Whatsapp
  • Sobre
  • Soluções
    • PDV Legal
    • Delivery Legal
    • Gestão Legal
    • PDV Legal Fast
    • Serviços
  • Segmentos
    • Bares e Restaurantes
    • Lanchonetes e Cafeterias
    • Eventos
    • Varejos
    • Auto Atendimento
    • Hotelaria
  • Blog
  • Área do Cliente
    • Retaguarda
  • Revendas
    • Encontre a mais próxima
    • Quero ser uma revenda
10 do garçom
  • Sem categoria

10% do garçom: 8 dúvidas mais comuns sobre essa taxa

  • 01/08/2025
  • Escrito por marketing

O momento da conta chega e, com ele, aquela dúvida que nunca sai de cena: os 10% do garçom são obrigatórios? Como funciona esse valor na prática? E o que o restaurante precisa fazer com ele?

Esse adicional, tão comum em bares e restaurantes, ainda gera confusão tanto entre clientes quanto entre donos de negócio. Muitos não sabem se devem repassar, como informar corretamente ou até como calcular esse valor dentro da operação.

A verdade é que a cobrança dos 10% envolve regras, expectativas e, em alguns casos, até polêmicas. E entender o que a lei diz evita problemas e melhora a relação com a equipe e com o público.

Quer tirar todas as dúvidas sobre o assunto e saber como lidar com essa taxa de forma justa e transparente? Continue a leitura que explicamos tudo.

O que é a cobrança dos 10% do garçom?

Poucas coisas geram tanta dúvida quanto aquele valor extra que aparece no final da conta. A famosa taxa de serviço, conhecida como os 10%, é um adicional sugerido ao cliente como forma de reconhecer o trabalho da equipe responsável pelo atendimento, especialmente os garçons.

Essa cobrança está prevista na legislação trabalhista brasileira, mais especificamente no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De acordo com a lei, o valor pode ser cobrado, desde que o cliente esteja ciente e que o restaurante repasse corretamente essa quantia aos funcionários.

Apesar de prevista em lei, a taxa não é obrigatória para o consumidor. Ou seja, o cliente pode recusar o pagamento sem justificativa e sem sofrer qualquer constrangimento por isso. Cabe ao estabelecimento informar, de forma clara, que se trata de uma sugestão e garantir que o valor arrecadado seja distribuído de maneira justa entre a equipe

Dúvidas comuns

Mesmo sendo uma prática comum no setor de alimentação, a taxa dos 10% do garçom ainda gera muitas dúvidas entre donos de restaurante e clientes. A legislação permite a cobrança, mas há regras, limites e responsabilidades que precisam ser bem compreendidos para evitar confusões ou situações desconfortáveis.

A seguir, respondemos às perguntas mais frequentes sobre o tema, sempre com foco no que o restaurante precisa saber para agir com clareza, respeito ao cliente e segurança jurídica.

1. O restaurante deve informar sobre a cobrança?

Sim, essa informação precisa estar clara desde o início. A sugestão dos 10% deve ser comunicada no cardápio ou em local visível no estabelecimento. Também é importante aparecer de forma destacada na nota fiscal, identificando que se trata de uma taxa opcional.

Essa transparência evita constrangimentos com o cliente e dá segurança jurídica ao restaurante. Vale lembrar que a cobrança só é válida quando o cliente sabe antecipadamente da sugestão. Deixar isso subentendido pode gerar mal-estar e até reclamações formais.

Por isso, além de informar, oriente os atendentes a estarem preparados para explicar, se for necessário, sempre com educação e respeito à escolha do cliente.

2. Para onde vai esse valor?

Esse valor é destinado à equipe que participou do atendimento, principalmente garçons e auxiliares. Porém, ele não pode ser incorporado ao faturamento do restaurante como se fosse uma receita comum. A lei determina que o valor deve ser repassado aos funcionários, e muitos estabelecimentos fazem essa divisão de forma proporcional entre todos os envolvidos na operação, desde quem atende na mesa até quem está na cozinha.

Para garantir clareza, o ideal é formalizar esse processo internamente, com regras bem definidas sobre como será feito o repasse. Isso evita dúvidas entre os colaboradores e cria um ambiente mais justo e transparente dentro da equipe.

3. O que os restaurantes devem observar?

O principal ponto é garantir que o valor arrecadado com os 10% seja corretamente distribuído aos funcionários. Além disso, é preciso manter o registro desse repasse de forma clara e acessível, tanto para fins contábeis quanto trabalhistas. Restaurantes que optam por formalizar a divisão no holerite devem seguir o que determina a CLT.

Outro cuidado importante é não usar esse valor para cobrir custos operacionais. O ideal é tratá-lo como uma gratificação, respeitando os critérios legais e mantendo um canal aberto com a equipe sobre como a taxa é administrada. Essa prática traz mais segurança para o negócio e evita conflitos futuros.

4. Qual o ponto de vista do cliente?

Do lado do cliente, a taxa é vista como um reconhecimento pelo bom atendimento. Muitos aceitam pagar quando percebem dedicação, simpatia e agilidade por parte da equipe. No entanto, quando o serviço não é personalizado ou a cobrança é feita de forma obrigatória, a percepção muda.

É importante que o cliente sinta que está contribuindo por vontade própria e que esse valor será realmente repassado a quem atendeu. Por isso, mais do que colocar a taxa na conta, o foco deve estar na experiência como um todo. Atendimento gentil, atenção aos detalhes e agilidade fazem toda a diferença na decisão de incluir ou não os 10%.

5. O cliente pode se recusar?

Sim, o cliente pode recusar o pagamento sem precisar apresentar justificativa. Como a taxa de serviço não é obrigatória, ela funciona como uma sugestão e a escolha final sempre será do consumidor. O restaurante deve respeitar essa decisão sem questionamentos ou qualquer tipo de constrangimento.

Reações negativas, ainda que discretas, podem gerar reclamações, prejudicar a reputação do estabelecimento e até virar problema jurídico. Por isso, é essencial treinar a equipe para lidar com esse tipo de situação de forma natural e respeitosa. A transparência, mais uma vez, é a melhor forma de manter uma boa relação com o público.

6. Como o valor é calculado?

O cálculo é simples: o restaurante aplica 10% sobre o total consumido pelo cliente. Isso inclui todos os itens cobrados na conta, como comidas, bebidas e até taxas fixas, caso estejam no valor final. É importante deixar esse valor separado na nota, indicando que se trata de uma sugestão de taxa de serviço.

Alguns estabelecimentos oferecem ao cliente a possibilidade de arredondar o valor, mas isso precisa ser feito com consentimento. Automatizar esse cálculo no sistema de PDV evita erros, facilita o fechamento da conta e dá mais transparência ao processo, tanto para o cliente quanto para o time de atendimento.

7. O que não pode fazer parte da base de cálculo?

Itens como gorjetas voluntárias, multas por perda de comanda, doações e valores que não têm relação direta com o consumo de produtos ou serviços não devem entrar no cálculo dos 10%. O valor deve ser aplicado apenas sobre aquilo que foi efetivamente consumido pelo cliente, como pratos, bebidas e sobremesas. Taxas administrativas ou cobranças indevidas também não podem ser incluídas na base.

Manter esse cuidado evita distorções, protege o restaurante de questionamentos e mostra respeito ao consumidor. Um sistema de vendas atualizado e bem configurado ajuda a garantir que esse cálculo seja feito da forma correta, sem margem para erro.

8. Como incentivar o cliente a pagar?

A melhor forma de incentivar é oferecer um atendimento que realmente mereça o reconhecimento. Equipe atenciosa, ambiente agradável e agilidade na entrega dos pedidos criam uma experiência que o cliente valoriza. Também é importante manter a taxa visível no cardápio e na nota fiscal, com uma comunicação clara e respeitosa.

Se possível, informe que o valor será integralmente repassado à equipe, pois isso costuma gerar mais empatia. Outro ponto que ajuda é ouvir o cliente: avaliações e sugestões mostram que o restaurante se importa com a experiência oferecida. Quando tudo isso está alinhado, os 10% são vistos como justos e pagos com satisfação.

Quais os dilemas e polêmicas comuns?

A cobrança dos 10% do garçom nem sempre é bem recebida, e isso gera debates entre clientes, funcionários e gestores. Um dos dilemas mais comuns é quando o atendimento não agrada, mas a taxa aparece automaticamente na conta. Também há discussões sobre a real destinação do valor, pois nem todos os clientes confiam que ele chega à equipe.

Outra polêmica envolve o repasse informal, feito sem controle ou critérios claros, o que pode causar desmotivação e conflitos internos. Por isso, transparência e boas práticas são essenciais para evitar mal-entendidos e garantir que a taxa cumpra seu papel de valorizar o atendimento.

Quais as boas práticas para os restaurantes?

Adotar boas práticas em relação aos 10% do garçom ajuda a fortalecer a confiança entre equipe, gestão e clientes. O primeiro passo é deixar claro que a taxa é opcional e informar isso de forma visível, no cardápio e na nota fiscal. Também é importante definir regras internas para o repasse, garantindo que todos saibam como o valor será dividido.

Outra prática recomendada é formalizar o pagamento, incluindo no holerite ou em um sistema de controle transparente. E, claro, ouvir a equipe e buscar melhorias no atendimento são atitudes que mostram respeito e valorização, que refletem direto na experiência do cliente.

Clareza que valoriza o atendimento

Entender como funciona a taxa dos 10% do garçom é importante não só para evitar mal-entendidos, mas também para fortalecer a relação com a equipe e com os clientes. Quando há transparência e organização, esse valor passa a ser reconhecido como parte de uma experiência bem entregue, e não como obrigação.

Estabelecimentos que comunicam com clareza e repassam a taxa de forma justa ganham mais confiança, mais engajamento interno e um atendimento mais alinhado ao que o público espera.

Quer facilitar o controle e a gestão dessa e de outras taxas no seu restaurante? Fale com nosso time no WhatsApp e veja como o PDV Legal pode te ajudar.

AnteriorPreviousEstoque de restaurante: 7 estratégias para organizá-lo melhor
NextPDV online: entenda como essa solução funciona na práticaPróximo

Conteúdos Relacionados

atendimento automático

Vale a pena optar pelo atendimento automático? Descubra!

6 de agosto de 2025
pdv online

PDV online: entenda como essa solução funciona na prática

4 de agosto de 2025

  • Home
  • Sobre
  • Soluções
  • EAD | Treinamento
  • Franquias
  • Área do Cliente

Acompanhe as novidades

© Web Automação - uma marca Tablet Cloud 2020 | Todos os direitos reservados.

Desenvolvido com 💚 pela outlab.

plugins premium WordPress