consideram restrições alimentares e objetivos nutricionais, estão se tornando comuns. Essa tendência inclui opções como dietas low carb, sem glúten, ricas em proteínas e anti-inflamatórias. ​ Como a tecnologia está impactando a experiência gastronômica? A integração de tecnologias nos estabelecimentos aprimora a experiência dos clientes. Soluções como cardápios digitais interativos, sistemas de pedidos online e aplicativos de fidelização estão se tornando indispensáveis. Hoje, o consumidor consegue acompanhar cada etapa do pedido pelo celular, ajustar preferências e até pagar sem interagir diretamente com o garçom. Isso acelera o atendimento, reduz filas e dá mais autonomia ao cliente. Uma ferramenta que tem se destacado nesse cenário é o Delivery Legal, da Web Automação, que oferece uma plataforma completa para vendas online, gerenciamento de produtos e promoções, além de permitir a personalização do cardápio digital de forma prática e eficiente. Nos bastidores, ferramentas inteligentes ajudam a prever o movimento, controlar tempo de preparo e organizar entregas com mais agilidade. Com isso, o estabelecimento consegue manter o ritmo mesmo nos horários de maior fluxo. Outro ponto importante está na personalização. Com base nos dados das compras anteriores, é possível criar promoções mais relevantes e montar sugestões que combinem com o gosto de cada pessoa. Tudo isso mostra que as tendências gastronômicas de 2025 não se limitam ao prato servido. Sustentabilidade e consumo consciente: como adaptar o restaurante a essa demanda? Quem acompanha as tendências gastronômicas já percebeu que responsabilidade ambiental deixou de ser um diferencial. Hoje, ela é parte da expectativa de quem se senta à mesa. Portanto, o dono de um bar ou restaurante precisa abrir os olhos para essa nova realidade e adequar o seu estabelecimento a ela. Nos próximos tópicos, apresentaremos algumas dicas que podem ajudar você a seguir essa fortíssima tendência em gastronomia que veio para ficar.  Escolha de fornecedores comprometidos A procedência dos ingredientes passou a influenciar diretamente a decisão de compra do cliente. Restaurantes que se conectam com produtores éticos, que cuidam da terra, dos animais e das pessoas, agregam valor à experiência de quem consome. Isso pode incluir desde pequenos agricultores locais até marcas que trabalham com pesca artesanal e certificada. Essa proximidade reduz o transporte, fortalece a comunidade e transmite um posicionamento claro sobre responsabilidade. Redução do desperdício de alimentos Desperdício virou um assunto sensível. Muitos clientes notam quando os pratos chegam exageradamente grandes ou quando as sobras são jogadas fora sem cuidado. Ao repensar o uso dos alimentos, o restaurante consegue criar preparos diferentes com ingredientes que seriam descartados, como caldos feitos com cascas e talos ou sobremesas com frutas maduras. Também vale ajustar o cardápio de acordo com a saída dos pratos, evitando excessos. Essa prática se traduz em economia e respeito ao alimento. Embalagens sustentáveis Com o crescimento dos pedidos para viagem, as embalagens passaram a ter peso na reputação dos negócios. Recipientes reutilizáveis, compostáveis ou fabricados com papel certificado transmitem uma imagem mais consciente. Muitos consumidores chegam a evitar lugares que usam materiais plásticos sem controle. Por isso, a escolha da embalagem já é parte do posicionamento da marca. Vale incluir mensagens na sacola ou no site explicando esse cuidado. Consumo inteligente de água e energia

leia mais

A importância de um PDV na gestão de restaurantes e bares

Organizar bem um restaurante ou bar vai muito além de ter pratos gostosos e um ambiente agradável. No dia a dia, cada pedido precisa ser registrado do jeito certo, as contas devem fechar no fim do expediente e nenhum item pode sair sem ser controlado. Nesse cenário, o PDV surge como uma ferramenta que simplifica a rotina e dá mais ritmo às tarefas da equipe. Ele se conecta diretamente com a gestão de restaurantes e bares, permitindo decisões mais acertadas, baseadas no que realmente acontece no balcão e na cozinha. Se deseja entender como essa ferramenta funciona, este artigo foi feito para você. Então, venha descobrir porque esse sistema pode transformar o jeito como seu negócio opera. Como um PDV pode ser útil para as finanças e controle de vendas? Cuidar das finanças nem sempre é uma tarefa simples em estabelecimentos que lidam com muitos pedidos ao mesmo tempo. Um sistema de PDV ajuda justamente nesse ponto: tudo o que entra ou sai passa por um registro rápido e automático, o que reduz erros e facilita a conferência ao final do dia. Com os dados atualizados em tempo real, o gestor consegue visualizar os números e ajustar os estoques com mais precisão. Na prática, essa tecnologia apoia a gestão de bares e restaurantes com relatórios claros, organização nos recebimentos e maior controle sobre as movimentações. Como o PDV contribui para melhoria da gestão de pedidos e atendimento ao cliente? Melhorar a experiência do público e manter a casa funcionando com agilidade são objetivos constantes neste setor. Por isso, vale a pena entender como o PDV contribui para a gestão de um restaurante, especialmente quando o assunto envolve pedidos e atendimento.  Redução do tempo de espera O tempo que uma pessoa passa aguardando pelo atendimento costuma influenciar diretamente na decisão de voltar ou não. Com o PDV, os pedidos são lançados em poucos segundos e já seguem para a cozinha. Isso dá mais agilidade ao preparo e ajuda a evitar que filas ou acúmulos atrapalhem o fluxo do salão. Com esse controle, a equipe trabalha com mais foco, sem interrupções desnecessárias. Já o cliente percebe um atendimento mais rápido, organizado e direto. Esse equilíbrio melhora bastante a experiência desde o primeiro contato. Diminuição de erros nos pedidos Quando há muita correria, anotações feitas à mão ou ordens passadas verbalmente acabam se perdendo. Um sistema de PDV elimina esse risco, pois tudo é registrado com clareza. Isso vale tanto para pratos simples quanto para modificações ou preferências mais específicas. Essas informações chegam completas para quem está no preparo, sem margem para erros ou esquecimentos. Com isso, o serviço fica mais fluido, o desperdício cai e o cliente recebe exatamente o que pediu. Atendimento mais personalizado Um bom sistema também ajuda a construir uma experiência personalizada para quem frequenta o local. A cada venda, ele registra informações importantes. Com o tempo, isso permite reconhecer padrões, criar promoções mais assertivas e oferecer um tratamento mais próximo. Essa personalização tem impacto direto na fidelização. Quando o cliente sente que o lugar presta atenção aos detalhes, ele volta com mais frequência e indica o serviço com confiança. Integração com delivery e retirada A presença online também precisa funcionar sem atrito. Um PDV que se conecta a diferentes canais permite atender tanto no salão quanto fora dele, com controle unificado. Assim, ninguém fica esperando além do necessário e a equipe consegue gerenciar tudo em tempo real. Quem busca essa integração pode contar com o PDV Legal Fast, solução da Web Automação que unifica operações de balcão, comanda eletrônica, delivery e pagamentos em um único sistema. O atendimento ganha ritmo, as informações fluem com mais clareza e o restaurante ganha fôlego para crescer com segurança. Quais são os benefícios que um PDV traz para a gestão de um restaurante? Entender como o PDV contribui para as tarefas que acontecem nos bastidores é fundamental para quem deseja manter o negócio saudável. A seguir, veja como esse sistema colabora diretamente com a gestão de restaurantes e bares. Controle automático do estoque Quando o estoque é monitorado com precisão, o restaurante trabalha com mais segurança. O PDV ajuda nesse processo registrando a saída de cada item a partir das vendas realizadas. Isso evita perdas por vencimento e reduz a necessidade de fazer inventários manuais com tanta frequência. A cada produto vendido, o sistema atualiza as quantidades disponíveis, permitindo um acompanhamento fiel em tempo real. Essa visão clara do que entra e sai permite que as compras sejam feitas com mais consciência. O gestor passa a entender melhor quais ingredientes giram mais, quais ficam encalhados e quais datas exigem mais abastecimento. Com o tempo, isso se traduz em economia e planejamento mais estratégico. Redução do desperdício Um dos desafios mais comuns no setor alimentício está no controle das sobras e das perdas. Quando não há um acompanhamento firme, muita coisa acaba indo para o lixo — e com isso, o lucro também vai junto. O PDV ajuda a entender quais produtos estão sendo subutilizados e quais pratos têm menor saída, o que permite ajustes no cardápio e nas quantidades produzidas. Outra vantagem está na capacidade de rastrear os motivos de desperdício com mais clareza. Se um item está sempre sobrando ou sendo trocado por erro no pedido, o sistema aponta esse padrão. Com essas informações em mãos, fica muito mais fácil corrigir rotas e evitar prejuízos. Apoio na precificação dos produtos Saber exatamente quanto custa produzir cada prato é o primeiro passo para manter os preços justos e o negócio rentável. O PDV colabora nesse ponto ao reunir dados sobre volume de vendas, custos de insumos, margem aplicada e resultado. Com essa base, a definição dos preços se torna mais inteligente e alinhada com a realidade financeira do estabelecimento. Quando o sistema mostra quais itens vendem mais, qual o lucro por unidade e onde há margem para ajustar valores, o controle financeiro evolui naturalmente. Isso ajuda tanto no aumento da lucratividade quanto na competitividade com outros estabelecimentos da região. Visão mais

leia mais

5 estratégias para aumentar o faturamento do seu restaurante usando um PDV

Manter as contas equilibradas é só o começo. Para crescer de verdade no setor de alimentação, é preciso olhar com atenção para as oportunidades que já estão dentro do próprio restaurante. Um bom sistema de PDV, por exemplo, pode ser um grande aliado na hora de aumentar o faturamento. Isso porque ele ajuda a enxergar o movimento do caixa, organizar pedidos e até acelerar o atendimento nas horas mais movimentadas. Neste artigo nós mostraremos caminhos simples, práticos e que realmente funcionam quando o assunto é aumentar o faturamento, utilizando um PDV.  Como um PDV bem utilizado pode influenciar no crescimento do restaurante? Quando bem configurado e usado com foco nos resultados, o PDV deixa de ser apenas uma ferramenta de registro para se tornar um verdadeiro aliado do negócio. Ele ajuda o restaurante a crescer porque torna o dia a dia mais organizado, os dados mais claros e as decisões mais seguras. Com ele, é possível acompanhar o que mais sai do cardápio, quais horários têm mais movimento e até os pratos que precisam de atenção por apresentarem pouca saída. Essa leitura constante permite ajustar estratégias com agilidade, sem depender de achismos ou planilhas confusas. Outro ponto importante é a agilidade no atendimento. Com um PDV bem estruturado, os pedidos vão direto para a cozinha, os pagamentos acontecem mais rápido e o cliente percebe que foi bem atendido. Isso favorece a fidelização e impulsiona o crescimento pela boa reputação. Além disso, o controle de estoque integrado ao sistema evita desperdícios e mostra, com precisão, o que precisa ser comprado e em qual quantidade. Ao evitar perdas e compras desnecessárias, o lucro cresce naturalmente. No fim das contas, quem sabe usar o PDV do jeito certo transforma cada venda em oportunidade real de aumentar o faturamento e posicionar o restaurante em outro patamar. Quais são as 5 estratégias para aumentar o seu faturamento utilizando o PDV? Ao utilizar um PDV, você pode adotar uma série de estratégias que terão impacto direto no seu faturamento. Nos próximos tópicos mostraremos as 5 principais que você pode colocar em prática a partir do momento em que começar a utilizar um bom sistema de PDV.  1. Automação de processos Quando cada etapa do pedido acontece com agilidade, o cliente percebe. A automatização ajuda exatamente nisso: deixa o fluxo mais leve, evita retrabalho e permite que os pratos cheguem mais rápido à mesa. Com um sistema bem programado, o pedido sai do caixa e vai direto para a cozinha de maneira mais eficaz e rápida. Essa agilidade no serviço cria um ambiente mais dinâmico, onde o cliente não precisa esperar tanto para ser atendido. O tempo de preparo diminui, o giro de mesas aumenta e o restaurante passa a vender mais em menos tempo. E quanto maior o volume de pedidos bem atendidos, a chance de faturar mais aumenta. Automatizar processos também reduz falhas na cobrança e no controle dos pagamentos. O resultado aparece não só no caixa, mas também na satisfação de quem volta para comer outra vez. Quanto menos etapas manuais, menor o risco de erro e mais tempo sobra para focar no que realmente importa: oferecer uma boa experiência a quem escolheu comer ali. Outro ponto importante é a organização dos dados. O PDV registra cada venda e ajuda o dono a entender o comportamento dos clientes. Isso permite ajustar os horários da equipe, organizar promoções mais certeiras e ampliar o número de pedidos nos períodos de maior movimento. Tudo isso com mais agilidade, menos complicação e foco direto no objetivo de aumentar o faturamento, além de melhorar a experiência do cliente. 2. Oferta de promoções e programas de fidelidade O PDV certo ajuda o restaurante a criar campanhas atrativas e acompanhar tudo em tempo real. Com ele é possível cadastrar descontos por horário, prato ou forma de pagamento. E o melhor: o sistema já aplica a condição direto na conta, sem depender de anotações ou conferência manual. Com o programa de fidelidade funciona do mesmo jeito. O cliente acumula pontos automaticamente a cada compra, sem precisar apresentar cartão ou lembrar regras. O próprio sistema reconhece o cadastro e atualiza os dados conforme os pedidos são finalizados. Ao organizar essas ações dentro do PDV, o restaurante evita esquecimentos, elimina retrabalho e garante mais agilidade. Fica simples analisar quais campanhas tiveram mais retorno e quais produtos ganharam destaque com os incentivos. Assim, é possível direcionar novas promoções com mais confiança e aumentar o faturamento com estratégias bem pensadas. 3. Utilização de relatórios e dados do PDV Não basta vender bem em alguns momentos. Para crescer com regularidade, é preciso entender o que funciona e repetir na hora certa. O PDV ajuda nisso porque entrega relatórios completos e fáceis de interpretar. Quem analisa esses dados com frequência consegue agir com mais rapidez quando alguma coisa foge do padrão. Entenda o comportamento do cliente Os relatórios mostram quais produtos mais saem, em quais horários e até em quais combinações. Com esse tipo de leitura, o restaurante pode montar combos mais atrativos ou destacar pratos que despertam mais interesse. Isso ajuda a vender melhor, sem aumentar os custos. Planeje ações com base em dados reais Decidir baseado em números evita desperdício e reduz o risco de prejuízo. O PDV permite consultar o histórico de vendas, identificar padrões de consumo e prever períodos com maior ou menor movimento. Assim, fica mais fácil ajustar o cardápio, organizar campanhas promocionais e testar novidades com mais segurança. Monitore resultados e faça ajustes rápidos Após colocar uma ação no ar, o PDV mostra como ela se comporta em tempo real. Dá para acompanhar a resposta do público, analisar ticket médio e avaliar o impacto nas vendas. Com esse controle, o restaurante consegue aumentar o faturamento sem depender apenas do fluxo de clientes. No fim das contas, o sistema não serve apenas para registrar pedidos. Ele apoia decisões que colocam o negócio na rota do crescimento com ações mais bem direcionadas. 4. Controle de desperdícios a partir dos dados de venda Muita

leia mais

Como diminuir o desperdício de alimentos em restaurantes e melhorar a lucratividade

Atualmente, muitos estabelecimentos de alimentação enfrentam um grande desafio: lidar com sobras que poderiam ser evitadas. Em um negócio que depende do bom uso de cada ingrediente, saber como diminuir o desperdício de alimentos em restaurantes pode ser o caminho certo para enxugar custos e manter a operação saudável. Logo depois que pequenas atitudes passam a ser observadas na rotina da cozinha, os resultados aparecem. Melhor uso dos insumos, organização da despensa e mais atenção no preparo ajudam a transformar a rotina e, gradualmente, melhoram o caixa. Siga a leitura e descubra soluções simples, práticas e que cabem perfeitamente no seu dia a dia. Por que tantos alimentos vão parar no lixo? Antes de pensar em soluções, é bom entender o que costuma causar tanta perda. Um dos motivos mais comuns está na falta de controle no armazenamento. Quando os produtos não são bem organizados, muitos estragam antes mesmo de ir para o fogão. Isso afeta diretamente o bolso, pois todo item perdido precisa ser reposto. Outro ponto é o preparo sem medida. Quando a equipe faz porções maiores do que o necessário, parte do prato volta intocada. E cada sobra acumulada pesa no fim do mês, ainda mais com os preços dos ingredientes sempre subindo. Erros na compra também entram nessa lista. Comprar mais do que o restaurante consegue usar acaba sobrecarregando o estoque. Já quando se compra menos, há risco de faltar item na hora da produção, o que atrasa a entrega e causa perda de tempo e dinheiro. A soma dessas falhas tem impacto direto no caixa. Afinal, quando o controle não acontece desde o início, as perdas viram rotina. Portanto, mapear esses pontos é o primeiro passo para reduzir as sobras e manter a cozinha mais ajustada ao que o negócio realmente precisa. Quais são as práticas para melhorar o controle de estoque e evitar perdas? Um bom controle de insumos faz toda a diferença no resultado do mês. Continue lendo e veja como melhorar esse cuidado no dia a dia. Defina níveis de estoque mínimo e máximo Estabelecer quantidades para cada item ajuda muito no ritmo da operação. Ao definir um volume mínimo, fica mais fácil saber o momento certo de comprar. Já o limite máximo evita que o espaço fique cheio demais ou com produtos encalhados. Assim, a cozinha recebe só o que realmente vai usar e as perdas diminuem bastante. Realize inventários periódicos Contar os produtos com frequência evita surpresas. Essa prática revela erros no registro, sobras esquecidas ou até itens que desapareceram sem explicação. Fazer isso toda semana ou todo mês ajuda a equipe a manter tudo atualizado e ainda traz clareza na hora de tomar decisões sobre compras e produção. Organize o armazenamento de forma estratégica Colocar os itens mais antigos na frente e os novos no fundo evita vencimentos desnecessários. Separar por tipo e rotular corretamente também facilita. Dessa forma, o tempo gasto procurando coisas diminui, o preparo das receitas fica mais prático e as chances de algo estragar caem bastante. Utilize um sistema de gestão integrado Quando as informações estão todas no mesmo lugar, o controle fica mais leve. Um sistema que conecta vendas, compras e estoque ajuda a prever necessidades e manter tudo atualizado. Isso evita aquisições exageradas ou faltas inesperadas, o que sempre gera algum tipo de prejuízo. Essas práticas, aliadas à tecnologia, ajudam muito na missão de diminuir o desperdício de alimentos em restaurantes. Com o estoque funcionando no ritmo certo, os resultados aparecem sem demora. Como a padronização de receitas e porções pode reduzir o desperdício? Padronizar não é apenas manter tudo igual. É cuidar do que sai da cozinha com atenção e propósito. Quando isso acontece, o negócio se organiza, o cliente fica satisfeito e o desperdício diminui. Ao seguir quantidades fixas para cada receita, a cozinha evita exageros. Ingredientes deixam de ser usados no olho e têm uma medida certa. Isso facilita a compra, porque é possível prever com mais precisão o que precisa ser reposto. E, com menos sobras, os custos ficam mais enxutos. Outro ponto importante está no controle do que vai para o prato. Quando a porção é sempre a mesma, não há espaço para erros. O cliente recebe aquilo que espera, o preparo segue um padrão e ninguém exagera na montagem. Receitas bem definidas também ajudam no treinamento. A equipe aprende mais rápido e executa cada preparo com mais segurança. Com isso, as chances de refazer um prato ou jogar comida fora caem bastante. Portanto, quando o restaurante trabalha com receitas claras e porções bem medidas, tudo começa a andar no ritmo certo. Isso contribui bastante para diminuir o desperdício de alimentos em restaurantes e manter o caixa mais saudável no fim do mês. Como um PDV pode ajudar a monitorar a saída de pratos e otimizar compras? A rotina de um restaurante envolve muitos detalhes que nem sempre são simples de acompanhar no papel. Com o apoio de um PDV, esse processo ganha agilidade e mais clareza. Veja como essa ferramenta pode ajudar em pontos importantes do dia a dia. Registro automático dos pedidos Cada vez que um prato é vendido, o sistema registra a informação na hora. Isso permite acompanhar em tempo real quais itens estão sendo mais escolhidos. Com o tempo, esses dados revelam padrões de consumo, o que ajuda a ajustar o preparo diário. Quando se sabe o que mais vende, fica mais fácil produzir só o necessário e evitar que ingredientes acabem indo para o lixo. Outro ponto importante é que esse controle ajuda a diminuir erros na cozinha. O pedido chega mais rápido e claro para a equipe, o que agiliza o serviço e reduz o risco de pratos montados fora do padrão. Menos refação também significa menos desperdício e menos custo. Relatórios de vendas por item Com os relatórios, o gestor enxerga o desempenho de cada prato de forma prática. O PDV mostra quais itens têm boa saída e quais costumam ficar esquecidos no cardápio. Isso permite mudanças com base no

leia mais

Como calcular o CMV e melhorar a margem de lucro do seu restaurante?

Entender como calcular o CMV é um dos primeiros passos para enxergar com mais clareza o dinheiro que entra e sai do seu negócio. Afinal, cada ingrediente tem seu valor e, quando isso não é levado em consideração, o impacto aparece rápido no fim do mês. Muitos estabelecimentos acabam tendo bons números de venda, mas veem a margem encolher sem saber exatamente o motivo. Então, se a ideia é enxugar custos e ver mais lucro no caixa, vale seguir com a leitura. Vem descobrir como ajustar esse cálculo e tornar a operação mais saudável. O que é CMV e por que ele ajuda tanto no controle de custos? Antes de entender como calcular o CMV em produtos, é importante saber o que esse termo significa. CMV é a sigla para Custo de Mercadoria Vendida. Em outras palavras, ele mostra quanto foi gasto com os itens que compõem cada prato ou bebida vendidos. Esse número ajuda a entender se os preços estão cobrindo os gastos com os ingredientes. Quando o CMV está alto, a margem de lucro tende a diminuir, mesmo que o restaurante esteja vendendo bem. Por outro lado, quando ele está sob controle, fica mais fácil manter os lucros sem precisar aumentar os valores do cardápio. Como calcular o CMV corretamente? Para descobrir o valor real dos produtos vendidos, é importante entender como se calcula o CMV corretamente. A fórmula básica segue esta estrutura: CMV = Estoque inicial + Compras – Estoque final Mas quando falamos de itens com receita definida, como um hambúrguer, por exemplo, é preciso ir um pouco além. Isso porque o controle dos custos depende do quanto cada unidade consumiu dos ingredientes, e é aí que a ficha técnica entra. Ela mostra o que compõe um produto, em quantidades e valores. Por exemplo, vamos pensar num hambúrguer que usa 100g de carne, 1 pão e 1 fatia de queijo. Imagine que os preços sejam: Se no mês foram vendidos 500 hambúrgueres, o custo total desse item foi de R$ 4.850,00. Esse valor ajuda a estimar com mais precisão o consumo real dos ingredientes. Agora, imagine que o estoque de início do mês tinha R$ 5.000 em mercadorias. Durante o período, o restaurante comprou mais R$ 8.000. No final, o estoque ficou em R$ 4.000. A conta seria: CMV = 5.000 + 8.000 – 4.000 = R$ 9.000 Esse resultado mostra o quanto foi usado em produtos para atender todos os pedidos, considerando o que entrou e saiu da cozinha. A ficha técnica, nesse processo, ajuda a conferir se o número bate com o volume vendido. Se houver uma diferença grande, pode ser sinal de desperdício, erro de porção ou até perda de mercadoria. Por isso, usar a ficha como apoio ao cálculo não é só um detalhe. É um jeito simples de manter o controle bem próximo da realidade. Qual é o impacto do CMV na margem de lucro? Quem acompanha de perto o próprio negócio sabe como cada real pode fazer diferença no fim do mês. Quando o valor gasto com insumos aumenta sem controle, o lucro vai diminuindo, mesmo com bastante movimento. Por isso, entender o impacto do CMV ajuda a manter as contas mais equilibradas. O custo alto indica que os ingredientes usados estão consumindo uma fatia grande do que é arrecadado. Nesse caso, mesmo vendendo bastante, a sobra no caixa pode não ser o que se espera. Em contrapartida, quando o CMV está bem calculado, fica mais simples manter a saúde do negócio. Portanto, acompanhar esse número ajuda a corrigir exageros, evitar desperdícios e planejar melhor o cardápio. Um controle bem feito permite vender com mais confiança, sabendo que o retorno financeiro está em equilíbrio com os custos. Quais estratégias podem ser usadas para reduzir o CMV sem comprometer a qualidade dos pratos Alguns cuidados simples ajudam bastante quando a ideia é diminuir o custo sem perder o padrão. A seguir, veja o que pode ser feito no dia a dia para manter o controle sobre o CMV sem prejudicar o sabor nem a experiência do cliente.  Padronize as porções com base na ficha técnica Quando cada preparo segue a mesma medida, os resultados ficam mais consistentes. A ficha técnica é o ponto de partida para isso. Ela informa as quantidades exatas de cada ingrediente e ajuda a manter o uso equilibrado em todas as produções. Uma carne mal cortada ou um acompanhamento servido além do necessário, por exemplo, pode parecer pouco no momento, mas pesa no final do mês. Por isso, pesar os itens, usar medidores e seguir as orientações de cada receita ajuda a manter o CMV sob controle, sem mudar o sabor ou a aparência do prato. Treine a equipe da cozinha com regularidade Com o ritmo corrido, é natural que a equipe adote atalhos ou crie novos hábitos. Mas isso pode interferir no controle dos custos. Por isso, revisitar os processos ajuda a manter tudo dentro do esperado. Treinamentos curtos e práticos, mostrando a importância de seguir a ficha técnica e o motivo dos cuidados com porções, já fazem diferença. Também vale reforçar boas práticas de armazenamento, manipulação e organização da bancada. Quando todos conhecem o impacto que o cuidado diário tem no CMV, o trabalho em equipe fica mais focado. Revise as compras e escolha bem os fornecedores Comprar bem faz parte do sucesso de qualquer restaurante. E isso vai além do menor preço. Avaliar qualidade, frequência de entrega e até condições de pagamento ajuda a manter o equilíbrio nas contas. Com uma boa negociação, é possível conseguir itens de qualidade por valores mais baixos. Outra estratégia é usar o histórico de consumo como base para as próximas compras. Isso evita excesso de mercadorias no estoque, o que pode gerar perdas e afetar diretamente o cálculo do CMV. Use sobras com criatividade em novas receitas Nem toda sobra precisa virar desperdício. Uma carne assada pode virar recheio de sanduíche, arroz do almoço pode ser base para bolinhos, legumes cozidos entram bem em sopas e caldos.

leia mais

Relatório de vendas no PDV: como usar dados para tomar melhores decisões?

Ter um bom controle de saídas é mais fácil ao ter um relatório de vendas no PDV organizado. Com ele, fica simples enxergar o que realmente está funcionando, quais produtos saem mais, qual horário tem mais movimento e até o comportamento de compra dos clientes. Tudo isso ajuda bastante quando chega a hora de decidir os próximos passos do negócio. Afinal, dados não servem só para ficar armazenados. Quando bem utilizados, eles ajudam a equipe a acertar mais, gastar menos e melhorar o atendimento. E isso vale tanto para quem está começando quanto aqueles que já têm uma longa experiência no ramo. Continue a leitura e descubra formas práticas de usar essas informações no dia a dia do seu ponto de venda! Como um PDV registra informações valiosas sobre as vendas e o comportamento dos clientes? O sistema do ponto de venda não serve apenas para registrar os pagamentos. Ele também coleta dados valiosos, que ajudam a entender o que está acontecendo no balcão. Desde que o cliente passa o produto no caixa, o sistema já começa a mapear informações úteis, como dia, horário, forma de pagamento e até o número de itens levados. Com isso, é possível montar um relatório de vendas do PDV que mostra o comportamento de quem compra. Frequentemente, esse tipo de relatório aponta padrões que passariam despercebidos no dia a dia. Por exemplo, quais produtos costumam ser comprados juntos ou qual período do mês movimenta mais. Portanto, quanto mais completo for o sistema, mais fácil é identificar esses detalhes e usar esse conhecimento a favor do negócio. Quais os principais tipos de relatórios de vendas e como interpretá-los? Cada relatório de vendas no PDV ajuda a enxergar um pedaço do cenário. Por isso, vale a pena entender o que cada um mostra. Acompanhe os principais tipos e veja como tirar bons aprendizados de cada modelo. Relatório por volume de itens vendidos Neste tipo de relatório, o foco está na quantidade de unidades que saíram. Ele mostra os produtos com mais saída em um determinado período. Quem acompanha esses dados consegue descobrir os itens que estão chamando mais atenção dos clientes no cardápio. Outro ponto positivo é perceber quando um determinado produto para de ter tanta procura, o que pode indicar mudança no interesse do público ou falta de destaque na prateleira. Com base nesses dados, o gestor do restaurante consegue elaborar uma lista de compras melhor, evitando adquirir produtos a mais ou a menos. Relatório por ticket médio Esse modelo calcula quanto, em média, cada cliente gasta por compra. Para encontrar esse número, basta dividir o total vendido pela quantidade de transações realizadas. Quando o ticket médio sobe, geralmente é sinal de que o público está levando mais itens por vez. Já quando cai, pode ser hora de rever estratégias de exposição ou promoção. Relatório por horário de maior movimento Nem todos os horários são iguais. Um bom relatório de vendas no PDV mostra exatamente em quais momentos o caixa tem mais atividade. Com isso, dá para organizar melhor o time, planejar ações promocionais e até programar reforços no estoque para os períodos com maior fluxo. Relatório por vendedor Em negócios com equipe de atendimento, acompanhar o desempenho de cada colaborador ajuda bastante. Esse relatório aponta quem vende mais, quais produtos cada um oferece com mais frequência e até os horários em que a atuação tem melhores resultados. Ele também serve para treinar, apoiar e valorizar quem se destaca. Relatório por forma de pagamento Esse tipo mostra como os clientes preferem pagar. Pode revelar, por exemplo, aumento no uso do cartão ou maior presença de pagamentos via QR Code. Com esses dados, fica mais fácil pensar em formas de facilitar a experiência no caixa, além de escolher bem as parcerias com operadoras de pagamento. Relatório por margem de lucro Nem sempre o item mais vendido é o que mais traz retorno. Por isso, o relatório com foco na margem ajuda a identificar o que realmente sustenta o negócio. Ele cruza os dados de custo e valor de venda, mostrando quais produtos trazem melhor resultado financeiro. Uma boa leitura desse tipo de relatório permite investir com mais segurança. Como os dados podem ajudar na precificação e no controle de estoque? Quem trabalha com venda sabe que preço e estoque caminham juntos. Os dados do relatório de vendas no PDV ajudam a equilibrar esses dois pontos. Quando o negócio registra bem o que sai, já fica mais fácil perceber quais produtos podem ter reajuste ou promoção. Um item com alta procura, por exemplo, pode ter o preço revisto com mais segurança. O mesmo vale para o controle do que está guardado. Quando um produto começa a encalhar, os dados mostram isso com clareza. Assim, dá para pensar em formas de girar esse estoque antes que o prejuízo apareça. Por outro lado, os produtos com saída constante merecem atenção especial. Nesse caso, o ideal é se programar para repor com antecedência e evitar estoques vazios. Portanto, usar essas informações ajuda o empreendedor a acertar mais nos valores e manter a reposição sempre em dia. Isso melhora o ritmo do negócio e evita surpresas no fechamento de caixa. Como usar relatórios para identificar os pratos mais lucrativos e ajustar o cardápio? Nem sempre o prato que mais sai é aquele que ajuda o caixa a ficar positivo. Por isso, entender o que os relatórios revelam pode abrir caminho para boas decisões. Veja como o relatório de vendas no PDV ajuda a enxergar o que vale manter e o que precisa mudar no cardápio. Observe a margem de cada prato Aqui está um ponto que muita gente deixa passar. Um prato pode sair bastante e ainda assim pesar no bolso do restaurante. Quando você cruza o custo dos ingredientes com o valor da venda, é possível enxergar quais receitas de fato rendem lucro. O relatório de vendas no PDV mostra o quanto foi vendido. Juntando isso com os dados de compra, fica claro o que está valendo a pena

leia mais

Como um PDV integrado pode otimizar as vendas e a experiência do cliente no seu restaurante?

No dia a dia corrido de um restaurante, cada segundo conta — tanto para a equipe quanto para os clientes. Ter um sistema eficiente, que conecte todas as áreas do negócio em tempo real, pode ser o diferencial entre um atendimento mediano e uma experiência memorável. É aí que entra o PDV integrado: uma solução que vai muito além de registrar vendas. Ele automatiza processos, reduz erros, agiliza o atendimento e ainda oferece dados valiosos para a tomada de decisão. Se você quer descobrir como essa tecnologia pode transformar sua operação e encantar seus clientes, aproveite: esse conteúdo foi feito sob medida para você! O que é um sistema PDV integrado? O PDV integrado funciona como um cérebro que liga todas as partes do restaurante. Quando um pedido entrar na mesa, ele vai direto para a cozinha. A equipe já sabe o que preparar, sem precisar esperar ninguém anotar e levar. Isso faz tudo andar mais rápido. No mesmo momento, o sistema já atualiza o estoque e cada ingrediente usado sai do sistema de forma automática. Então, quando faltar algo, o restaurante sabe antes mesmo de dar problema. Nada de correr no mercado de última hora ou recusar pedidos por falta de item. O delivery também entra nesse fluxo. O pedido sai da plataforma, vai para o preparo, depois para a embalagem e entrega. Tudo visível, tudo conectado. O cliente acompanha o andamento, enquanto a equipe se organiza sem ruídos. Assim, cada setor trabalha em sintonia. O salão, a cozinha, o caixa e o entregador não precisam mais perder tempo com retrabalho. Tudo flui num só ritmo. E quem mais sente isso? Quem senta para comer. Como um PDV integrado agiliza o atendimento e reduz erros nos pedidos? O PDV integrado acelera o ritmo no salão porque tira etapas desnecessárias do caminho. O garçom digita o pedido no sistema, e ele aparece onde precisa, na hora certa. Nada de papel perdido, nada de bilhete rasurado. Com tudo digital, o risco de errar cai bastante. Quem prepara não precisa interpretar letra, entender gíria ou lembrar de detalhes. Está tudo ali, claro e direto. Quem entrega também já sabe o destino, sem precisar perguntar ou voltar para conferir. Portanto, a equipe trabalha com mais foco e os clientes não precisam repetir o que pediram. Além disso, a cozinha responde com mais agilidade e o tempo de espera diminui. Afinal, quando o pedido sai certo desde o início, tudo anda melhor. Como o PDV integrado melhora o controle de estoque e evita desperdícios? Um PDV integrado ajuda o dono do restaurante a entender, em tempo real, o que está saindo e o que ainda tem no estoque. Cada prato vendido desconta os ingredientes no mesmo instante. Assim, é possível acompanhar o uso dos produtos sem precisar contar tudo na mão no fim do dia. O desperdício diminui porque o sistema mostra quando algo está acabando ou perto da validade. Com essa informação, dá para planejar melhor o que comprar e usar o que já tem antes de perder. Nada fica esquecido no fundo da prateleira. Então, o restaurante compra com mais consciência, evita excesso ou a falta. Isso impacta no bolso e na qualidade do que é servido. Afinal, ninguém quer jogar comida fora nem deixar o cliente na mão. Quais são os impactos na experiência do cliente e no aumento das vendas? A seguir, veja como um PDV integrado pode transformar cada visita ao restaurante em algo muito mais agradável — e ainda ajudar no crescimento das vendas. Atendimento mais rápido e preciso Ninguém gosta de esperar por algo que deveria chegar logo. Quando o sistema organiza os pedidos automaticamente, a equipe não precisa andar de um lado para o outro atrás de confirmação. Tudo flui com mais ritmo. Com menos tempo de espera e mais precisão nos detalhes, o cliente se sente respeitado e valorizado. O impacto disso vai muito além da primeira visita. Um atendimento mais ágil evita filas, reduz atrasos, melhora o clima no salão. Quem recebe o prato sem erro, no tempo certo, tende a comer com mais prazer e sair com uma impressão melhor. E quem tem uma boa experiência, normalmente, indica o lugar. Pagamento mais simples e variado No final da refeição, o que o cliente mais quer é facilidade para pagar e ir embora tranquilo. O PDV integrado permite dividir contas, aplicar cupons, aceitar métodos modernos e calcular tudo de forma clara. Isso passa mais segurança e reduz aquela tensão de erro no fechamento. Recompensas que realmente funcionam Com base nas compras anteriores, o sistema pode sugerir promoções personalizadas ou até criar programas de fidelidade que fazem sentido. Ao sentir que o restaurante conhece seus gostos, o cliente se envolve mais. Ele acaba voltando não só pela comida, mas também pela relação construída com a marca. Além disso, o sistema ajuda a entender padrões de comportamento. Por exemplo, saber qual prato vende mais num dia da semana, ou qual horário traz mais clientes fiéis. Essas informações permitem criar ações que realmente fazem sentido para o público. E isso ajuda tanto na retenção quanto no crescimento do ticket médio. Equipe mais focada no que importa Quando o sistema cuida das tarefas repetitivas, o time ganha tempo para olhar nos olhos, sorrir e conversar. Isso muda tudo na relação com o público. Um bom prato, servido com atenção, pesa mais do que qualquer brinde ou desconto. Desde que o atendimento seja acolhedor, as chances de conquista aumentam. O ambiente também melhora. Com menos estresse por conta de anotações perdidas ou contas erradas, os funcionários trabalham com mais calma. E quando o clima interno é bom, isso se reflete na forma como cada pessoa atende quem está na mesa. Mais pedidos no salão e nas entregas Com tudo rodando melhor, o restaurante consegue atender mais mesas ou entregas sem comprometer a qualidade. O sistema organiza os fluxos, evita atropelos e ajuda a manter o ritmo nos horários de pico. Isso faz o negócio vender mais, mesmo com

leia mais

O que é um PDV e por que ele é essencial para o seu restaurante?

Quem toca um restaurante sabe o quanto a rotina pode ser puxada. Cada pedido precisa sair no ponto certo, sem erro, e o caixa não pode travar. Com tantos detalhes ao mesmo tempo, qualquer ajuda é bem-vinda. É nesse cenário que entra o tema deste conteúdo: entender o que é um PDV pode facilitar vários processos, desde o primeiro atendimento até o momento do pagamento. Contar com esse tipo de ferramenta ajuda muito no dia a dia, especialmente quando o movimento aumenta e o ritmo da casa precisa acompanhar. Neste artigo, apresentaremos o conceito de PDV, como ele facilita o dia a dia de um bar, restaurante ou pizzaria, além de demonstrar seus principais benefícios.  O que é um PDV? A princípio, vale a pena conhecer o que é um PDV. A sigla vem de Ponto de Venda, um sistema que ajuda quem trabalha com alimentação a cuidar do que entra e sai no salão e no caixa. Ele traz mais clareza para o fluxo de pedidos, organiza pagamentos e dá mais segurança nos registros do dia. Na prática, o PDV conecta várias tarefas num só lugar. O time passa a lançar pedidos direto na tela, o caixa acompanha tudo com facilidade e o responsável consegue visualizar os números com rapidez. Restaurantes que usam esse recurso conseguem manter o controle das operações sem perder o ritmo da casa. Portanto, quando o sistema entra na rotina, tudo funciona com mais leveza. As áreas se entendem melhor, o atendimento ganha ritmo e a operação na totalidade flui de forma mais acertada. Com o tempo, o trabalho ganha consistência e o cliente percebe a diferença logo no primeiro contato. Como um PDV pode facilitar a gestão de pedidos e pagamentos? O PDV ajuda muito na hora de organizar pedidos e receber os pagamentos sem complicação. Assim que o atendente lança a escolha do cliente, o pedido já aparece direto na cozinha, que começa a preparar imediatamente. Quando chega o momento de pagar, o sistema já tem tudo salvo. O valor aparece completo, os itens listados e o tempo no caixa diminui bastante. Isso deixa o atendimento mais rápido e o cliente mais satisfeito com a experiência. Como um PDV pode facilitar a rotina em um bar ou restaurante? Com o entendimento sobre o que é um PDV e como ele ajuda no dia a dia, agora é hora de conhecer os recursos que realmente fazem diferença para quem cuida do restaurante. Alguns deles ajudam no controle da operação, outros agilizam o atendimento. Todos têm impacto direto no que o cliente percebe e no tempo que a equipe ganha.  Controle detalhado por mesa Dentro do salão, é comum ter várias mesas abertas ao mesmo tempo. Por isso, poder acompanhar o que cada grupo pediu sem confusão se torna um passo importante. O sistema agrupa tudo que foi consumido em cada mesa, deixando os lançamentos salvos com precisão. Isso facilita o trabalho dos atendentes, que podem consultar e atualizar os pedidos com poucos toques, e evita trocas que costumam causar incômodo. Outro ponto interessante é o fechamento da conta, feito com base nas informações já registradas. Nada de somar valores no papel ou perder tempo com dúvidas sobre quem pediu o quê. Essa visão clara diminui erros e ajuda o salão a rodar com mais fluidez. A soma correta, os lançamentos completos e o controle por mesa também reduzem riscos de fraudes, como pedidos não lançados ou ajustes indevidos. Mais mobilidade para a equipe Quando o restaurante não tem um sistema prático, tudo acaba levando mais tempo. Qualquer alteração depende de alguém ir até outro setor. Com o PDV, os atendentes conseguem cuidar de tudo sem sair do lugar: anotam o pedido, enviam para a cozinha e recebem pelo mesmo terminal. O cupom fiscal sai direto no sistema, o que evita atrasos e reforça a confiança. A equipe não precisa mais lidar com máquinas separadas para cada função. Outro ponto interessante é a conexão com o caixa, que ajuda no controle do dinheiro que entra. Isso reduz falhas e evita digitar valores errados na hora do pagamento. Modificações simples e sem dor de cabeça Alguns clientes gostam de trocar ingredientes ou fazer ajustes no pedido. Quando o restaurante tem um sistema que aceita modificações no ato, o pedido chega do jeito certo até a cozinha. Isso diminui o retrabalho e deixa os pratos prontos mais rápido. Outro ponto positivo é o cálculo automático do valor total, que já sai com os acréscimos ou descontos aplicados. Dessa forma, o atendimento fica mais fluido e o cliente paga somente pelo que consumiu. Essas situações, que antes podiam virar confusão, agora são resolvidas com agilidade. Essa boa experiência, somada ao cuidado com os detalhes, costuma gerar comentários positivos que ajudam a atrair mais gente. Emissão de relatórios que apoiam o desenvolvimento do negócio Quem cuida da parte estratégica sabe o quanto é importante ter dados claros sobre o negócio. Com um PDV, o restaurante pode acessar relatórios prontos sobre vários pontos da operação. Um deles mostra quais são os horários com mais movimento, ajudando a montar escalas de trabalho mais equilibradas. Outro indica os meios de pagamento mais usados, o que pode trazer boas ideias para ações promocionais. Os relatórios ajudam também a entender os produtos com maior saída, identificar o que precisa melhorar e até descobrir tendências de consumo. Sem o sistema, esse controle dependerá de planilhas manuais, que tomam tempo e nem sempre mostram a realidade com clareza. Já com o apoio da tecnologia, o responsável ganha informações confiáveis e atualizadas para decidir com mais segurança. Assim, o restaurante se destaca no dia a dia e ainda pode crescer com base em dados reais, não apenas na intuição. Vantagens de usar um PDV moderno no dia a dia do restaurante Quando a tecnologia trabalha a favor da operação, o resultado aparece na produtividade e no faturamento. A seguir, veja como um sistema completo pode transformar várias partes do seu restaurante! Automatização que economiza tempo e

leia mais

© Web Automação - uma marca Tablet Cloud 2020 | Todos os direitos reservados.

Desenvolvido com 💚 pela outlab.

plugins premium WordPress